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segunda-feira, abril 14, 2008

Em visita a Peniche no aniversário do "Cravo de Abril"

Em Peniche marcámos encontro.
Em Peniche nos encontrámos.
Nós e com a História que é nossa.
Porque vivida por nós.
Pelo Manel Pedro, pelo Zé (deixem-me dizer também por mim, que por Aljubes e Caxias passei…).
Porque vivida por quem antes de nós.
Pelo Álvaro, pelos do Tarrafal tão nossos.
Porque vivida pelos de hoje e pelos de amanhã.
Porque vivida pelo João (que tinha feito anos na véspera do Cravo de Abril, e tudo organizou) e pela Joana (se alguma não estava, alguma podia ter estado), e pela Mercedes e pela Mariana, que tudo viram, em todos os lugares nos acompanharam, e não esquecerão… se nós continuarmos a lembrar.
Por aqui se entrava
Por aqui se fugia (Dias Lourenço)
O "redondo" e "segredo"
Quantas gerações a ouvirem o Samuel?!

15 comentários:

  1. quanta emoção ouvir o Manuel Pedro e o Zé Casanova falar na primeira pessoa onde a simplicidade e humildade como nos contaram as suas passagens pelas prisões do fascismo e a força e confiança que nos deram só pode ser um voto no futuro pelo qual lutamos.
    até dia 18
    um abraço amigo

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  2. "Foi bonita a festa, pá, fiquei contente..."

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  3. «E inda guardo, renitente
    Um lindo cravo para mim»

    Foi um convívio muito bonito.
    A 1ª parte com grandes emoções, a 2ª de belas recordações.
    Gostei muito de ouvir o camarada Manuel Pedro e Zé Casanova, gostei muito de te ver junto deles, Sérgio. Três Resistentes, grandes exemplos de vida e de luta.
    Lembrei-me dos convívios cheios de alegria e amizade, nem o Canto Livre faltou.
    O Samuel cantou maravilhosamente bem, como sempre o fez/faz.

    Viva Abril!

    GR

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  4. Belíssimo post este, Sérgio, tão carregado de confiança, de determinação, de poesia, de luta: de futuro.
    Abraço grande.

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  5. Vim com a alma cheia. um convívio destes dá-nos força quando a luta se torna mais difícil. avante.

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  6. Foi vingança, Sérgio?
    Num dos teus primeiros comentários no meu blogue disseste:
    "Chorei, como agora me fizeste chorar. Com a certeza de que o povo unido pode ser esmagado mas nunca será vencido porque sempre se renova a luta e a esperança."

    Depois deste post já vi que ficámos empatados.
    Foi vingança, certamente.

    Foi um dia muito especial, carregado de emoções.
    Ouvir o Zé Casanova e o Manuel Pedro faz-nos renovar a nossa própria esperança.

    Beijinhos.

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  7. Sousa
    Pois lá estaremos, menos de uma semana depois, para continuar o abraço;
    Justine
    É pá! está a ser tão bonita a "nossa" festa...
    GR
    Cravos que tu levaste, com um dos teus gestoas tão lindos... e habituais;
    Fernando Samuel
    Tudo se diz nesse "a luta continua", a que gosto de acresentar, talvez dispensável. redundante, contínua;
    Antuã
    Agora que sei quem és, encontrar-te é sempre uma grande alegria e um enorme estímulo;
    Sal
    Olha que tenho dúvidas se estaremos empatados... cá por mim, para ser rigoroso, diria que o resultado está equilibrado!
    Abraços apertados para todos

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  8. Uma reportagem assim é de fazer "desesperar" quem não sabe o que foi estar lá...
    Eu estive. Há dias assim... muito bonitos e com gente cheia de sol.

    Abraço

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  9. Dei-me ao "trabalho" de contar as "gerações".
    1. a do Manel Pedro
    2. a do Samuel
    4. a da Guida e do Alex
    5. a da Sal e do Carlos
    6. a do António Sérgio
    7. a da Mercedes
    Que bela amostragem

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  10. Obrigado por terem feito desse dia um dia especial.

    Abraço

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  11. Tu é que fizeste o dia assim!
    Obrigados estamos nós.


    Aproveito para pedir desculpa à Ana e para a meter na sub-geração entre a da Sal/Carlos e a do António Sérgio.
    Aliás, em rigor (se rigor há), gerações à escala dos 20 anos de estratitificação, nessa fotografia, em 9 companheiros, teríamos só (!!!) 4 gerações e quase paridade (5 homens, 1 a cantar e 4 mulheres).
    Isto é para a estatística.

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  12. Sete gerações!
    Neste convívio tão fraterno, simpático e agradável a idade ficou diluída nos diálogos nos sorrisos e na música.
    Um dia para recordar e repetir.
    Obrigada pelas tuas palavras,

    GR

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  13. bem gostava de ter estado presente...

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  14. Meu caríssimo Pedras contra Canhões, mas é que nos fizeste mesmo falta. Eu sei-o, eu senti essa falta.
    Os teus blogs, sendo um pouco de "um outro mundo", também são deste que é de todos nós, e de que tu és um dos melhores. Com pedras contra canhões.
    Um grande abraço, amigo e camarada.

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  15. E como foi bom estarmos....
    ... e como foi bom ver os olhos de quem já conhecíamos a escrita...

    Dois abraços
    (e tanto para ler....)

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