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Parece que se perdeu a transmontana com a entrada dos três novos
partidos na AR, na (alta) roda da actividade política, na “classe política”,
como enjeitadinhos da democracia (coitadinhos…) que estavam à espreita da oportunidade para
saltar para a roda dos enjeitados à porta dos conventos e, passados os muros e
as decências, “fazem a festa”, “partem a loiça”, dois ao jeito de cada um, à maneira de cada um mais fascista do que a do outro, e um(a) outro(a) a tomar ares e tristes
figuras num grupinho de Tarzans de um qualquer 2º andar esquerdo, a esquerda livre e
benquista, enquistada no sistema de exploração do ser humano pelo ser humano…
mas em protesto folclórico e decorativo.
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Viva a demo cra cia!
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Vou ver se me distraio com outras coisas, que estas começam a fartar-me
e chega (p'ra lá!) de desa bafos (PUM!)
(...)»
Tramontana (em catalão: tramuntana, em croata: tramontana, em grego: τραμουντάνα, em italiano: tramontana, em maltês: tramuntana, em esloveno: tramontana, em castelhano: tramontana) é uma designação clássica para o vento fresco e seco do norte em vários países do Mediterrâneo. A direção precisa varia de país para país
ResponderEliminarNão resisti a transcrever uma observação no meu muito íntimo (quase)diário. Fi-lo sem reservas ou cuidados. Vem um anónimo, em pose didáctica, comentar. Bem-vindo. No que quis desabafar, usei a corrente expressão "perder a transmontana" como "desorientação", "perder o norte". F
ResponderEliminaroi uma achega que dispensaria mas que agradeço.
Livra!!!Já chega de folclore na casa que deveria ser da democracia.Bjo
ResponderEliminarA nossa constituição permitirá que um partido assumidamente fascista tenha representação parlamentar ou não? O Chega não me parece um partido fascista, quiçá populista, mas lá que representa a VoxPop (de alguns que discutem política no café ... ou na tabacaria) lá isso representa. No contexto democrático não parece lícito impedir estes partidos de fazerem a divulgação da sua mensagem. Há que desmontá-la com argumentos.
ResponderEliminarAbraço
João Baranda
Caro Baranda, essa coisa do populismo parece-me uma metáfora... Usando vernáculo, não me metalixem. E não diria que o Chega e outras invenções representem a voz do povo, usam-na desvirtuando-a. Por outro lado, só entendo o "contexto democrático" como sendo aquele em que se respeitam as opiniões que têm respeito pelos outros e suas opiniões. Que argumentos contra a brutalidade dos que têm como único argumento a mentira que impõem, a violência das armas?
ResponderEliminarAbraço
sérgio