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sábado, março 12, 2011

Uma "sexta feira negra" num rumo desastroso

Queria, ontem e aqui, ter juntado esta voz, neste espaço, às vozes que reagiram ao anúncio das novas medidas de austeridade, na "sexta-feira negra" que ontem foi. Tal não me foi possível por um conjunto de circunstâncias, em que avulta o facto da "rede expressos" me vender bilhetes para viagens com a "promessa" de que terei acesso à net, e não cumprir a "promessa". Mas isso de se prometerem coisas e, com o maior das desfaçatezes, não se cumprirem, é moeda corrente e desgraçado sinal dos tempos.
Neste rumo em que vamos - e de que temos de sair! - sublinho o facto de ser, no dia seguinte a sessão na Assembleia da República, que o Governo vem anunciar, antecipando-se às reuniões em Bruxelas, mais "medidas de austeridade", e estas serem de enorme gravidade.





E, claro, essas medidas "à medida de Bruxelas" e não - bem pelo contrário! - do povo português e seus representantes, foram encomiasticamente, com palavras de paternal estímulo, saudadas com satisfação e congratulações calorosas dos porta-vozes da Comissão e do Banco Central Europeu (e estes do poder financeiro).
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no Jornal de Notícias
de há 10 meses

3 comentários:

  1. Sexta-Feira Negra, dizes bem! Como lidar com esta indignação que cresce dentro de nós? Como fazer parar os lacaios, que não conseguem saciar a sede dos seus patrões? E a indignação cresce perante tanta indignidade...

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  2. Até onde irão os malfadados PEC?
    Quando irá o Povo tomar consciência?
    Entretanto, esperemos por ainda piores notícias até que as pessoas comecem a reagir!
    Hoje vou ao Comício na Alfândega.
    Espero encontrar a grande sala a transbordar.

    Um beijo.

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  3. "No inverno ganhei ódio
    e juro que o não queria
    no inverno ganhei ódio
    qualquer dia... qualquer dia!"

    Abraço.

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