Páginas

quarta-feira, janeiro 29, 2014

O concerto social...

... ou o conserto social do "sindica (à) lista".
... ou um objectivo: o governo encontrar objectivanente objectivos objectiváveis!


«...Os dirigentes do Comércio e da Indústria mostraram alguma satisfação com a proposta do Governo, mas foi o representante da UGT o mais optimista. À entrada da reunião, Carlos Silva demonstrou disponibilidade para "a eventualidade de dizermos sim" pedindo ao Governo que "implemente objetivamente critérios objetiváveis". (...)»

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/ugt-admite-acordo-sobre-despedimentos=f853106#ixzz2rnlwm9Dr


... a disponibilidade para a eventual disponibilidade de dizer sim.
... e os pedidos ao Governo para que implemente etc.e tal!
... e o Governo não se faz rogado: lá vai implementando!

cá por mim...
só com um gato morto nas trombas até que mie!

7 comentários:

  1. Não devemos sujar os gatos mesmo se mortos

    ResponderEliminar
  2. Nada de anormal no títere do banqueiro.

    Abraço,

    mário

    ResponderEliminar
  3. Talvez,mais cedo do que tarde,o vejamos miar...e meter o rabinho entre as pernas.Que nojo de criatura...


    Um beijo

    ResponderEliminar
  4. Uma toalha encharcada faria mais mossa...e poupávamos o tareco!

    Abraço desde Vila do Conde,

    Jorge

    ResponderEliminar
  5. Que comportamento mais objetivamente objetível!!!!!!

    Um beijo.

    ResponderEliminar
  6. e soares1/2/14 21:00

    Falar da criatura é perda de tempo pois ela não passa de um títere no seu papel. O verdadeiro problema é a ugt ser a central da social democracia na versão ps no seu papel histórico: ajudar o patronato, promover a divisão e deixar os trabalhadores que acreditam nela sem defesa. 1º no cargo: Torres Couto, 2º João Proença 3º a criatura; todos bem na vida e prontos para mais palhaçadas ridículas mas dramáticas porque muitos vão acreditando neste reformismo que só conduz à falência dos direitos laborais.

    ResponderEliminar
  7. Deve ser isto o "soft power sagrado" da Europa de que fala a indigente Assunção Esteves...

    ResponderEliminar