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quinta-feira, julho 31, 2008

Agora a sério!

Depois de ter respirado fundo, de ter catartizado via alguns vernáculos, venho dizer (sem me vangloriar de ter acertado na previsão do tema!)
  • que até me parece que o PdaR tem todas as razões para o que colocou sobre as autonomias no quadro constitucional da República Portuguesa e do papel do Tribunal Constitucional;
  • que não tem qualquer razão para a teatralidade de que revestiu esta declaração ao País, sobretudo quando o País tem tanta outra coisa para lhe declarar a ele, como "supremo magistrado da nação" (é assim que se diz?).

18 comentários:

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  2. Anónimo1/8/08 00:02

    Fiquei esmagado com o comunicado...

    Agora aquela de ser mais difícil dissolver a assembleia regional do que a da republica também perturba os meus neurónios...

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  3. Agora a sério: o gajo é um palhaço!

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  4. Já não há pachorra para aturar estas cavaquices.

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  5. Anónimo1/8/08 12:02

    -Estava um tempo péssimo no Algarve e sua excelência resolveu viajar até a Lisbia, tomar um cafezinho e dar uma de letra com os lusitanos resistentes e pagantes, destas e doutras aventuras de suas excelências e respectivos acompanhantes e seus serviçais desta republica do do sitio do pica pau amarelo.
    a.ferreira

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  6. Anónimo1/8/08 12:40

    -Depois de observar bem a foto do dito cujo, cheguei a conclusão que afinal o home queria era cantar um fado ó pessoal e iniciar uma nova carreira só que não saiu...paciência... fica para a próxima se houver tempo ou se lhe derem tempo. Mas sempre terá oportunidade de concorrer a um qualquer concurso da chuva de estrelas cadentes.
    a.ferreira

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  7. Anónimo1/8/08 14:47

    não acho que haja grande motivo para criticar o Cavaco neste caso. Ele é o chefe de estado e nesta situação defende o que mais lhe compete: a soberania e unidade do estado; as competências de cada órgão. Ir atrás das críticas e desvalorizar o que ele disse é que é criar uma questão para desviar a atenção doutras coisa que importam e retirar lugar à política. Gmr

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  8. Anónimo1/8/08 15:35

    -Mas não foi este chefe de estado, e por sinal muito bem...que retirou o lugar à politica e deu esse lugar a meia dúzia de gabirus da alta finança?
    -Além disso que chefe de estado é ele que vê o seu paupérrimo estado a ser vendido aos bocados ou melhor por atado num tratado vergonhoso e ainda por cima ás escondidas do Zé pagode e mete o rabo entre as penas ou melhor a cabeça na areia e nada faz.será por ter um garfo na espinha?
    Ah! se o home fosse mesmo Chefe de Estado, outra dignidade teria e não este faz de conta ou diz que é uma espécie de chefe de estado.

    Ora vai fazer bolinhas de sabão prá tua rua, pá.
    a.ferreira

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  9. Meu caro GMR, critica-se - e muito justamente - o senhor Chefe de Estado por ter criado um despropositado e desmesurado "facto político". Despropositado e desmesurado não por "o caso" não ter relevância e significado - que acho que tem, aliás, me parece que ele tem razão - mas de todo o aparato de que rodeou a sua "declaração ao País", o que noutras circunstâncias não fez, atirando o lixo para debaixo do tapete - como quando foi verdadeiramente menosprezado, para não dizer mais, na visita à Madeira -, para mais num País/povo que está exangue e à espera que se lhe fale de outras questões e não de minudências (relevantes que sejam) institucionais.
    Bem dito, e à maneira que importa dizer, a. ferreira.
    Abraços para todos

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  10. Anónimo1/8/08 18:46

    Anda o pobre coitado preocupado com o seu estatuto e a malta vem para aqui gozar com ele!... Coitadinho do Sr. silva!...

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  11. Amigo antuã, não seria tão redutor. É, na verdade, o seu estatuto mas o problema é o da soberania nacional em que as autonomias se deveriam articular sob a vigilância do Tribunal Constitucional.
    O que o mesmo sr. não preserva noutras circunstâncias, cobrindo todas as "jardinadas", e que, desta vez, veio em grande alarido berrar despropositadamente aqui d'el Presidente da República, quando tinha outras formas bem mais apropriadas de o fazer, por exemplo com uma declaração à AR, aos deputados.

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  12. Já agora, não seria mau se se preocupasse com outras questões da mesma família e até mais importantes, por exemplo: a independência e a soberania nacional que os sucessivos governos (o actual e os que ele presidiu incluídos) têm vendido ao desbarato - e a Constituição da República que ele jurou cumprir e fazer cumprir e não cumpre nem faz cumprir...

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  13. Claro, Fernando Samuel!
    E ao abordar, com aquele despropósito, aquele tema, um pormenor parece muito significativo. É que esses termos - independência e soberania nacionais -, que deveriam estar debaixo da língua de quem neles pensasse, não tivessem aflorado na declaração de Sexa.
    Também é claro que não surpreende, mas nem por isso deve deixar de ser sublinhado.
    Apetece dizer que foi... corporativo, falando em nome do sindicato (corporativo) de que é o único sócio.

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  14. Estaremos a gastar demasiada cera com tão ruim defunto? Talvez, mas o facto é que ele nos levou a pensar em e a tratar de temas sérios que, apesar da muita seriedade da vida que se está a viver noutros aspectos, não podem ser esquecidos.
    Um mérito contra-natura do sujeito...

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  15. Anónimo2/8/08 10:06

    -Claro que estamos a gastar muito latim com o "eu é que sou o pprresidente da xunta"
    a.ferreira

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  16. Se ele fosse mudo e cego faria alguma diferença?
    Um abraço escavacado

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