sexta-feira, setembro 12, 2008

Ainda a propósito de 11 de Setembro

Sem pretender esgotar a efeméride de 11 de Setembro, e na que referi incluindo todas as vítimas do da violência fascista e do terrorismo, ver também sobre 11 de Setembro de 1942, data da morte de Bento Gonçalves no Campo de Concentração do Tarrafal.

16 comentários:

Anónimo disse...

-É pá, ainda não acertastes o preço das explicações, com o cu-muna e já as estás a dar, de borla!...toma cuidado que o gajo depois não te paga pelo valor de uso ou será de troca! -Já estou confuso.
a.ferreira

Antuã disse...

Recordemos Bento Gonçalves e a dádiva da sua própria vida e deixemos os cu-munas a espumar de raiva nazi.

Justine disse...

E ele bem merece a homenagem e a nossa recordação.

Jos� Manuel disse...

Talvês a melhor forma de honrar a memória de Bento Gonçalves,seria públicar os seus escritos realizados de 1929 até 1935,ou seja antes do 7ºcong.da I.C.,e verificar o seu pensamento revolucionário e compara-lo com o que o PCP,agora defende,talvês assim posseis aprender algo sobre o comunismo.

Anónimo disse...

É melhor releres os textos de Bento Gonçalves, novamente e tomaras em consideração a época e condições objectivas e subjectivas em que foram escritos.
A realidade camarada a realidade as condições as condições as possibilidades e as aventuras cuidado, muito coidadinho a história já mostrou que tomar o desejo pela realidade pode sair caro. Muito caro...
a.ferreira

Coluna disse...

Pois é, camaradas e... cambada! Fui dar um pulinho à "longa marcha BEs" contra a precaridade e ia LEVANDO PORRRADA!

Parece mentira, mas é verdade. Quando comecei a gritar uns impropérios contra o Márocas Soares (inventor dos recibos verdes no ano de 1983) levei uns safanões do guarda-costa do Louçã, por estar a querer "inquinar a unidade da esquerda". A sorte foi que me fiz passar por ingénuo e eles precisavam de figurantes na Praça das Nações. Já no restaurante de Setúbal, pra morfar umas gambas - acreditem! - não faltaram os figurões...

E atenção: começámos por ser dúzia e meia de idiotas com um boneco às costas a "marchar" plo Parque das Nações à beira Tejo e por entre os jardins, mas nem foi mau de todo: apesar do ridículo da cena circense, a brisa corria ligeira. Depois do passeio foi tempo de jantarada e acreditem: por 10 € nunca comi prato principal que chegasse aos calcanhares daquelas entradas de morcela... Huuummmm!!!! A sobremesa já foi pior: O FranCHICO ESPERTO tentou mandar umas piadas no meio do discurso... Serão conselhos dos acessores de imagem? Não sabemos, mas fica o aviso: mantenha o tom de frade jesuita - é mais a sua onda.

De qualquer modo, termino depressa que o tempo é escasso e amanhã temos umas "performances" no jardim do Barreiro logo pelas 10h da matina. Aliás, plo que vi do programa da "longa marcha" BEs contra a precaridade, este e o próximo fim de semana serão passeados entre feiras, mercados e empreendimentos do Bélmiro de Azevedo. Porquê do Bélmiro de Azevedo? Não sei... talvez por ser fácil, talvez porque o Bélmiro enganou a família Louçã há 30 anos ou talvez porque o Américo Amorim pague saborosas morcelas. Quem souber que o diga e quem está de fora que tire à sorte.

De qualquer modo, conheci o jovem deputado José Soeiro e, sobretudo, conheci as opiniões dos seus "camaradas".... mas amanhã conto mais!

j.m. disse...

As realidades que sairam muitas caras foram aquelas que aconteceram aos povos da ex-urss, com a degenerescência e o retorno ao famigerado sistema capitalista,começado em 1956 no 20ºcong.,no qual os dirigentes do pcp, nunca tiveram a coragem de denunciar,cujos resultados hoje estão bem patentes com o que se passa nas antigas républicas soviéticas.
Realidades caras, foram aquelas que aconteceram no Chile,graças às ideias de transição pacifica para o "socialsmo"(milhares de mortos e desaparecidos",ideias essas que infelizmente ainda hoje o Partido defende quando propõe um politica de "esquerda"assente numa base económica capitalista,como se isso fosse possivel,(mas nunca esclarecendo,com que forças e partidos esse governo era constituido).Evocam os "erros"da tragédia,mas não estão interassados a identifica-los nem aprender com as derrotas,porque têm medo que os militantes tomem consciência dessa situação e coloquem as orientações do partido em causa.
Quanto a época quero relembrar, que vivemos a época do imperialismo e da revolução proletária,como a defeniu Lenin,há 90 anos,o que não existe na época actual e essa é a razão do nosso atraso é Partidos Comunistas autênticos e revolucionários para conduzir esse processo,mas esse é um trabalho que compete aos comunistas realizar e não a outros.

samuel disse...

Não me ocorre nenhum comentário diferente do que já deixei no "Cravo de Abril", a propósito da figura de Bento Gonçalves.

"Mais um dos grandes exemplos que tanto infernizam a vida e as consciências dos que os não têm para dar."

Grande abraço

José Rodrigues disse...

No "ver também" gosto do que o Chico Miguel escreveu:
"Para comunistas ou não comunistas,Bento Gonçalves foi sempre o amigo,o camarada sempre disposto a prestar a sua ajuda a quem dela precisasse"

Aprender,Aprender sempre...J.M.
já dizia o Vladimiro!

Anónimo disse...

-Para o Zé Rodrigues.
-O camarada se o és? tenho as minhas dúvidas!... mas em frente marche, há que cercar o inimigo para o assalto final...eu que fiz a tropa não em Lanceiros 2, mas no ex. Regimento de Tropas Pára-Quedista, hoje ou já na altura ETP nos idos de 79....
....isto tudo para te propor que logo que comece o assalto ao Poder... ou horas antes faças parte de minha brigada que efectuara um "golpe de mão" no centro de comando das tropas adversárias... já te aviso que a operação é de altíssimo risco mas imprescindível para o bom êxito do movimento rebelde...
a.ferreira, numa de lunático.
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Agora a sério:
E se relesses novamente a revolução de Outubro, se tomasses em conta a época e condições se desses uma vistinha de olhos sobre as NEP e o porquê da sua necessidade enfim se fizesses isto tudo mas antes toma um comprimido para a febre, e lê ou rele o que te aconselho mas com uma toalha humedecida em água bem fria encostada na testa.
Sobre o resto nem resposta levas. -Ora toma que é democrático-
a.ferreira

Sérgio Ribeiro disse...

"... o Partido defende quando propõe um politica de "esquerda" assente numa base económica capitalista...", onde?
Aconselho a leitura das declarações políticas dos últimos congressos e as teses em discussão para o 18º, discussão em curso e aberta a quem o quiser fazer seriamente e não a partir de preconceitos. pressupostos, nenhum estudo e apenas caricaturas.
Fazem de nós uma caricatura e atacam-nos pela caricatura que fizeram de nós, dizia Lenine, o tal Vladimiro.
Saudações amistosas a todos os de "boa fé".

pedras contra canhões disse...

um jornal "de referência" assinalava a morte de bento gonçalves, sem referir sequer (nunca imaginei que fosse possível) que foi Secretário-Geral do PCP, aliás, o primeiro SG comunista do partido. Dizia apenas que era um anti-fascista e que lutava pelos direitos dos trabalhadores(!!!)

Pintassilgo disse...

É preciso ter paciência para aturar fascistas e revolucionários de esplanada!

j.m. disse...

Mas a dita "politica de esquerda"assentes nas propostas de ruptura com as politicas de direita do governo,não são na actual base económica burguesa capitalista? então em que base é? Não se trata da tal visão económica e politica de apoio aos pequenos e médios capitalistas do qual o Sérgio é um defensor intrasigente,como meio de combater a actual estagnação económica,inseridas na prespectiva anti-monopolista e que o partido quer fazer crer aos militantes que se trata de uma politica de esquerda. Concerteza que de outra base económica não se trata,porque em alternativa a esta, só pode ser a socialista e neste caso esta já é de esquerda.Mas já agora gostaria de saber,caso o Sérgio queira ter a amabilidade de me esclarecer,visto que até é professor de economia,de que base se trata então?E como pensão fazer essa ruptura com as "politicas de direita" e conseguir a tal "politica de esquerda" Será pela via revolucionária como indicam os clássicos do Marxismo-Leninismo,ou pelo respeito da ordem burguesa,atravês da via parlamentar?


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Anónimo disse...

-Mas que grande bronca!...o Zé Rodrigues,desculpa lá. -Não era para ti, era para o outro Zé mas Manuel e não Rodrigues, mais uma vez as minhas desculpas. -Isto de escrever a correr para o autocarro dá destas coisas!
Um abraço para todos.
a.ferreira

Sérgio Ribeiro disse...

Eles - ambos os dois... - perceberam, ó camarada A. Ferreira.