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domingo, agosto 17, 2008

Filhos de...

Porque um Filho de... um César começa, no Expresso, a sua "coluna de opinião" desta forma insultuosa (nas intenções, claro... porque esse "f. de um c." não insulta quem quer)
«Um espectro ensombra a Europa: o culto amaricado da guerra»,
para moderar os ímpetos de lhe responder mas incapaz de não desabafar, fui buscar este vídeo com uma versão norte-americana de fils de..., essa canção inesquecível (qual a não é?) de Jacques Brel:

9 comentários:

  1. Descobres cada coisa...
    Belo e terrível, ao mesmo tempo...

    Abreijo

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  2. Aquele gajo provocou-me... Amaricado (no sentido mais pejorativo!) será ele e mais todos os "machões" da sua família, E vir começar como o Marx e o Engels começaram o Manifesto há 160 anos!
    Abreijo

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  3. Esse nem merece um olhar!
    Mas valeu a pena, para ouvir o Brel...

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  4. (fugiu o comentário antes de o completar):
    ...mesmo em inglês e no feminino:))

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  5. Filhos do fascismo.
    Há 10 minutos na RTPN num programa diário chamado "noites olímpicas" Mário Quina medalha de prata em vela em 1960, afirmou:"dantes todos os jovens podiam praticar desporto(vela)de graça porque havia uma organização chamada Mocidade Portuguesa".Se isto não é branquear o fascismo vou ali e já venho!
    Que grandes filhos....do fascismo e quem lhes dá guarida!

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  6. Ou como cantaria Pi de La Serra, alto e bom som, na Festa da FIL, dentro do pavilhão coalhado de gente... "Fils de Buda!"

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  7. Deixa-os lá: estes filhos... certamente de alguém... não sabem nem pensam... de quem são, realmente, filhos...

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  8. -O gajo com certeza esqueceu-se de dizer outras grandes oportunidades da juventude portuguesa mas essa nunca pertenceu a mocidade salazarenta
    -E podia-mos também tomar banho no Rio Douro, mas nus! Já que nem calções tínhamos, e assim atravessar o rio, ir até à praia do Bogas tudo de borla sendo uma das atracções favoritas dos camónes. -Assim se fizeram grandes campeões olímpicos. Aquilo era só medalhas quando os atletas chegavam a casa e as mães os condecorava enquanto os pai os elogiava. Quanto ao remo era só mesmo pra correr com o atrevido que teimava em ir a gona no caíco do Isauro.

    O que esse gajo precisava era de levar uma grande amanha nas águas imundas do Douro mesmo, mesmo junto ao esgoto da Ribeira onde nadam os ratos como ele.
    a.ferreira

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