terça-feira, dezembro 12, 2017

PELA PAZ E PELO DESARMAMENTO

CPPC realiza Assembleia da Paz
e sessão pública pela proibição das armas nucleares
O Conselho Português para a Paz e Cooperação promove no próximo sábado, 16 de Dezembro, uma sessão pública sobre a paz e o desarmamento, inserida na campanha «Pela Paz, pela Segurança, pelo Futuro da Humanidade – Pela Assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares», actualmente em curso. A sessão, decorre nas instalações da Escola Profissional Bento de Jesus Caraça (Rua Victor Cordon, 1, Lisboa) e tem início marcado para as 14h30.
Participam, para além de dirigentes e activistas do CPPC, membros de diversas organizações e movimentos sociais e representantes diplomáticos, o presidente da Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos, Jean Paul Lainé, e o físico e membro da Presidência do CPPC, Frederico de Carvalho.
Nesta sessão, como na campanha que a enquadra, estarão presentes temas como a dimensão e potência dos actuais arsenais nucleares, as consequências da utilização de armas atómicas e de uma guerra nuclear, os principais riscos para a paz no mundo de hoje e a necessária acção dos defensores da paz visando a eliminação deste tipo de arma de destruição generalizada e dos riscos a ela associados. Será sublinhada a importância do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, aprovado em Julho por 122 países participantes na conferência da Organização das Nações Unidas reunida para o efeito, que se encontra aberto à subscrição e ratificação dos países membros da ONU.
Desta campanha consta uma petição, a decorrer fisicamente e também online – que pode ser assinada aqui http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares – na qual se apela às autoridades portuguesas para que subscrevam e ratifiquem o Tratado.
Antes, na parte da manhã, realiza-se no mesmo local a Assembleia da Paz do CPPC, que tem como objectivos a aprovação dos relatórios de actividades e contas do biénio 2016/17, a aprovação do plano de acção para os próximos anos e a eleição dos novos órgãos sociais do CPPC. Entre ambas as iniciativas tem lugar um almoço-convívio no refeitório da escola. As inscrições devem ser feitas desde já por telefone (213.863.375) ou correio electrónico (conselhopaz@cppc.pt).




domingo, dezembro 10, 2017

sexta-feira, dezembro 08, 2017

2017 - ano de centenários!... tantos (nossos) a não esquecer!











































































"...e aceitai o nosso agradecimento",
colectivo (e de que tenho o privilégio pessoal)
à Catarina, à sua valiosíssima herança (e herdeiros),
à bela e merecida página...
de jornalista anónimo!

quinta-feira, dezembro 07, 2017

USA e... Jerusalém



quando o cínico mediador
se denuncia perigoso provocador

segunda-feira, dezembro 04, 2017

Consumada a nomeação, reiterada a posição

Com clareza!


(clique em cima se quiser - queira!...- ler  bem)

Em política, não haverá arma mais letal
que a das ilusões (comodiria não sei quem),
criadora, num prazo incerto, de desiludidos
 logo esquecidos de quem (e porquê) os iludira 

Jerónimo sobre Centeno


O título (a "bota") a não dar com 
o dito e transcrito (a "perdigota"):
"não vai mudar  nada"?
em lugar de
"... o país não gamhou mada com isso..."!

domingo, dezembro 03, 2017

Falar de revolução


100 ANOS DA REVOLUÇÃO DE OUTUBRO DE 1917
DEBATE: FALAR DE REVOLUÇÕES NO CENTENÁRIO DE OUTUBRO, 
por Manuel Loff
05 DEZ (TERÇA-FEIRA), às 18h., na UPP, Rua da Boavista, 736 
O conceito "revolução" enquanto conceito operativo de leitura da história, apesar de todas as tentativas de a transformar em excrescência histórica sem lugar no mapa das expetativas dos povos, continua a ocupar o papel que lhe corresponde na perceção dos processos sociais. De como o usamos depende, não só a (re)construção da nossa memória pessoal e coletiva, mas, sobretudo, a viabilidade da sua (re)emergência como fenómeno histórico.

É sobre este conceito é o seu uso que convidamos para o debate.     

sábado, dezembro 02, 2017

Arrufam-se as comadres... iluminam-se as verdades



A proposta do BE incidia sobre todos os produtores de energias renováveis, com destaque para a EDP, que detém uma quota de mercado de 25%. Do total de 250 milhões de euros que seriam arrecadados com a taxa extraordinária, visando a extinção da dívida tarifária do Sistema Elétrico Nacional, caberia à EDP pagar cerca de 60 milhões de euros. A mesma empresa onde trabalham vários ex-governantes do PS.
Desde logo António Vitorino, ex-ministro da Defesa Nacional, que é membro do Conselho Geral e de Supervisão da EDP e presidente da Mesa da Assembleia Geral da EDP. O vice-presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP é Luís Amado, outro ex-ministro da Defesa Nacional (e ex-ministro dos Negócios Estrangeiros) em governos do PS.
Augusto Mateus, ex-ministro da Economia, também integra o Conselho Geral e de Supervisão da EDP. Quanto a Francisco Seixas da Costa, ex-secretário de Estado dos Assuntos Europeus, desde abril de 2016 que exerce o cargo de administrador não-executivo da EDP Renováveis, onde estão concentrados os negócios da EDP no setor das energias renováveis.
Por sua vez, João Marques da Cruz (administrador executivo da EDP) não é um ex-governante, mas é um militante do PS e apoiante de Costa. Na noite de 28 de setembro de 2014, Marques da Cruz festejou a vitória de Costa nas eleições diretas contra António José Seguro, empunhando uma bandeira do PS junto ao Fórum Lisboa (quartel-general da candidatura de Costa), como relatou na altura a Rádio Renascença.
“Estas eleições são a prova de que quando os partidos se abrem às pessoas, a adesão é sempre boa. Nasce um novo ciclo para o PS e para o país”, disse Marques da Cruz. “Numa campanha em que as acusações de promiscuidade entre negócios e política foram feitas a António Costa, nomeando apoiantes que o personificam, sendo Marques da Cruz administrador da EDP, não se sentiu atingido?”, perguntou a jornalista da Rádio Renascença. “Separo totalmente as minhas responsabilidades como cidadão e profissionais. Estou cá como cidadão,“ respondeu Marques da Cruz.
Enquanto administrador da EDP, desta vez Marques da Cruz também terá festejado a vitória de Costa sobre a proposta do BE, negociada por Jorge Seguro Sanches, atual secretário de Estado da Energia (e, por ironia do destino, primo de António José Seguro).
Muitos outros ex-governantes ou ex-políticos (do PS, como do PSD e do CDS-PP) foram recrutados pela EDP (antes e depois da privatização) ao longo das últimas décadas. Por exemplo, o atual presidente executivo da EDP, António Mexia, foi ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações num Governo de coligação entre o PSD e o CDS-PP. Aliás, Mexia foi nomeado presidente do Conselho de Administração da EDP em 2005, menos de um ano depois de ter cessado funções governativas. E o presidente do Conselho Geral e de Supervisão, Eduardo Catroga, foi ministro das Finanças do PSD.
Mais discreta foi a passagem de Vital Moreira (ex-deputado e ex-eurodeputado do PS) pelo Conselho de Supervisão da EDP, entre 2007 e 2009. Curiosamente, Moreira foi uma das vozes do PS que alertaram nos últimos dias para os riscos inerentes à proposta do BE. “Iria gerar seguramente pedidos de indemnização por responsabilidade extracontratual do Estado“, sublinhou Moreira no dia 28 de novembro, em texto publicado no blogue “Causa Nossa”. “Que o BE tenha congeminado esta brilhante solução de ‘expropriação por via fiscal’, isso faz parte do irresponsável radicalismo antinegócios, típico da agremiação. Que o PS se tenha associado a ela até quase ao final, caindo na tentação da leviandade política, de que só à última hora recuou, já é bastante mais inquietante. Afinal, o esquerdismo pega-se por contacto”, escreveu Moreira, antigo militante do PCP.


Diz-se cada coisa, ao fugir a boca para as verdades!
Por estes caminhos, ainda se revelam ligações
entre a social-democracia e o esquerdismo
na preservação do capitalismo!