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sexta-feira, junho 12, 2020

Apoio do PCP às MPME

 - Edição Nº2428  -  9-6-2020

AR aprova propostas do PCP de apoio às MPME


Obteve a aprovação da Assembleia da República, sexta-feira, 5, depois de ter estado em debate na véspera, o projecto de lei do PCP com medidas fiscais de apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME).
O diploma, que baixou à comissão de Orçamento e Finanças para apreciação na especialidade, contou com o voto favorável de todas as bancadas à excepção do PS, que votou contra.
Viabilizado foi ainda um outro projecto de lei da bancada comunista, este dirigido para o apoio à retoma e dinamização da actividade dos feirantes (no abastecimento às populações) e dos empresários de diversões itinerantes, no contexto da resposta à epidemia de COVID-19. Sem votos contra, o diploma passou com a abstenção de PS, PSD, CDS, PAN e IL, e os votos favoráveis das restantes bancadas e da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira.
Estas eram duas de um conjunto de seis iniciativas legislativas que estiveram em debate da autoria do Grupo Parlamentar comunista, todas elas orientados para o apoio às MPME; as restantes quatro tiveram sempre o voto contra do PS, acompanhado no chumbo em duas delas por PSD e CDS, que se abstiveram nas duas restantes.
O diploma comunista aprovado prevê a suspensão do Pagamento por Conta (PPC) no IRC «até ao final do ano em que perdurarem as medidas excepcionais e temporárias de resposta à epidemia para MPME e cooperativas».
Outra das propostas é a «dedução antecipada de Pagamentos Especiais por Conta (PEC) não utilizados, entre 2015 e 2019, para micro, pequenas e médias empresas». Estabelecido é também que os reembolsos no IVA, IRC e IRS sejam efectuados no prazo máximo de 15 dias.
Estas são medidas de inegável importância para as MPME, sobretudo se se levar em conta que a acção do Governo neste capítulo tem sido limitada e insuficiente e, no essencial, direccionada para as grandes e algumas médias empresas.
Num quadro em que dezenas de milhares de empresas se viram obrigadas a suspender a sua actividade em resultado da crise epidémica de COVID-19, com brutais consequências económicas e sociais, os «apoios aprovados pelo Governo para responder a esta situação passaram ao lado da imensa maioria deste tecido económico», observou no debate o deputado comunista Bruno Dias, descrevendo assim a verdadeira situação de pequenos e micro-empresários e empresários em nome individual, que ouvem anúncios de milhões e mais milhões em dinheiros públicos, em verbas da Segurança Social e crédito disponível e, na prática, só encontram «restrições, burocracia, bloqueios, factores de exclusão e de impedimento no acesso aos apoios e ao financiamento».
No que se refere ao acesso ao crédito, Bruno Dias não esteve com meias palavras e considerou a situação um «autêntico escândalo», condenando os bancos por se aproveitarem da crise pandémica e dos «dinheiros mobilizados». «O dinheiro chega aos bancos e de lá não passa para as pequenas e micro-empresas», acusou, defendendo que é preciso «garantir que os recursos chegam de facto ao terreno», que «aqueles que ficaram sem rendimento não ficam ao abandono», que o «acesso aos apoios não é condicionado por discriminações absurdas».

quarta-feira, abril 01, 2020

Que andarão "eles" a fazer?...têm aparecido pouco...


Apreciação Parlamentar
Número
9/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
***************
Apreciação Parlamentar
Número
8/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
**************
Projeto de Lei
Número
300/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
************************
Projeto de Lei
Número
299/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
******************
Projeto de Lei
Número
298/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
******************************
Projeto de Lei
Número
297/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
***************
Projeto de Lei
Número
296/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
******************
Projeto de Lei
Número
295/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
*******************
Projeto de Lei
Número
294/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
***************************
Projeto de Lei
Número
293/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
***********************
Projeto de Lei
Número
292/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
************************
Projeto de Lei
Número
290/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
******************
Projeto de Lei
Número
289/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
**********************
Projeto de Lei
Número
288/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
*********************
Projeto de Lei
Número
287/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
*******************
Projeto de Lei
Número
286/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
************************
Projeto de Lei
Número
285/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
*****************
Projeto de Lei
Número
268/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP
*****************
Projeto de Lei
Número
263/XIV
Sessão
1
Autoria
PCP

terça-feira, novembro 12, 2019

Dos barulhos, da surdina e do silenciamento ensurdecedor

O início da legislatura resultante das eleições de 6 de Outubro, quando a grande, perdão... a enorme preocupação democrática é a de que tenham voz alta e sonante  os deputados eleitos em listas candidatas que não formam (ou se incluem em) um grupo parlamentar, assusta o silêncio ensurdecedor em que se está a transformar a surdina que, desde sempre, tem abafado  a actividade (e não só no hemiciclo!) de 2 grupos parlamentares.

  •  Em nome da legalidade e da legitimidade democráticas, tem de se exigir que o grupo parlamentar formado pelos membros do PEV(erdes), eleitos na Coligação Democrática Unitária, não sejam quase se diria humilhados (a título de mera referência é como se, na legislação anterior, os membros do grupo do CDS ou do PSD fossem como que inexistentes por terem sido eleitos em coligação PàF (ou lá como se chamava...);
  • Mesmo sabendo-se as razões, de classe, que estão por detrás de todas as manipulações, deturpações, agressões, silenciamentos das posições do PCP, há que as denunciar com toda a possível veemência; 
  • quando tanto barulho se faz sobre o que vai ser o início da legislatura, afirme-se com o som (da voz,  da tinta, do protesto) que, em 25 de Outubro: 
  •                                                                               

sexta-feira, março 08, 2019

Questões muito sérias num debate sem respostas

Face ao escandaloso (e costumeiro) silêncio da comunicação social relativamente a estas intervenções (por serem demasiado sérias?...):


Sérgio Ribeiro partilhou uma ligação.
11 min

Sobre este site
PCP.PT
Intervenção de Jerónimo de Sousa


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quarta-feira, janeiro 10, 2018

SAÚDE - Debate de urgência na Assembleia da República

DEBATE DE URGÊNCIA (PCP) SOBRE SERVIÇOS PÚBLICOS
E PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS DE SAÚDE

Recusar as PPP,
travar o subfinanciamento crónico do SNS,
valorizar os profissionais e utentes
10 de Janeiro de 2018


As políticas de direita levadas a cabo por sucessivos governos, reduziram trabalhadores, acabaram com carreiras específicas, transformaram hospitais em empresas, transferiram doentes e recursos financeiros para os grandes grupos económicos que operam no sector da saúde e puseram empresas, cujo objectivo é o lucro, a gerir unidade hospitalares, que têm como missão garantir uma situação global de saúde da população portuguesa.
Foram anos destas opções de direita que fragilizaram o Serviço Nacional de Saúde e promoveram a insatisfação dos profissionais.

É necessário uma aposta clara num serviço público, gerido pelo Estado, assente na sua proximidade aos cidadãos e garantindo que não exista qualquer entrave na acessibilidade.

quarta-feira, novembro 11, 2015

Na manhã do dia seguinte

Ontem, na Assembleia da República e em consequência dos resultados eleitorais de 4 de Outubro, deu-se uma mudança muito significativa na situação política portuguesa. A governação PSD-PP foi interrompida, foi-lhe posto um fim. Assim aconteceu porque se aproveitaram as condições criadas pelas legislativas (não "governativas"...), possibilitando e validando a interpretação de que era esse o sentido do voto, concretizando a inequívoca vontade popular manifestada de muitas outras formas.
Assim se criaram as condições para um outro rumo para a política, o social, a economia. Passo num caminho fácil? Evidentemente que não! Passo laboriosamente - e seriamente! - preparado, no respeito institucional/constitucional, e na expectativa de próximo e idêntico respeito da parte de quem ocupa a Presidência da República.
Entretanto, conhecem-se e dão-se a conhecer reacções (da reacção). De estupefacção, de desespero, de ira. Como é possível, depois de 40 anos de posse e/ou partilha do poder em diferentes formas e combinações, verem-se afastados da governação dois partidos nela enquistados?
Mas essa reacção não se estranha, e há que ter atenção a (e cuidado com) sequentes manifestações.
Para enfraquecer o que possibilitou este passo e se prepara - repito: laboriosa e seriamente - para iniciar um caminho, começaram a aparecer e a inventar-se artes e manhas. 
A de BE, PCP e PEV não se terem comprometido a não propor (ou a votar contra) moções de censura a um governo minoritário do PS é a mais mirabolante (talvez apenas superada pela de se exigir, eventualmente, a presença e o apadrinhamento do Papa Francisco numa espécie de casamento, e como garante da eternidade de união dos nubentes...).
Repare-se nesta pérola na manchete da 1ª página do jornal de mais vetusta referência, no dia seguinte à rejeição de um governo PSD-PP por todos os outros deputados:


O espectáculo vai continuar!
       

terça-feira, novembro 10, 2015

O debate - 4 (A direita é mais de direita na hora da despedida)

Foi... educativo.
Antes da votação, e na certeza do seu resultado, as quatro intervenções de fundo (e defuntas) da direita foram:
espumante (e espumando) - Portas
parlamentar (e interessante, apesar de paralamentar) - Montenegro
claque (dos grandes adeptos... pelo BemFica) -Telmo
patético (e repetitivo até à chateza) - Passos

O debate - 2 (a espera, o desespero e a expectativa)

Estou a "ouver" Paulo Portas. A dominar a minha já por si calma indignação.  
Depois do período da infeliz sinecura de "grande estadista", voltou o "jornalista" do Independente
Fluente, brilhante, fátuo, pouco (ou nada) preocupado com a verdade e o rigor, "basofo", petulante. Convincente... para os convencidos. 
Uma pena tanto talento com tão perversa utilização.
Que repouse algum tempo em paz... de que bem precisa de tão frustrado que está e com toda a espumante raiva por o CC do PCP ter tido a importância que tem e que, agora, terá tido! 

sexta-feira, fevereiro 20, 2015

Para que o muito (não tudo!...) dilucidado não fique sem consequências políticas



Conferência de Imprensa, Miguel Tiago, Deputado, Lisboa

PCP apresenta projecto para apuramento dos beneficiários finais das transações financeiras que lesaram o BES e o Estado Português

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O PCP apresentou um Projecto de Resolução que propõe a constituição de uma comissão técnica para efectuar o apuramento dos beneficiários finais das transacções financeiras que lesaram o BES e o Estado Português. Miguel Tiago afirmou na sua declaração que é importante saber quem beneficiou com o rombo que foi provocado num grupo económico que detinha um banco e com as consequência sofridas pela economia e o país.