A política monetária é – ou deveria ser – parte da política financeira, que é – ou deveria ser – parte da política económica, que é – ou deveria ser – parte da política do Estado-nação, ao serviço do bem-estar dos nacionais, por estes definida e participada.
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Utopia? Não! Porque assim deveria ser. E assim será!
Utopia? Sim! Porque há que temporalizar, e o que será amanhã, com a luta sem data, sem prazos, sem horários, contínua e irregular, pode ser – parecer, aparecer como –, hoje, utopia.
Utopia? Sim! Porque há que temporalizar, e o que será amanhã, com a luta sem data, sem prazos, sem horários, contínua e irregular, pode ser – parecer, aparecer como –, hoje, utopia.
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Toda a política, ou a política em todo e qualquer nível da hierarquização das políticas, se define por objectivos, e se torna política, isto é, acção, por meio de instituições e de instrumentos.
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A política monetária de um Estado-nação tem – deveria ter – o objectivo de, através das suas instituições próprias, organizar e usar os seus instrumentos próprios, para servir a política financeira do Estado-nação.
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Por sua vez, a política financeira de um Estado-nação teria de ter – deveria ter de ter – o objectivo de, através das suas instituições próprias, que articulariam, integrando, as instituições próprias da política monetária, organizar e usar os seus instrumentos próprios, articulando e integrando os instrumentos próprios da política monetária, servir a política económica do Estado-nação.
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Também por sua vez, a política económica de um Estado-nação teria de ter – deveria ter de ter – o objectivo de, através das suas instituições próprias, que articulariam, integrando, as instituições próprias da política financeira, organizar e usar os seus instrumentos próprios, articulando e integrando os instrumentos próprios da política financeira, servir a política do Estado-nação.
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Por último, a política de um Estado-nação teria de ter – deveria ter de ter – o objectivo de, através das suas instituições próprias, que articulariam, integrando, as instituições próprias da política económica, organizar e usar os seus instrumentos próprios, articulando e integrando os instrumentos próprios da politica económica, servir o bem estar dos nacionais, do povo, da gente que compõe esse Estado-nação, e que definiria e participaria a política do Estado-nação.
Por último, a política de um Estado-nação teria de ter – deveria ter de ter – o objectivo de, através das suas instituições próprias, que articulariam, integrando, as instituições próprias da política económica, organizar e usar os seus instrumentos próprios, articulando e integrando os instrumentos próprios da politica económica, servir o bem estar dos nacionais, do povo, da gente que compõe esse Estado-nação, e que definiria e participaria a política do Estado-nação.
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Por último? Não! As reflexões continuam. Lentamente. Neste Estado-nação com uma política (e políticas) resultado da relação de forças sociais, de classe.
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continua
Por falar em reflexões... Isto da -gripe suína- está a cheirar muito mal...não será coincidência a mais... pensando bem para nós:( é uma grande porra! para eles, pode ser a desculpa que lhes faltava.
ResponderEliminar-Ando a matutar nisto prontos.
Matuta, matuta que o teu matutar é útil.
ResponderEliminarÉ a globalização, camarada. As saídas para a crise têm invenções que a própria invenção não inventa.
Sei lá...
O facto é que não nos faltam razões para desconfiarmos da informação, como arma da luta ideológica que é.
Abraços
As reflexões do A.F., já eu as fiz.
ResponderEliminarO mesmo que dizer, muita gente a pensar igual...eles fizeram batotice, abriram mais um tubo de ensaio.
Desculpam a crise, safam os capitalistas e o capitalismo afinal, não está a expirar, foi a
Gripe!
Enfim!
GR
Esta da gripe suína é a reposição dum outro filme relacionado com a gripe das galinhas. houve um laboratório que despachou vacinas e antibióticos. Será o mesmo de agora?!...
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