Das situações sociais caracterizadoras do Portugal de há (muitas) décadas a que mais me impressionava era a da mortalidade infantil, expressão estatística das vidas ceifadas antes de chegarem ao fim de um ano.
Acabo de ouvir que as estatísticas revelam o óbito de 302 crianças com menos de um ano, mais 46 que há um ano. Isto é, um acréscimo de quase 18%!
Um arrepio na espinha! Que tem de se manter direita.
Arrepiante, sim!
ResponderEliminarSem mais palavras.
Até amanhã, beijo.
De brutalidade, em brutalidade, até que a paremos...
ResponderEliminarHavemos de parar!
É uma política assassina.
ResponderEliminarUm abraço,
mário
Da próxima vez que alguns anónimos me mandarem para Cuba, como é costume... já têm mais uma para levar pelas trombas!
ResponderEliminarAbraço.
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ResponderEliminarUma referencia de desenvolvimento de um paîs,ê a sua taxa de mortalidade infantil,que tambêm tem a ver com as responsabilidades e preocupacoes dos seus governantes.
ResponderEliminarOuvi a notîcia e,achei o comentârio da têcnica entrevistada de um cinismo ,ao desvalorizar a subida da mortalidade infantil.Talvez,fosse premeditadamente escolhida para isso...
Em Cuba,no perîodo especial,91-92,em que nao havia dinheiro para quase nada,a saûde e a educacao,foram preocupacoes prioritârias e,isto sao direitos humanos.
Bjo
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ResponderEliminarÉ o regresso ao passado igualmente a preto e branco dado o cinzentismo dos que nos desgovernam.Cinzentismo e maldade, tal como dantes.
ResponderEliminarUm beijo.