Chão incerto, caminhos complexos! Escolhem-se os mais simples. Porém, quase sempre aparecem grandes pedregulhos, ervas daninhas. São trilhos difíceis para se andar! Mesmo tropeçando ou até caindo, o importante é continuar o caminho, com a “coluna vertebral” direita, nunca vergar! Olhar em frente,olhar para o amanhã, com determinação e confiança!
Porque se seguem as pegadas fáceis que desgastam o chão de todos; Porque se escoltam rastos que abundam nos caminhos; Porque se perpetuam em caminhos que escolhem; Porque há caminhos de sentido único que retêm; Porque há caminhos vislumbrados que por outros escolhidos; Porque há atalhos que dão em trabalhos;
Vivemos a esquecer: Que há caminhos Que às vezes podemos escolher. Raquel V
Obrigado, GR e Raquel! O caminho faz-se ao caminhar... sobre o chão que é o nosso. Que bons, Raquel, estes regressos com que de vez em quando nos brinda. Excelente, no conteúdo e na forma, este poema! E também uma muito devida vénia ao danado que mora no albergue...
A vida não teria graça nenhuma se não tivessemos dúvidas, se não fizessemos escolhas, seria tão vazia! Ainda bem que temos opção de escolha e leberdade para escolher.
... se apenas tivessemos aquilo de que gostamos, meu caro segismundo... De vez em quando, também temos aquilo que nos é devido, mesmo que não gostemos.
Chão incerto, caminhos complexos!
ResponderEliminarEscolhem-se os mais simples.
Porém, quase sempre aparecem grandes pedregulhos, ervas daninhas. São trilhos difíceis para se andar!
Mesmo tropeçando ou até caindo, o importante é continuar o caminho, com a “coluna vertebral” direita, nunca vergar!
Olhar em frente,olhar para o amanhã, com determinação e confiança!
GR
Porque se seguem as pegadas fáceis
ResponderEliminarque desgastam o chão de todos;
Porque se escoltam rastos
que abundam nos caminhos;
Porque se perpetuam em caminhos
que escolhem;
Porque há caminhos de sentido único
que retêm;
Porque há caminhos vislumbrados
que por outros escolhidos;
Porque há atalhos
que dão em trabalhos;
Vivemos a esquecer:
Que há caminhos
Que às vezes podemos escolher.
Raquel V
Obrigado, GR e Raquel!
ResponderEliminarO caminho faz-se ao caminhar... sobre o chão que é o nosso.
Que bons, Raquel, estes regressos com que de vez em quando nos brinda.
Excelente, no conteúdo e na forma, este poema!
E também uma muito devida vénia ao danado que mora no albergue...
para que conste, não gosto de vénias. prefiro pecados.
ResponderEliminarA vida não teria graça nenhuma se não tivessemos dúvidas, se não fizessemos escolhas, seria tão vazia! Ainda bem que temos opção de escolha e leberdade para escolher.
ResponderEliminar... se apenas tivessemos aquilo de que gostamos, meu caro segismundo...
ResponderEliminarDe vez em quando, também temos aquilo que nos é devido, mesmo que não gostemos.