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sexta-feira, janeiro 13, 2012

Brevíssima - uma mercadoria como qualquer outra

"... não remunerar trabalho não prestado...", disse o representante da CIP, no meio de outras coisas que disse (o homem fala muito...), a propósito das reuniões de concertação social. Como se fosse um pressuposto consensual.
Mas não será isto anular o princípio da contratação laboral?, e instalar o substituto principio da compra-venda de uma mercadoria, de horas de uso da mercadoria-força de trabalho, talqual outra qualquer mercadoria? 

10 comentários:

  1. Eu gostava de saber como é que um sindicalista da UGT chega a patrão dos patrões. Foi a trabalhar, dirão. Pronto, assim já estou mais descansado.

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  2. Camarada,

    não tarda nada voltamos às praças de jorna.

    Só mesmo a luta e a resistência dos trabalhadores conseguirá travar o sonho destes fascistas!

    Um abraço amigo desde Vila do Conde,

    Jorge

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  3. A mercadoria- força de trabalho não é uma peça qualquer que se usa quando é precisa e até à exaustão.
    E mesmo essa tem que ser bem tratada.

    Um beijo.

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  4. Sonham com os "contratos" à hora...

    Abraço.

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  5. cid simões - Sempre soubeste! E nunca ficaste descansado. E continuas na luta.

    Jorge - viste o blog aspalavrassaoarmas do camarada comentador que está antes de ti?


    Abraços fortes para os dois

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  6. Os capitalistas e seus representantes,esforçam-se ao máximo para expremer o produto de cada hora de trabalho.A sua visao é sempre mais lucro.

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  7. Graciete - e é a única "mercadoria" que incorpora valor nas outras...

    Samuel - contratos à hora... de trabalho efectivo. Por exemplo, o caixeiro está ao balcão oito horas mas só deve ser pago por aquelas horas em que está a aviar... A operária vai à casa de banho?, terá um relógio de ponto à entrada e à saída do posto de trabalho (porque os dois percursos até à casa de banho e volta também devem ser descontados)... não são a trabalhar!

    Beijo e abraço

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  8. Olinda - é a única visão! Têm antolhos...

    Beijo

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  9. Rios e rios, de vida(s), para o sobejo.

    Um abraço

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  10. Isto é o anúncio do corte definitivo dos subsídios de férias e de natal!

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