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sábado, janeiro 02, 2010

Onde e quando a poesia era a fuga possível

No Tarrafal, em ficções do cordel.

4 comentários:

  1. Grande António Jacinto!

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  2. A.Filipe3/1/10 14:27

    "A CHISPA!" fez um comentário pertinente ao teu texto: "Casamentos"e "Pontes",caminhos estreitos e becos".
    Comentário este que se enquadra na atitude que a direcção do partido tomou,quando assinou a Declaração final do encontro de Dili,que como se sabe trata-se de uma Declaração que abre novos horizontes de luta a desenvolver pelos PCs em todo o mundo contra o sistema capitalista e depois passados uns dias vai se Abster no Orçamento Rectificativo que como todos nós sabemos é um orçamento altamente reaccçionário que não visa qualquer melhoria da situação social dos trabalhadores e que irá ainda contribuir para o agravar do Déficit Público e da Divida Externa,para já não falar da prenda de Natal oferecida a A.J.Jardim de 76milhões de euros.
    Era perfeitamente natural, que nas condições em que os presos politicos se encontravam nas masmorras do fascismo e em particular no Tarrafal que utiliza-sem "a poesia era a fuga possivel",agora não podemos utilizar a FUGA para tudo aquilo que não nos interésse responder,principalmente quando somos nós a pedir que comentem os nossos textos.
    um abraço
    A.Filipe

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  3. Sinto-me muito lisongeado (e decerto sem o dever sentir...) pela atenção que este blog merece a alguns.
    O que não vou consentir é que, a coberto dessa lisonja, se exercitem "truques" como esse de usar nomes e apelidos para lançar confusão!
    Quero, desejo, peço, que os meus textos sejam comentados... recuso que sejam utilizados para manobras inqualificáveis. Responderei sempre ao que é pertinente, ignorei a impertinência escondida na melifluência e na provocação com o rabinho de fora, e ao A.Filipe darei abraços quando e enquanto quiser, sem interpostos comentários!

    Olá, justine! Na verdade... Grande poesia fez António Jacinto. Até, ou sobretudo ALI!

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  4. "(...)
    Mas o meu poema não é fatalista
    o meu poema é um poema que já quer
    e já sabe
    o meu poema sou eu-branco
    montado em mim-preto
    a cavalgar pela vida. AJ"

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