quinta-feira, novembro 14, 2019

INforme-SE(mpre!)


Não há informação neutra.
Nestes des(en)graçados tempos de império do mercado (e abusiva manipulação do léxico), há a oferta e a procura de informação. Sendo a oferta avassaladora (criadora de vassalos…) e a procura geralmente desmunida de critérios de escolha, resignada por insu/deficiente formação.
Há 50 anos, vigorava o lápis azul da Comissão de Censura, que Marcelo (não este, o Caetano) crismara de “aviso prévio”, lancei um caderninho Informar/informar-SE/como?, que foi, como era de esperar, apreendido.
Não terá tido grande préstimo…
mas teve-o para uso pessoal, como frase-consigna adoptada (e alerta).



Lembrei-me disso, ao ler o avante! de hoje, leitura semanal com que procuro informar-ME, compensando outras informações que me procuram avassalar, ou ter da história e da realidade a representação gráfica e áudio-visual ao serviço de uma classe, condicionada pela correlação de forças.

Ora vejamos, em três exemplos:

(,..)
Não se pode ver/ouvir/ler toda a “outra informação”, posso ter estado pouco atento, mas nada vi/ouvi/li na comunicação social relativo a tal acontecimento edito/cultural promovido pelas editoras avante! e Caminho/Leya, dos livros Podem chamar-me Eurídice… (com prefácio de Ana Margarida de Carvalho e ilustrações de José Santa-Bárbara) e O Signo da Ira, que teve intervenções dos responsáveis das duas editoras, de José Manuel Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Escritores, e do filho mais velho de Orlando da Costa, que é, neste momento, primeiro-ministro.
Coisa pouca para ser informação…

 (...)
Ah!, é verdade!,… estes também estão lá!, dirá o leitor/tele-ouvinte não muito atento ou relativamente distraído com… “causas fracturantes”.
Estão, estão… e trabalham.

 (...)
Golpe de Estado?!
A ideia que foi sendo instalada, de tanto matraqueada é que Evo Morales se foi embora, e deixou tudo num caos. O ter sido eleito, por maioria absoluta, o ter sido contestada a eleição com manifestações “expontâneas”, o  ter recebido o convite-ultimato-sentença de breve execução, o ter sido insolitamente dificultada a sua viagem para o México, o ser tudo mais uma claríssim (embora com aspectos inovadores…) golpe de Estado, com auto-proclamação de presidente interino à-lá-guaidó venezuelano (inovação repetida!)… isso tudo é escamoteado na “outra informação” que nos invade a casa.

 A INFORMAÇÃO NÃO É NEUTRA!
MAS HÁ A QUE NÃO É INFORMAÇÃO… E É UMA... “COISA ASQUEROSA”
INFORME-SE!

terça-feira, novembro 12, 2019

Dos barulhos, da surdina e do silenciamento ensurdecedor

O início da legislatura resultante das eleições de 6 de Outubro, quando a grande, perdão... a enorme preocupação democrática é a de que tenham voz alta e sonante  os deputados eleitos em listas candidatas que não formam (ou se incluem em) um grupo parlamentar, assusta o silêncio ensurdecedor em que se está a transformar a surdina que, desde sempre, tem abafado  a actividade (e não só no hemiciclo!) de 2 grupos parlamentares.

  •  Em nome da legalidade e da legitimidade democráticas, tem de se exigir que o grupo parlamentar formado pelos membros do PEV(erdes), eleitos na Coligação Democrática Unitária, não sejam quase se diria humilhados (a título de mera referência é como se, na legislação anterior, os membros do grupo do CDS ou do PSD fossem como que inexistentes por terem sido eleitos em coligação PàF (ou lá como se chamava...);
  • Mesmo sabendo-se as razões, de classe, que estão por detrás de todas as manipulações, deturpações, agressões, silenciamentos das posições do PCP, há que as denunciar com toda a possível veemência; 
  • quando tanto barulho se faz sobre o que vai ser o início da legislatura, afirme-se com o som (da voz,  da tinta, do protesto) que, em 25 de Outubro: 
  •                                                                               

quinta-feira, novembro 07, 2019

Sobre há 102 anos o que veio há 2 anos ("tenho dito!"... e direi)

7 de Novembro - final da exposição na USO

Ao longo de uma semana, editaram-se aqui - entre outros - "posts" relativos ao Centenário da Revolução de Outubro, ilustrados com reproduções de caixas de fósforos comemorativas do 60º aniversário (1977).
Voltar-se-á ao tema, em razão da participação no assinalar da data na Universidade Popular do Porto mas, por agora, encerra-se a série, com o fecho da "conferência", o agradecimento a JM Poças das Neves pelo comentário para que o convidáramos, e que foi excelente, para as presenças que animaram a Universidade Sénior na oportunidade da abordagem.

Reproduzem-se os tópicos finais e, antes, repetem-se três das caixinhas de fósforos que ilustraram a série, relevando as palavras chave que nos remetem a 7 de Novembro de 1917:

PAZ, PÃO, TERRA   






"(...)
11.2. Duas perguntas
11.2.1. O que querem os seres humanos?

Vou terminar. Com duas perguntas. Que ficam como mais dois novos tópicos para reflexão. Se não de mais ninguém, minha.
·      Primeira: o que querem as mulheres e os homens?
Diria que, com base em relações sociais que não sejam de exploração, querem ausência de discriminação, a começar pela que existe entre homem e mulher. Citando Marx, numa carta a Kugelman que, há 140 anos, escrevia com talvez inesperado humor: O progresso social mede-se pela posição social do belo sexo (incluindo as feias…)”.

Diria ainda que os homens e as mulheres querem tempo livre, seu!, libertos das tarefas sociais adequadas e exigência para que as necessidades da comunidade  nacional e internacional sejam satisfeitas. Por isso, as questões do tempo de trabalho social, dividido em emprego da força de trabalho (manual e intelectual) e em tempo livre, quer no capitalismo (em que o tempo que poderia ser livre é desemprego, com precária ou inexistente protecção social… conquista que tanto se deve ao século xx ter sido o século soviético), quer em socialismo/comunismo (quando e sesão fulcrais.

11.2.2. Que nome terá o séc. xxi?

·      Segunda (e última!,) pergunta: se o século passado, o século xx, queira ou não quem assim não entenda, foi chamado o século soviético, que nome terá o século xxi?
Pergunta sem resposta pois ela vai depender, infinitesimamente, de cada um de nós."


seguiu comentário 
e debate

Uma reflexão para fazer reflectir

No Expresso-curto de hoje:


São as pessoas, estúpido!

07 Novembro 2019
Bom dia

A partir de três grandes acontecimentos a decorrerem em simultâneo, comecemos com uma pergunta, sem pensar em Eça, sem recorrer a Eça: o que é Portugal? Talvez ainda outra: Qual é o país que somos e no qual nos revemos? O do glamour da feérica Web Summit, para onde escorrem milhões, de onde se esperam milhões, onde nascem sonhos e pesadelos de sociedades futuras retratados ao minuto por uma comunicação social sedenta de palcos?
O país que pára para pensar no Fórum do Futuro, a decorrer no Porto, e onde esta semana se reflete sobre os sistemas de domínio e de libertação dos indivíduos e de tudo e todos quantos habitam um planeta ameaçado pela violência imposta à natureza, bem como sobre processos de subjugação e subalternidade, preconceitos, solidariedade entre povos, valores de justiça e dignidade? 
Ou o país que somos é aquele onde alguém, apesar de ter um emprego, não consegue sair da condição de pobre? São muitas perguntas à procura de respostas ancoradas em outras questões do Fórum do Futuro, como as dos valores de solidariedade, justiça e dignidade. 
O tema é complexo. O Governo apresenta como ambição maior situar aquele salário em €750 em 2023. Na reunião da Concertação Social de ontem os patrões da indústria, turismo e agricultura já vieram deixar claro que consideram aquele valor um exagero. Ainda sem propostas concretas, embora já se fale numa base de €625 a partir de janeiro de 2020, o que torna o percurso mais difícil, os patrões preferem, para já, ouvir o que proporá o Governo na próxima semana e em simultâneo deixam claro que, qualquer subida terá de implicar contrapartidas para as empresas. 
A CGTP tem desde o dia 1 de Maio a reivindicação de um aumento geral dos salários em €90, inclusive o salário mínimo, que deveria, segundo aquela central sindical, passar para €850, mas a curto prazo e não no horizonte de três anos. A UGT avança com os €660 a partir de janeiro próximo e €800 até 2023. O Governo, a quem compete definir o salário mínimo, não apresentou nenhuma proposta concreta na reunião, embora Ana Mendes Godinho tenha reafirmado o propósito governamental de chegar aos €750 em 2023, com definição ano a ano do valor daquele salário. 
Avancemos, então, com mais uma pergunta: qual o contexto em que é feita esta discussão? É o de um país, Portugal, com um dos mais baixos salários mínimos da União Europeia, não obstante as atualizações dos últimos quatro anos. A área de restauração e alojamento é aquela em que mais trabalhadores ganham apenas os €600 brutos do salário mínimo. Em termos líquidos ficam com €504 para viverem durante um mês. 
Portugal tem 2,2 milhões de trabalhadores com um salário líquido mensal inferior a €900. Este país com 400 mil empresas, das quais mais de 99% serão PME, compete com países como Espanha, onde o salário mínimo é já de €1 050. Há aqui um risco identificado por vários especialistas. A fuga de trabalhadores especializados pode acentuar-se se não for invertida uma situação de crescente aumento do número de trabalhadores a auferirem o salário mínimo. Decorre daqui um esmagamento do salário médio, ao ponto de não ser impossível o salário mínimo começar a transformar-se no verdadeiro salário médio nacional. De onde, o salário médio será, cada vez mais, mínimo. 
Regressemos, então, ao Fórum do Futuro. Na sua memorável participação, o ator e ativista Danny Glover (“A Testemunha”, “Silverado”, “A Cor Púrpura”), dizia esta terça-feira estarmos a viver “o momento de maior desigualdade no mundo”. Depois de denunciar “o processo de ganância” em curso, numa expressão bem norte-americana em que usa a palavra “F...”, perguntava se é assim tão difícil perceber que no centro das preocupações tem de estar o (F...) indivíduo, o seu bem estar e a sua dignidade.

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Reflicta-se, então! 








quarta-feira, novembro 06, 2019

Web Summit, por exemplo...


06.11.2019


(...)


Tenho acompanhado (de longe…) o Web Summit. E está a ser elucidativo do momento que atravessamos.

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Ontem, interessou-me a intervenção do Tony Blair, que ficará para sempre como um dos homens da vergonha da cimeira dos Açores – com o Aznar, o Bush e o Durão Barroso, o Aznar – para a “guerra do Iraque” a pretexto do que não existia se sabia e como se comprovou.

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Foi isto que ele cá veio fazer: achar que Brexit é ideia terrível e propugnar por um 2º referendo.

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 Que, se não der outro resultado, deverá, se possível…, vir a dar um 3º referendo e por aí fora… até ao referendo final.

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Esta democracia!... O grande, o enorme problema (para uma parte do capital transnacional, do imperialismo) é o pânico de que este Brexit se concretize e possa servir de exemplo ou estímulo.

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Mas, entretanto, há contradições enormes… há interesses capitalistas transnacionais com outra perspectiva: a da saída do Reino Unido da U.E. numa “guerra comercial”.

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Por outro lado, o Web Summit é (mais uma) rampa de lançamento das moedas digitais:a desmaterialização das moedas a todo o vapor.


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Esta é uma questão que começa a ser transcendente… filosoficamente.

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Tal como a Net fez da informação a não-informação ou a fake-informação, pervertendo os meios de informação transformando-os em meios de manipulação de consciências, as Web Summit e outras moengas (a)parecidas poderão fazer do dinheiro (temporariamente… com os séculos contados…) o não-dinheiro, o não instrumento ou meio de troca das coisas… MATERIAIS!

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Será a metafisicação dos meios-instrumentos de troca.

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Valha-nos nossa senhora de Fátima (perdão, da Cova da Iria).

De regresso ao Aljube (mais uma vez)

Já que estou em maré de notícias que são sobretudo pessoais... mais uma:

Na programação da actividade do Museu do ALJUBE-RESISTÊNCIA e LIBERDADE, foi incluída uma sessão, em Vidas na Resistência:

Conhecendo os "cantos" à casa (antes de ser museu!), irei com todo o gosto e vontade de contar histórias da resistência. E vem mesmo a tempo de um caderno acabado de sair da tipografia (para oferta a amigos... e a quem estiver interessado):



O Centro de Documentação Joaquim Ribeiro-Zambujal

Uma "grande" notícia (dada por um grande amigo, o Joaquim  Veríssimo):

Assinado auto de consignação para execução do Centro de Documentação Joaquim Ribeiro

 4 Novembro, 2019
O Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Miguel Albuquerque, assinou na manhã de 04 de novembro, o Auto de Consignação relativo à execução dos trabalhos de reabilitação para o Centro de Documentação Joaquim Ribeiro, estrutura que vai nascer no edifício devoluto da antiga Escola Primária de Zambujal.
O projeto de execução, adjudicado à empresa oureense SOCRINEL – Sociedade Construtora Irmãos Neves, Lda, contempla uma intervenção interior de adaptação à nova funcionalidade do espaço e de resolução de algumas patologias detetadas. O Centro de Documentação Joaquim Ribeiro terá duas salas principais (Tertúlia e Biblioteca), um espaço de cafetaria de apoio, vestíbulo, área de arrecadações de apoio e instalações sanitárias. O objetivo da intervenção passa por manter a traça e identidade do edifício original, tanto a nível exterior como, sempre que possível, interior.
Será também tida em conta a eficiência energética do edifício, através da implementação de isolamento adequado, seleção de iluminação e substituição integral de todos os vãos. Será instalado material com bom comportamento acústico nas duas salas principais e no capítulo das acessibilidades, o projeto reflete com rigor o cumprimento das respetivas normas regulamentares. Exteriormente a intervenção resume-se a trabalhos de manutenção, limpeza e pintura das alvenarias e serralharias.
O Centro de Documentação Joaquim Ribeiro resulta do protocolo firmado entre o Município de Ourém e o munícipe Sérgio Ribeiro, que definiu a doação do acervo documental e bibliográfico do antigo eurodeputado e membro da Assembleia Municipal à autarquia.
O projeto do Centro de Documentação Joaquim Ribeiro, uma homenagem ao pai de Sérgio Ribeiro, tem uma estimativa orçamental na ordem dos 137 mil euros e um prazo estimado de execução de 120 dias. O acervo que aqui será disponibilizado para visita e transmissão de conhecimento é em grande medida sobre a União Europeia, Economia e a História do Concelho de Ourém.

Com um sentimento de alegria,
só me lembra o título de um livro:
Qui cherche, trouve, de Iline e Segal,
lido há muitas décadas 
e que traduziria (`"à maneira"...
quem espera - e luta! - alcança.

segunda-feira, novembro 04, 2019

Guiné-Bissau (24.11.19) - páginas de um diário

(...)

04.Novembro.2019

No meio de tanta coisa, envolvido/invadido por tanto facto – verdadeiros uns, falsos outros, manipulados todos –, detenho-me nas eleições da Guiné-Bissau, marcadas para 24 de Novembro.

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Embora o tema me desse para longas memórias e reflexões só aqui deixarei breves notas… porque tudo o resto não permite que me deixe ficar.

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Das conversas com a Danda, das informações que ela nos vai dando, a Zé assinou a petição pública para apoio à candidatura de Domingos Simões Pereira (DSP) à presidência da Guiné-Bissau.

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Parece-me um erro, não (de nenhum modo!) o apoio da Zé a DSP mas a criação de uma petição pública em Portugal para apoio a um candidato a presidente da república de país outro parece-me ser usar inadequado meio.

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Claro que não será essa opinião de quem promoveu a petição, mas considero que apenas se deveria utilizar esse meio para mobilizar por forma a pressionar órgãos de decisão política no sentido de legislar ou de tomar determinadas posições.

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Mas adiante…

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O caso é que a situação me aguçou a vontade sempre latente de acompanhar a evolução sócio-políticada Guiné-Bissau.

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Sou do tempo em que era crime de “traição à Pátria” apoiar a luta dos povos das colónias portuguesas pela sua auto-determinação, do MPLA, da FRELIMO, do PAIGC.

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 (desfazados na idade – dez anos de diferença – fui colega em Económicas de Vasco Cabral, e depois dele camarada e amigo… porque a luta era a nossa primavera).

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Muito li e aprendi com Amílcar Cabral e sofri, como toda a humanidade e mais o português que era e sou, o assassinato desse guineense ca mori!.

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Depois, e não muito depois. a minha primeira missão de cooperação a seguir ao 25 de Abril de 1974 foi ao País que não esperou por esse dia libertador de todos nós para proclamar a sua independência (em 24 de Setembro de 1973).

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Primeiro, com e pelo consórcio empresarial Cetel-Norma – por via do colega e amigo comum de Vasco Cabral, Esteves Belo – mais tarde pela OIT.

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E lembro os “grandes projectos” – complexo agro-industrial do Cumeré, Citröen Facil-à-faire, auto-estrada para aeroporto… a “utopia” de Luís Cabral.

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(… mas cá estou eu nesta incansável saga de contar-me o que/como vivi…)

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Ainda lembraria, por estarem sempre presentes
i)                o artigo na revista Terceiro Mundo  sobre cooperação (afirmando o dever esta ter o objectivo de se tornar dispensável),
ii)               a cisão do PAIGC e a criação do PAICV, quando estava em missão em Cabo Verde,
iii)             o livro (pouco oportuno?!) A unidade no pensamento de Amílcar Cabral (escorado na arma da teoria e na prática revolucionária),
iv)             a importância determinante das cooperações-OIT para a tese de doutoramento-a planificação dos recursos humanos no desenvolvimento dos países em desenvolvimento (a premente questão do recenseamento da população e das etnias na Guiné-Bissau e na Grande Guiné).

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E assim leio a entrevista, no último Expresso a candidato às eleições de 24 de Novembro para presidente da República da Guiné-Bissau (e actual ocupante do lugar), e avalio-confronto o que diz com as informações que disponho e vivências nos lugares e com as gentes (estadias e colaboração na Feira do Livro de 2014); e pasmo com a incongruência de um presidente que se diz sem poderes executivos mas governa demitindo e nomeando governos (7 em 5 anos!), que se coloca a si na História, usando como suas armas o combate à corrupção e ao tráfico de droga… que continuam a dominar a actualidade guineense.

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Não sendo guineense, sentindo-me guineense, sem querer avançar com opiniões e opções que não posso (e muito menos devo) expressar, acompanho com enorme interesse o que se passa e desejo, como cidadão também do mundo, que o legado de Amílcar e do PAIGC se reforce nestas eleições.

sábado, novembro 02, 2019

Chile... LINDO



Lembrando Setembro de 1973
há 46 anos!
O que nós chorámos...
e com que força a luta continuou
até Abril de 1974
e continua!

quinta-feira, outubro 31, 2019

Cá estamos!

INTERVENÇÃO DE JERÓNIMO DE SOUSA NA ASSEMBLEIA DE REPÚBLICA

«Cá estamos para fazer avançar as condições de vida e o desenvolvimento do País. 

É esta a garantia que os trabalhadores e o povo podem dar como certa»