quem polui, paga!
(e fizeram da despoluição um negócio...
pelo que há quem polua para ganhar com a despoluição)
Como a frase-slogan pegou, extrapolou-se
quem quer saúde, paga!
(e fizeram da doença um chorudo negócio)
e continuaram por aí fora, dizendo-o ou não
quem quer educação, paga
quem quer transportes públicos, paga-os
quem quer andar nas estradas, paga
(e de tudo fizeram PPP e negócios
senão acabam-se, ou exportam-se os "utentes"...)
agora chega-se ao limite bárbaro
quem quer subsídio de doença, paga
quem quer subsídio de desemprego, paga
(por culpa do TC, dizem eles!)
(por culpa do TC, dizem eles!)
em resumo-caricatura mal dita ou mal feit(or)a
não há almoços grátis
(a não ser por caridadezinha
na sopa dos pobres...)
na sopa dos pobres...)
e para a semana vão querer impor a extraPULHAção final
quem quer viver, paga
(aos mesmos de sempre, aos dos negócios,
reformado subsidiado paga o subsídio)
reformado subsidiado paga o subsídio)
para evitar confusões,
importa tornar muito claro
que as "coisas" que satisfazem necessidades
têm o seu custo,
mas podem não ter preço
para quem a elas tem direito,
por ser humano a viver humanamente!
Desde que o custo seja para quem pode em solidariedade com quem precisa.
ResponderEliminarAbraço,
mário
É exactamente isso o tal "Estado social"... mesmo em sistema capitalismo obrigado pela relação de forças.
ResponderEliminarUm abraço solidário
Há direitos básicos como saúde, educação,habitação, o que inclui necessariamente a alimentação, que nunca deveriam ser objeto de negócio.
ResponderEliminarE que vemos nós neste sistema capitalista, neoliberal, comandado por um imperialismo feroz?!!!
Cada vez mais se impõe uma mudança de política.
Um beijo.