Hoje, descia a "estrada velha" que liga Fátima a Ourém e, numa curva, descubro o arco íris. Ou, se calhar inventei-o para alegrar a tarde.
Começava ali para as Silveiras e subia, subia. Vendo de onde partia, ainda pensei virar ali ao Vale da Perra e ir à procura de onde entrar nele, percorrendo um das suas faixas, escolhendo a côr que mais me aprouvesse.
Desisti. Desisti porque olhei a subida das auto-estradas de cores variadas e vi que ia acabar numa nuvem. E não me apeteceu "andar nas nuvens".
Que bom quando inventamos arcos da velha para alegrar as nossas tardes.
ResponderEliminarO arco da velha...
ResponderEliminarhá quantos anos não ouvia essa expressão!!
Tinhas de ser tu, caro Sérgio...