3.- O princípio e a conversa repetida
ou
Disseram os banqueiros e respondemos nós
(continuação)
Mas… temos mais para dizer
Mesmo esse “viver melhor” é em relação a quê, a quem?
Nestes 20 anos, passámos a ter outras e novas necessidades satisfeitas. Mas não nos aproximámos dos níveis “europeus” (sublinham-se as aspas)!
Melhor dizendo, alguns extractos reduzidos da população (como os banqueiros e afins) até os ultrapassam, mas os trabalhadores comuns, os micros, pequenos e médios empresários não! Todos os indicadores (e todos eles, ou quase, são médias) denunciam, há anos sucessivos, divergência dos níveis “europeus”.
O que significa que, se nós – portugueses “médios” – nos afastamos da média “europeia”e uns que entram para a “nossa” média se aproximaram ou até ultrapassaram essa média “europeia”, os outros (nós!), que também entramos para a “média” portuguesa, estamos muito mais, mas mesmo muito mais afastados.
O que quer dizer que o nosso “viver melhor” além de aparente e inseguro, é mais que relativo.
E estamos endividados. O que complica imenso o nosso futuro. Sobretudo porque estamos sem aparelho produtivo a que possamos juntar a produtividade que nos exigem com mais baixos salários, menor protecção social... e menos tempo na praia.
Em resumo
Quer dizer, estamos pior, endividados e mal pagos.
E os culpados, que estão melhor, a quem teríamos ficado a dever a nossa aparente melhoria vida e que são bem (muito bem) pagos para serem culpados, dizem que é por culpa nossa
Porque é evidente que a culpa é destas políticas e de quem as tem imposto. Sempre alternando. Sempre alternando maiorias e governos, pedidos de sacrifícios com promessas frustradas, governos e maiorias, sacrifícios reais com ilusões para logo desiludirem. É preciso avivar as memórias. Por princípio e não só.
E que tal pensarmos (e agirmos para) nas alternativas políticas… e num pontapé no traseiro de banqueiros e afins?
ou
Disseram os banqueiros e respondemos nós
(continuação)
Mas… temos mais para dizer
Mesmo esse “viver melhor” é em relação a quê, a quem?
Nestes 20 anos, passámos a ter outras e novas necessidades satisfeitas. Mas não nos aproximámos dos níveis “europeus” (sublinham-se as aspas)!
Melhor dizendo, alguns extractos reduzidos da população (como os banqueiros e afins) até os ultrapassam, mas os trabalhadores comuns, os micros, pequenos e médios empresários não! Todos os indicadores (e todos eles, ou quase, são médias) denunciam, há anos sucessivos, divergência dos níveis “europeus”.
O que significa que, se nós – portugueses “médios” – nos afastamos da média “europeia”e uns que entram para a “nossa” média se aproximaram ou até ultrapassaram essa média “europeia”, os outros (nós!), que também entramos para a “média” portuguesa, estamos muito mais, mas mesmo muito mais afastados.
O que quer dizer que o nosso “viver melhor” além de aparente e inseguro, é mais que relativo.
E estamos endividados. O que complica imenso o nosso futuro. Sobretudo porque estamos sem aparelho produtivo a que possamos juntar a produtividade que nos exigem com mais baixos salários, menor protecção social... e menos tempo na praia.
Em resumo
Quer dizer, estamos pior, endividados e mal pagos.
E os culpados, que estão melhor, a quem teríamos ficado a dever a nossa aparente melhoria vida e que são bem (muito bem) pagos para serem culpados, dizem que é por culpa nossa
Porque é evidente que a culpa é destas políticas e de quem as tem imposto. Sempre alternando. Sempre alternando maiorias e governos, pedidos de sacrifícios com promessas frustradas, governos e maiorias, sacrifícios reais com ilusões para logo desiludirem. É preciso avivar as memórias. Por princípio e não só.
E que tal pensarmos (e agirmos para) nas alternativas políticas… e num pontapé no traseiro de banqueiros e afins?
Vivemos cada vez pior, e não é só de há 20 anos a esta parte. Quem vive melhor são "eles"...
ResponderEliminarFalar de alternativas políticas, a gente até fala, as pessoas até entendem (algumas), mas depois na hora do papel dobrado.... a porca torce o rabo...
E é aqui que bate o ponto, a meu ver. Porque é que o descontentamento generalizado não se traduz na eleição de outras pessoas que garantam essas sim, uma alternativa política? E quando faço esta pergunta ao comum dos mortais, respondem-me "eu não votei nestes"... Então quem votou "nestes"?
Este PM é o pior de todos, depois do 25 de Abril. É a minha opinião. E o pior é que está instalada na mente das pessoas a "alternância" em vez da "alternativa"...
Tanto trabalho ainda por fazer, 33 anos depois de Abril....
A tua última frase devia ser lida e pensada por muita gente. À nossa volta.
Quanto ao pontapé, se não te importas eu dou nos afins.... gosto mais....
Abraço
Tanto trabalho por fazer?...
ResponderEliminarPois, como tu dizes.
Sempre!
POIS
ResponderEliminarÉ PRECISO QUE AS NOSSAS MARIAS
DIGAM MAIS
ÁS OUTRAS MARIAS
NÃO BASTA TER RAZÃO
FORÇA
e aos zés, e aos manéis, e às marias albertinas, e aos joões carlos, e aos franciscos, às e aos de A a Z
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