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domingo, julho 06, 2008

No meio da viagem

Como noutras viagens.
De repente, uma árvore, um monte, um ninho com uma cegonha a coroá-lo. E queremos reter o repente, o apontamento.
E já o perdemos. Porque a cegonha levantou voo, talvez assustada com a travagem à beira da estrada que atravessa o Alentejo. Ou porque não gosta de ser fotografada. Sabe-se lá...
Mas aqui não. Aqui, nestas viagens, podemos "pintar", copiar e reproduzir. Assim:

(...) entregar-se a devaneios e ilusões, formas sublimadas de grilhetas. Fred Augusto de H.

"Devaneios e ilusões, formas sublimadas de grilhetas". Só num albergue de danados!
____________________________
(isto talvez devesse ir para o ficções do cordel... mas a carga política do repente, do apontamento, do que me reteve a meio da viagem, é tanta e tão do momento que acho ser aqui o lugar onde. E aqui fica!)

4 comentários:

  1. Anónimo6/7/08 16:29

    E ficou aqui muito bem. Como o resto a que sempre presto muita atenção embora nem sempre dê conhecimento disso.

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  2. Anónimo6/7/08 21:23

    é pá, este blog já teve dias melhores. então cita-se um reaça da pior espécie?, o Fred Augusto.

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  3. Anónimo7/7/08 10:24

    Acontece!
    Os blogs são como os relógios, uns têm dias, os outros têm horas.
    No caso, é caso para dizer the song, not the singer... Aliás, sei lá quem é o Fred Augusto.

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  4. Também nunca consegui captar essa imagem tão singular na paisagem alentejana.
    Sempre que me aproximo a cegonha voa!
    Assim voasse eu...

    Abraço

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