O Cantigueiro já tratou, bem adequadamente, deste tema. LER aqui
Mas não resisto a umas curtas observações
"Ninguém sai da política de mãos limpas", disse o senhor que ocupa o lugar mais elevado (julgo eu...) da hierarquia da Igreja Católica em Portugal.
- Da política não se sai nem se entra. Política faz-se em cada gesto. O dito cavalheiro sabe isso melhor que ninguém porque faz política em cada palavra que diz. Intencionalmente.
- Do que ele chama a "política directa" terá os seus companheiros dilectos e eleitos. Deles fale e da higiene das respectivas mãos. Com tanta lavagem de dinheiro devem estar imaculadas...
- Mas é uma torpe calúnia medir os outros pelos seus. Há quem faça da "política directa" o mais humano dos deveres: estar disponível para servir e representar os outros. Decerto com erros e, talvez, com erradas opções. Metendo as mãos na lama... mas nada se lhes pegando!
- Olhe pelas suas "ovelhas", e preocupe-se com as mãos dos seus, com o que a elas se agarra e como destroem o que os humanos construiram para a Humanidade!
Sempre sai de mãos sujas quem se usa da política e não quem a usa a favor de um Povo.
ResponderEliminarUm beijo.
Pena... que "sua eminência" não leia, ou que não lhe digam...
ResponderEliminarAbraço.
Quando Sua Eminência se transforms em Sua Insolência!
ResponderEliminarA igreija semore primou pelas falinhas mansas e pela hipocrisia.
ResponderEliminarFalemos claro.
F. Inacio