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domingo, agosto 02, 2009

Joaninha "aboa, aboa"!

Está a ganhar à gripe A1-não-sei-quantos!

A comunicação social (alguma... mas dita de referência!) não nos larga com a estória do assédio à Senhora Dona (ou é Menina?) Joana Amaral Dias, aproveitada até à exaustão para pôr Francisco Louçã em disputa, num fez-que-não-fez, diz-que-não-disse.

Confesso que me estou totalmente "nas tintas" (passe o calão) para o que foi dito e/ou feito, para as negações e confirmações, para as negaças e trapaças, mas não posso deixar de sublinhar o que este "caso" é de sintomático do nível da nossa política caseira e do tratamento que lhe é dado pela comunicação social.
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Além da pandemia, e das suas capciosas estatísticas, só me lembra uma lenga lenga dos "meus tempos":

Joaninha voa voa
Que o teu pai está em Lisboa
A tua mãe no Moinho
A comer pão com toucinho

Joaninha voa voa
Que o teu pai está em Lisboa
Com um rabinho de sardinha
Para comer, que mais não tinha

7 comentários:

  1. Sabem o que se prova com esta história toda?

    PS e BE são iguais até na incapacidade dizerem verdades e fazer política de forma séria.

    Tenho dito.

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  2. Que "aboem" todos, que não fazem cá falta nenhuma!

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  3. Anónimo2/8/09 18:32

    Até que enfim! Tenho finalmente a oportunidade de aprender esta lenga lenga toda. E ainda dizem que eles, "ambos os dois", não são úteis. Agora já sei a história da joana, do pai da joana e dos seus hábitos alimentares. E até posso contá-la à minha neta.

    Campaniça

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  4. albano ribeiro2/8/09 19:10

    Ainda ontem o camarada Ruben de Carvalho,no telejornal, bem se referiu ao tratamento ao PCP,preterido , com tempos de antena de "chacha" onde nada é dito para a solução dos problemas do país e do povo(...),já não há pachorra.

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  5. João Geraldes2/8/09 22:17

    Caro Sérgio Ribeiro,

    É a primeira vez que comento no seu blog, embora seja assíduo - diria "assiduíssimo" (o termo até pode ser um neologismo, mas que importa isso ...) - leitor dos posts que aqui publica.

    O caso da Joana Amaral Dias é, na minha modesta opinião, um "fait divers", mas não um qualquer "fait divers".

    De facto, para além de garantir o acesso aos órgãos de comunicação social em "prime time" e durante largo tempo (e lembremo-nos de que alguém disse, há muito tempo, que não importa que falem bem ou mal de mim; importa é que falem de mim), este episódio revela, na minha modestíssima opinião, uma das facetas da campanha eleitoral do PS (e também do BE) para as próximas eleições legislativas.

    Explico: o PS (entenda-se, o "establishment") precisa de manter o poder. Os dados apontam claramente no sentido de que não será capaz de o fazer com maioria absoluta, como a actual. Então é preciso preparar o terreno. Com quem garantir essa maioria absoluta?

    Pois é, nada melhor que um partido (???) como o BE! O BE é o único partido (???) que pode, neste momento, assegurar a manutenção do poder por parte do PS. E o mais interessante de tudo é que, por muito que o tentem desmentir os seus dirigentes, o BE está totalmente disponível para fazer esse papel. Diria, aliás, que esse é mesmo o "papel histórico" do BE.

    A declaração do "lider" todo poderoso Francisco Louçã de que ambiciona ser primeiro ministro, confirmada por declarações de outros dirigentes e candidatos do BE de que ele seria o melhor fututo primeiro ministro, apenas confirma este "papel histórico" do BE.

    Por isso, o episódio Joana Amaral Dias não é mais do que uma peça da estratégia PS/BE para uma 'mioria' nas próximas eleições legislativas.

    Peço desculpa pelo espaço ocupado.

    Cumprimentos e força!

    João Geraldes

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  6. Vá lá... a moça "justifica" as atenções... mas estou como Justine. Se "aboassem" não se perdia muito.

    Abraço.

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  7. Pela minha parte também podiam "aboar" esses todos e mais uns quantos para que só ficasse a gente séria que quer um país a sério

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