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do Zambujal e arredores, isto é, sobre nós e os outros, sobre Ourém e o resto do Mundo.
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quinta-feira, fevereiro 04, 2010
Dramatização inqualificável !
Em declarações na AR,
Jerónimo de Sousa
afirmou que o Partido Socialista está a fazer uma dramatização inqualificável sobre a discussão da proposta de Lei das Finanças Regionais que é amanhã votada em Plenário na Assembleia da República.
O PS dramatiza e o PCP transforma o drama em tragédia. É assim que estes partidos fazem a comédia política que os trabalhadores atónitos desprezam não os levando a sério e obviamente não votam nesta gente.
Caro Gonçalo e caro Anónimo (que tenho pena não saber quem é...),
É perfeitamente natural que qualquer um de nós seja influenciado pela (des)informação com que diariamente somos bombardeados, mais ainda, quando esta faz uso de sentimentos justos que proliferam pela nossa sociedade. A oposição às opções políticas e à prática do PSD no Governo Regional da Madeira, bem como, à do PS no Governo Regional dos Açores é comum e no meu entender uma apreciação responsável e justa. O problema reside quando confundimos esta oposição com a necessidade de legislar no sentido de enquadrar o financiamento nacional de duas regiões autónomas (a RA Madeira e a RA Açores). Acontece que em 1998 a Assembleia da República aprovou por unanimidade um enquadramento legal para esse financiamento. Mais tarde, em 2007, o PS decidiu isoladamente fazer aprovar um novo enquadramento legal cujo único objectivo foi reduzir as transferências públicas para as duas regiões. Esse enquadramento teve como princípio o equilibrio orçamental (saldo zero) nas contas públicas do Estado e das Regiões, bem, como das Autarquias e de qualquer serviço, departamento ou instituto público. Como todos sabemos, na administração de qualquer organização (independentemente do seu tipo) existem partes que têm saldo positivo e outras saldo negativo, sendo que o fundamental é o seu equilibrio do todo e não da parte. Não partilho desta visão da necessidade de orçamentos de saldo zero. Mesmo no campo capitalista esta opção de saldo zero assume custos sociais superiores a saldos sustentáveis no médio e longo prazo. Ora, relativamente a esta iniciativa da Assembleia Legislativa da RA da Madeira e em resultado do debate que se desenvolveu na AR, o que se propõe é recuperar parte dos fundos que anteriormente eram transferidos, limitando a capacidade de endividamento das respectivas regiões. Por outro lado, estamos a falar de regiões que apresentam um custo de vida bastante mais elevado do que no continente, bem como, uma capacidade (potencial)de produção dos bens e serviços necessários à satisfação das necessidades das respectivas populações muito inferior. Num Estado único e solidário, tendo em conta o estatuto autónomo da Madeira e dos Açores, é justo considerar uma transferência solidária do continente para estas regiões. Por fim, toda esta dramatização e tragico-comédia do Governo e do PS correspondem a um aumento de despesa (pressupondo a manutenção da actual despesa pública) de 0,03%do PIB... Haja proporcionalidade na dramatização e não se arranjem desculpas para provocar eleições antecipadas procurando responsabilizar os outros pelas decisões que alguém já decidiu.
Quem é que é irresponsável? Quem é que emprenha pelos ouvidos? Quem é que se deixa manipular pela informação manipuladora? Quem é que parece querer fazer alarde da sua ignorância superior ou da sua superioridade ignoran
E afirmou muito bem!
ResponderEliminarÀs vezes apetece-me fugir... para a Berlenga!
ResponderEliminarSe eu estivesse lá neste momento 33,33% dos habitantes seriam militantes do nosso Partido!
Não sei quem são os faroleiros que lá estão, agora. Mas ainda havia hipóteses de haver simpatizantes...
ResponderEliminar:)))
A canalhada PS é assim.
ResponderEliminarEstas ratazanas ainda nos ameaçam...
ResponderEliminarVamos ter uma Primavera quente e um Verão escaldante!
A Luta é o caminho!
Bjs,
GR
Ah pois, encher a mula ao Alberto João é que fica bem. É este o caminho da Luta?
ResponderEliminarO PS dramatiza e o PCP transforma o drama em tragédia. É assim que estes partidos fazem a comédia política que os trabalhadores atónitos desprezam não os levando a sério e obviamente não votam nesta gente.
ResponderEliminarCaro Gonçalo e caro Anónimo (que tenho pena não saber quem é...),
ResponderEliminarÉ perfeitamente natural que qualquer um de nós seja influenciado pela (des)informação com que diariamente somos bombardeados, mais ainda, quando esta faz uso de sentimentos justos que proliferam pela nossa sociedade.
A oposição às opções políticas e à prática do PSD no Governo Regional da Madeira, bem como, à do PS no Governo Regional dos Açores é comum e no meu entender uma apreciação responsável e justa.
O problema reside quando confundimos esta oposição com a necessidade de legislar no sentido de enquadrar o financiamento nacional de duas regiões autónomas (a RA Madeira e a RA Açores). Acontece que em 1998 a Assembleia da República aprovou por unanimidade um enquadramento legal para esse financiamento. Mais tarde, em 2007, o PS decidiu isoladamente fazer aprovar um novo enquadramento legal cujo único objectivo foi reduzir as transferências públicas para as duas regiões. Esse enquadramento teve como princípio o equilibrio orçamental (saldo zero) nas contas públicas do Estado e das Regiões, bem, como das Autarquias e de qualquer serviço, departamento ou instituto público.
Como todos sabemos, na administração de qualquer organização (independentemente do seu tipo) existem partes que têm saldo positivo e outras saldo negativo, sendo que o fundamental é o seu equilibrio do todo e não da parte.
Não partilho desta visão da necessidade de orçamentos de saldo zero. Mesmo no campo capitalista esta opção de saldo zero assume custos sociais superiores a saldos sustentáveis no médio e longo prazo.
Ora, relativamente a esta iniciativa da Assembleia Legislativa da RA da Madeira e em resultado do debate que se desenvolveu na AR, o que se propõe é recuperar parte dos fundos que anteriormente eram transferidos, limitando a capacidade de endividamento das respectivas regiões.
Por outro lado, estamos a falar de regiões que apresentam um custo de vida bastante mais elevado do que no continente, bem como, uma capacidade (potencial)de produção dos bens e serviços necessários à satisfação das necessidades das respectivas populações muito inferior. Num Estado único e solidário, tendo em conta o estatuto autónomo da Madeira e dos Açores, é justo considerar uma transferência solidária do continente para estas regiões.
Por fim, toda esta dramatização e tragico-comédia do Governo e do PS correspondem a um aumento de despesa (pressupondo a manutenção da actual despesa pública) de 0,03%do PIB...
Haja proporcionalidade na dramatização e não se arranjem desculpas para provocar eleições antecipadas procurando responsabilizar os outros pelas decisões que alguém já decidiu.
Quem é que é irresponsável?
ResponderEliminarQuem é que emprenha pelos ouvidos?
Quem é que se deixa manipular pela informação manipuladora?
Quem é que parece querer fazer alarde da sua ignorância superior ou da sua superioridade ignoran