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domingo, setembro 11, 2011

11 de Setembro de 1973

Na madrugada de hoje,
lembrando ontem
para o amanhã!


Yo no canto por cantar
ni por tener buena voz,
canto porque la guitarra
tiene sentido y razón.

Tiene corazón de tierra
y alas de palomita,
es como el agua bendita
santigua glorias y penas.

Aquí se encajó mi canto
como dijera Violeta
guitarra trabajadora
con olor a primavera.

Que no es guitarra de ricos
ni cosa que se parezca
mi canto es de los andamios
para alcanzar las estrellas,
que el canto tiene sentido
cuando palpita en las venas
del que morirá cantando
las verdades verdaderas,
no las lisonjas fugaces
ni las famas extranjeras
sino el canto de una lonja
hasta el fondo de la tierra.

Ahí donde llega todo
y donde todo comienza
canto que ha sido valiente
siempre será canción nueva.


13 comentários:

  1. Hesitei entre esta e a que coloquei...

    Beijo.

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  2. "que el canto tiene sentido
    cuando palpita en las venas
    del que morirá cantando"

    Há tanto tempo não ouvia esta!
    Mais um 11 de Setembro... que não passa na televisão.

    Abraço.

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  3. José Rodrigues11/9/11 00:25

    Para denunciar os assassinos da memória,tocar,ouvir,tocar,ouvir sempre...e em todos os dias do tempo que passa.Liberdade,democracia, pelo scialismo,sempre!

    Abraço

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  4. Este foi verdadeiro e trágico 11 de Setembro que não devemos esquecer.

    (finalmente cheguei de férias)

    Gd BJ,

    GR

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  5. Este é que nunca deverá ser esquecido,pelos que amam e lutam pela liberdade, e todas as formas de terrorismo.
    abraço

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  6. Eu, em matéria de poesia, fiquei por cá, com o Zé Carlos e a sua (nossa) Homenagem ao Povo do Chile.

    Um abraço.

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  7. São mensagens que nos dão mais força.

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  8. Maria, Samuel, Cid Simões, Fernando Samuel e todos quantos -
    Aqui estamos. Lembrando. Cada um à sua maneira. Unidos (venceremos!).
    Com excelentes ajudas, de poemas e canções.

    Abreijos

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  9. José Rodrigues - É isso tudo. E nunca chegará.

    GR - Por isso ... não esquecemos!
    (boas férias?, merecidas sei que sim!)

    José Manangão - Estamos assim, e assim continuaremos.

    Abraços e beijos

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  10. Alargando o caminho até que nele passe o povo.

    Um abraço,
    mário

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  11. A memória das ignomínias não pode ser selectiva.

    Abraço

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  12. 11 de Setembro de 1973. Crime que faz florescer a revolta contra o terrorismo de que não se fala.

    Um beijo.

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  13. Esquecer é que não! Era o que mais faltava! Os Homens bons não se esquecem (e os maus também é melhor não).

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