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domingo, março 16, 2008

O homem do km. 110 da A1 e os amigos. E ela...

Um amigo (grande e "urso"), escreveu, para uma oportunidade especial, um texto que muito me comove, sobre "o homem que olha o Castelo ao km 110 da A1"

Outro amigo (que à de amigo junta outras "qualidades", próprias e comuns), sempre que passa na A1 e ao km. 110, telefona-me e diz "olha... estou ao quilómetro 110 e a ver os Castelos" - fê-lo agora mesmo, e diz-me que estão esplendorosos com este sol primaveril.

De um outro amigo fui procurar uma sua foto dos tais Castelos que eu vejo e sou, e ia-me perdendo na sua impressionante galeria de fotos e sensibilidade (a1clique). Encontrei esta (do outro lado do km. 110 da A1... mas não vou procurar mais):


Está decidido! Hoje, porque é um dia especial (entre todos, que todos o serão quando e enquanto e encanto), vamos os dois dar uma volta aos Castelos que se vêem ao Km. 110 da A1, e por lá almoçar!

E vamos aproveitar o sol primaveril para tirar umas fotos!

14 comentários:

  1. Vamos lá então, de mãos dadas e aproveitando o sol e a eternidade, enquanto não acaba!

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  2. Esse almoço tem uma ementa muito especial.

    ENTRADAS
    Salada de emoções
    Salgadinho de beijos Amigos
    “Ri Sol” de abraços fraternos
    Acompanhados de largos sorrisos

    SOPAS
    de legumes com Palavras francas
    Creme Verde de Confiança

    PEIXES
    Linguado grelhado, guarnecido com um pouco de “má-língua saudável”
    Cherne - salmão - robalinhos bem enroladinhos, assados a 200º

    CARNES
    Cozido à Portuguesa, acompanhado com naco de reflexão
    Espetada de Lombinho com sementes de Futuro e molho Vermelho
    Bife à moda da Revolução, guarnecido com paciência e Confiança

    SOBREMESA
    Bolo de chocolate com creme Transformar o Sonho Em Vida
    Bolo doce à Liberdade, regado fortemente com calda A Luta é o Caminho

    Água e vinho Alentejano da Cooperativa “Conquista do Povo”
    Café cubano
    Charuto Havaiano

    (és o menino da foto!)

    GR

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  3. Até perdi as tuas palavras ao ler o comentário da GR....
    E o digestivo? Só pode ser Rum Añejo reserva, pois então!!!!

    Bom almoço, bom passeio, e à noite um bom vinho tinto a acompanhar...

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  4. Ó maria e Gr, foi quase isso tudo e muito diferente disso.
    Não resisti a um gin tónico para abrir (sumo de laranja para ela), lebre estufada com puré de castanhas e um crocante de espinafres (vegetariano, vejam lá), um tinto Loios, um pudim "à pousada" (bem bom) e ananás. Um regalo a que achamos que temos direito em dia de aniversário.
    Na pousada dos Castelos de Ourém, onde pela primeira vez comemos. Os burgueses tratam-se bem, mas nós também temos direitos... destes. Que dos outros nem se fala.
    Obrigado pela solidariedade.

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  5. Eu vi! Eu vi!: o sol iluminava-os e eram mais belos do que uma romã aberta...

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  6. Peço desculpa: só li os vossos comentários depois de escrever o meu: eu alinho na ementa de sonho e de luta da gr; no odoroso rum añejo reserva e, especialmente, no bom tinto, da maria - mas fiquei a salivar com a vossa ementa concreta na Pousada dos Castelos: hão-de ir lá uma segunda vez, prometam! - e levem-me também...

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  7. FS, o teu poetar está cada vez mais afinado:))
    Mas se o almoço fôr cá em casa, não ficas pior, prometo!

    GR e Maria, os vossos comentários foram verdadeiros presentres!

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  8. No meu comentário disse não se fala? Pois disse porque não se fala... luta-se. Com os a nós iguais do nosso lado

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  9. Caramba. Isto por aqui está animado!
    Não sei se é a proximidade do almoço de comemoração do Cravo de Abril, mas ultimamente tenho ouvido falar muito em bom vinho e boa comidinha! Mnham, mnhãmm...

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  10. justine: francamente, o almoço aí em casa atrai-me muito mais: é que as vistas não são inferiores, a ementa também não, e estarmos sentados aí, a conversar... é outra conversa...

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  11. sal: no aniversário do Cravo de Abril, a ementa é «caldeirada á moda de Peniche» - isto depois de irmos «lá dentro» ver como aquilo era para aquilo não volte a ser...

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  12. Ó Fernando Samuel... um (in)confidência: aquilo almoço "na pousada" foi uma coisa absolutamente excepcional: um almoço de aniversário e "a dois".
    Nunca lá te levaríamos, a não ser para veres como é (e não 'tá mal). Agora para almoçar entre amigos e em convívio, só pode ser aqui.
    A propósito: quando é que, ao km.114/115, viras à direita (é para Fátima, tem de ser...) e depois corriges a direcção até onde te esperamos "há séculos"?

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  13. Não tarda muito faço esse «desvio de direita» para Fátima, depois corrijo o desvio e viro à esquerda, e pronto... aí estamos nós, a matar saudades de conversa e, claro, a comer e a beber... o que houver...

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  14. Acossados pelo frio, chuva e a chusma de gente que estava a chegar, regressámos do sul, ontem, já bastante tarde.
    Quando passei "ao tal km", olhei para os Castelos e eram uma autêntica coroa de luz por sobre as luzinhas que cintilavam cá mais em baixo.
    E comentei para o "parceiro" do lado:
    -Cá está o km do Sérgio R.!
    Nota: com que então "ela" também é "pisciana"?!

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