Páginas

segunda-feira, novembro 14, 2011

Recessão agrava-se!

INE

Recessão agrava-se,
PIB recua 1,7%
no terceiro trimestre (DE)

O PIB português emagreceu 1,7% no terceiro trimestre em termos homólogos, informou hoje o INE.

Que outra coisa se poderia esperar?
Esta evolução (involução!) estatística da economia portuguesa deve-se à "acentuada diminuição" das despesas das famílias, reflexo do reforço das fortes medidas de austeridade a que o País começou a ser sujeito no âmbito do memorando de "entendimento" entre as troikas, em tro(i)ca de uma "ajuda" de 78 mil milhões de euros, ao fim e ao resto um empréstimo usurário, embora a juros mais baixos do que os da usura nos "mercados", mas com encargos adicionais, que pagarão despesas e darão lucros aos componentes "troikeiros" do exterior.
Em termos estatísticos (próprios do INE), o INE explica que "a diminuição mais intensa do PIB em termos homólogos no terceiro trimestre resultou sobretudo da desaceleração das exportações de bens e serviços, que ainda assim mantiveram um crescimento elevado, e da redução mais expressiva do investimento".
Que outra coisa se poderia esperar?
Não foi previsto (e prevenido!)? O que vamos exportar se não produzimos?, e para onde?, que países estão com tendências importadoras?
Isto é mesmo uma etapa da luta de classes, em que o objectivo é destruir conquistas sociais, intensificar a exploração. Adiar, agravando, as contradições intrínsecas ao capitalismo.
A resposta é a imposição (pelas massas) de pôr Portugal a produzir (recursos tem...) e de, consequentemente, estimular a procura interna

8 comentários:

  1. Claramente o único caminho - mas quantos obstáculos, quantas resistências!!

    ResponderEliminar
  2. "Toda a história escrita até aos nossos dias é a história da luta de classes..." -V.I.Lénine

    Lutemos então!!!

    Razões, essas não faltarão!


    Abraço Amigo desde Vila do conde,

    Jorge

    ResponderEliminar
  3. Lutar pela concretização dessa resposta é a nossa grande tarefa.

    Um abraço.

    ResponderEliminar
  4. Vamos alterar este curso tão negativo usando a nossa força, a nossa coerência sem desânimos e com confiança.

    Um beijo.

    ResponderEliminar
  5. poesianopoplar.blogs.sapo.pt14/11/11 21:57

    Falta-nos fazer com que a nossa força não se apouque na aproximação ás urnas,-essa será a parte mais dificil, aqual ainda não tivemos capacidade, ou engenho tara superar,e era tão importante para que ao menos mantivessemos as regalias sociais já conquistadas.
    Pela tua super militância vai o meu abraço do tamanho do Mundo.

    ResponderEliminar
  6. Entretanto anima-te companheiro... ouve mais o ministro da Economia... :-) :-)

    Abraço.

    ResponderEliminar
  7. O ojectivo é mesmo o de destruir os direitos sociais conquistados a pulso! Tudo isto leva ao encerramento "das portas que Abril abriu"... e a curto prazo... se os deixássemos!

    ResponderEliminar
  8. Doí-me (irrita-me) ouvir os emigrantes capitalistas portugueses dizerem que os trabalhadores portugueses têm de trabalhar mais, só assim o país pode prosperar.
    Grande lata! Tiram-nos os Direitos conquistados em Abril, não paramos de trabalhar e ainda se ouve isto?!!!
    Temos de Lutar até à nossa última gota de sangue por ABRIL!

    BJS,
    GR

    ResponderEliminar