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quarta-feira, março 30, 2011

Deus abençoe a Islândia...



20 comentários:

  1. Não será a revolução... mas dá que pensar.

    Abraço.

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  2. Como o anónimo do séc.XXI não encontra em Portugal um exemplo de combate contra o poder dos agiotas, recorre á classe média da Islândia que lhes faz frente com outra energia e com outra coragem. O exemplo de C. Silva e J. de Sousa, são de facto exemplos mesquinhos e deprimentes e que, infelizmente, o autor deste blog provinciano não consegue distinguir.
    É o Portugal que vemos como dizia, nostalgicamente, Eça de Quiroz.

    Já agora, fugindo um pouco ao vocabulário queiroziano é caso para dizer... CHIÇA! ( isto é mesmo saloio; mas enfim é o país que temos).

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  3. O anónimo das 14:02 deve ter problemas de "visão":

    - não viu a GREVE GERAL de 24 de Novembro de 2010;
    - não viu as manif de 12 de Março;
    - não viu a esmagadora manif organizada pela CGTP-IN de 19 de Março;
    - não viu a auto-demissão de um (des)governo já à muito demissionário.

    Deve ser um daqueles activistas de sofá, bem instalados na nossa classe média aburguesada.
    Ou como diria O Eça:

    "A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia."

    A luta continua. Tem de continuar. Em todas as frentes!

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  4. Quem tem falta de visão, ou melhor, sofre de miopia política é o Jorge Manuel G porque não foi capaz de perceber a derrota inútil dos trabalhadores nessa luta. Diga-me quais foram, de facto, os resultados palpáveis dessas lutas? O que reinvindicavam? a sua contestação foi satisfeita?
    Mas os prejuízos de um dia de trabalho descontado nas greves foi contabilizado.
    Ou não foi?

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  5. albano ribeiro30/3/11 15:20

    Sérgio, os anónimos escondem-se de quê? O anónimo sec.xxi não,...
    abraço

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  6. Este comentário foi removido pelo autor.

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  7. Estas "dicussões" entre PESSOAS e energúmenos sem nome e sem cara já provocam asco!
    E não vale a pena vir apelar para "o direito" ao anonimato. É demasiado "conveniente"... e objectivamente cobarde!

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  8. O Samuel insiste que o direito ao anonimato é conveniente e cobarde. Tem razão, finalmente numa coisa, trata-se de um acto de conveniência pessoal como a pseudónimo ou outra forma qualquer de proteger da exposição pública a sua privacidade. Isto é cobardia?
    Se calhar aqueles que querem o Big-brother em toda a parte julgam que sim.
    É o caso do famigerado Samuel..

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  9. E se Ele tiver tempo que nos abençoe também mas sempre com a nossa ajuda.

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  10. Ricardo O.30/3/11 18:18

    O Anónimo fala de privacidade quando usa e abusa de espaços de afirmação da identidade e das opiniões, de quem não se esconde, para os atacar e ofender?
    Cale-se... vá plantar melões para o seu quintal!!!

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  11. AS nossas lutas não resultam de imediato porque os anónimos as querem obscurecer. Mas são passos corajosos, num sistema tão hostil, que resultarão, disso tenho a certeza. Onde estaríamos nós se não existissem essas lutas?!!!

    Um beijo.

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  12. A luta continua apesar dos ciáticos anónimos.

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  13. A paciência é de facto uma virtude dos comunistas.
    Não culpo anónimos que são formatados diariamnente pela nossa comunicação social.
    São como marionetas do sistema.
    Culpo sim a nossa comunicação social e os seus "donos".
    A minha esperança é que estes anónimos consigam aprender algo com a leitura de blogues com a qualidade deste e de outros como este.

    Só reforça a nossa luta.

    Um abraço camarada desde Vila do Conde,

    Jorge

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  14. Anónimo (15:48):

    Faça o favor de não misturar o que não é misturável.

    O anonimato dado pelos pseudónimos literários (ou de qualquer outro tipo) para preservar a intimidade, é mais do que legítimo.
    O anonimato de quem comenta, elogiando, ou simplesmente apoiando uma ideia ou um texto, quanto mais não seja por uma simples questão de modéstia... é igualmente legítimo.
    Agora entrar na casa dos outros para os insultar e destratar os amigos presentes, fazendo-o ANONIMAMENTE... vai desculpar-me, mas é muito "conveniente" e, como disse antes, COBARDE.
    Lamento.

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  15. Para elogiar, o anonimato é legítimo, para criticar é iligítimo. Belo direito à liberdade de crítica e à liberdade de expressão.

    É claro que esta questão se pode pôr, e deve pôr-se mesmo, em termos morais quando se trata de um acto de delacção, sobretudo político, o que como sabe, é defendido e tem a protecção das forças policiais e repressivas dos tribunais. Nos meus comentários nunca acusei ninguém, apenas julguei politicamente a forma como certas personalidades conduzem a sua actividade nessa esfera.
    Manterei sempre o anonimato porque considero que está mais adequada ao meu temperamento para intervir politicamente quando alguém sugere que dê opinião, como acontece neste blog.

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  16. Anónimo:

    Eu não disse "criticar"... mas insultar anonimamente...

    Mas ganhou! Enviarei então a taça... para parte incerta. :-)))

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  17. Pintassilgo31/3/11 09:49

    Os anónimos que por aqui aparecem nada são mais que reles bufos da CIA.

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  18. Meus caros (onde não incluo os tão baratos que... nem dados!) - comento-vos do meio de uma reunião em que este provinciano veio participar.
    Para vos saudar e agradecer a todos estarem a "guardar-me O quntal".
    O caso da Islândia não serve, não pode servir!, para esconder Portugal, mas está, de certo modo, escondido em Portugal porque é uma resposta de não obediência aos canônes políticos a que nos querem submeter - e a que os governos nos têm submetido, apesar da nossa luta permanente e RESISTÊNCIA, que continuam, incomodando uns autistas.

    Abraços e beijos

    PS: nos minha parvónia, diz-se mais Porra! que Chiça!... e lá se vai lendo Eça, esse e outros

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  19. às vezes até me esqueço do que li ou vi no post...
    :))))))))))))

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  20. Será a Islândia um exemplo? Pode ser...
    Que os deuses a abençoem - ou estamos a assistir a um apocalipse?

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