
Começa hoje a cimeira do G20 em Paris. Depois de várias reuniões, durante “a crise”, em que a última foi em Novembro de 2010, a reunião que hoje começa, sob a presidência francesa – com logótipo especial e tudo -, vai procurar, de novo mas agora com “le grandeur” francês (com a Alemanha na sombra), uma cartada importante nesta fase do capitalismo.
Antes de falar da “agenda”, não só para as reuniões de hoje e amanhã mas também de todo o calendário até Novembro deste ano, uma pequena (?) observação sobre a composição “deste” G20.
Os 20 vão ser 25 a reunir-se para decidir o destino do mundo, ou melhor... do capitalismo pois, para os que ainda mandam, a 8 ou a 20, é essa a intenção.
Além dos já referidos Alemanha e França, fazem parte do Grupo (G), os Estados Unidos e o Canadá, mais Reino Unido e Itália, ainda a Rússia e a Turquia que em parte são países europeus, da América Central e Sul, México, Brasil e Argentina, de África estará a África do Sul, a caminho do Oriente estará a Arábia Saudita, já do Oriente estarão a Índia, Coreia do Sul, a China e o Japão, e, mesmo nos extremos, a Indonésia e a Austrália.
Somam 19. Para 20, falta 1, que não é um país mas a União Europeia. Pelo que quatro países – Alemanha, França, Itália e Reino Unido – têm a sua própria representação e mais o que representam na U.E., e não é pouco!, sobretudo os dois primeiros.
Mas não chega. Aos 20, junta-se sempre um convidado permanente, a Espanha, o que se compreende dada a importância da Espanha, apesar de a Bélgica e a Holanda, do lado de dentro da U.E., e a Noruega (sempre do lado de fora, embora o nº1 em IDHumano) pareçam não compreender lá muito bem…
Além destes 19 países mais uma “união” e mais um país sempre convidado, a este G-20 juntam-se quatro convidados especiais (por ordem alfabética): Emiratos Árabes Unidos, Etiópia, Guiné Equatorial e Singapura.
Antes de falar da “agenda”, não só para as reuniões de hoje e amanhã mas também de todo o calendário até Novembro deste ano, uma pequena (?) observação sobre a composição “deste” G20.
Os 20 vão ser 25 a reunir-se para decidir o destino do mundo, ou melhor... do capitalismo pois, para os que ainda mandam, a 8 ou a 20, é essa a intenção.
Além dos já referidos Alemanha e França, fazem parte do Grupo (G), os Estados Unidos e o Canadá, mais Reino Unido e Itália, ainda a Rússia e a Turquia que em parte são países europeus, da América Central e Sul, México, Brasil e Argentina, de África estará a África do Sul, a caminho do Oriente estará a Arábia Saudita, já do Oriente estarão a Índia, Coreia do Sul, a China e o Japão, e, mesmo nos extremos, a Indonésia e a Austrália.
Somam 19. Para 20, falta 1, que não é um país mas a União Europeia. Pelo que quatro países – Alemanha, França, Itália e Reino Unido – têm a sua própria representação e mais o que representam na U.E., e não é pouco!, sobretudo os dois primeiros.
Mas não chega. Aos 20, junta-se sempre um convidado permanente, a Espanha, o que se compreende dada a importância da Espanha, apesar de a Bélgica e a Holanda, do lado de dentro da U.E., e a Noruega (sempre do lado de fora, embora o nº1 em IDHumano) pareçam não compreender lá muito bem…
Além destes 19 países mais uma “união” e mais um país sempre convidado, a este G-20 juntam-se quatro convidados especiais (por ordem alfabética): Emiratos Árabes Unidos, Etiópia, Guiné Equatorial e Singapura.
G'anda Grupo!
O grupo que anda a "tramar" o resto do mundo, incluíndo os seus próprios países...
ResponderEliminarO que sairá de mau nessa reunião,pois que de bom não sairá nada? Pior pra nós,Povo. melhpr para eles, Senhores.
ResponderEliminarUm beijo.
Porque não está lá a Coreia do Norte, se está a do Sul?
ResponderEliminarE porque não Cuba, Vietnam e Laos?
Dizem eles que são democráticos, mas não deixam os paises comunistas entrar.
Pois claro Carlos.
ResponderEliminarEsses é que são verdadeiramente os países mais desenvolvidos do mundo