segunda-feira, abril 07, 2014

Os maquiaveis de trazer pelo corredor

Durão Barroso está na dele. A preparar o que melhor lhe vier a caber. Como lhe vem de pequenino, quando pensou que o caminho era o da revolução, já!
Depois destes mandatos na Comissão, com o grande (e único) mérito de ter deixado o governo desta Nação (após a abertura das suas portas para o encontro dos cúmplices da guerra do Iraque), depois desses mandatos com a nefasta consequência de ter ido desgovernar o conjunto de  Nações que não têm, nem deverão ter!, governo conjunto, aí está ele a preparar o seu futuro. Jogando forte, e cheio de tácticas e expedientes. O facto é que anda nas "primeiras", fazendo falar de si, arranjando polémicas, e etc. 
Não quereria contribuir para esse falatório, mas há coisas que me parecem exigir esclarecimento, denúncia dessas "grandes manobras". Em que se inclui o seu prefácio às edições francesa e inglesa de A crise da Europa, de Abel Salazar, que promoveu ou estimulou. E de que senti a necessidade de comentar em publicação recente:




«(...) Li o prefácio de Durão Barroso, naturalmente com redobrada atenção.
Sem querer entrar pela via de processo de intenções, parece-me haver um claro propósito do presidente da Comissão Europeia de aproveitar(-se d)esta obra de Abel Salazar, de que teria tido conhecimento recente. E esse aproveitamento está bem patente no prefácio (ou opening message, ou note d’ouverture) que escreveu, em seis páginas, com destaque na capa (bem como dos respectivos tradutores).
Nessas páginas, Durão Barroso começa por valorizar as características de democrata, republicano e antifascista de Abel Salazar, português, cientista, escritor, conferencista e pintor. E refere a sua coragem e as consequências que essa coragem de se afirmar democrata e antifascista lhe provocaram.
Sublinha, depois, que Abel Salazar se coloca, sem ambiguidades, numa perspectiva em que a história é a tomada de consciência da nossa própria evolução, citando os seus termos sem o citar com o rigor indispensável[i] (tal como está nas traduções e sobretudo na edição francesa).
Diria (e já o disse, citando com rigor) o mesmo, assim como o sublinhado de que, para Abel Salazar, se trata de convidar os leitores a uma reflexão sobre a “história da civilização”.  
E aqui nos afastaríamos, Durão Barroso e eu, enquanto leitores e/ou prefaciadores de A crise da Europa, e um de nós de Abel Salazar.




[i] - “A causa fundamental de todo o movimento do homem e da história é ainda e sempre a experiência que se totaliza. Esta e a energia criadora do homem bastam para explicar toda a mecânica da história; porque o homem, só pelo facto de viver e de criar, totaliza experiência, e esta, totalizando-se move toda a história.” – página 57 

(...)
«(...) o que considero “pecado original” de confundir Europa com União Europeia toma foros de quase “pecado mortal” quando Durão Barroso tem o desplante de, na sequência desse seu “passe de mágica”, escrever – a propósito de A crise da Europa, de Abel Salazar!!! – que “estamos a completar o que tinha ficado inacabado do Tratado de Maastrich dando à união monetária uma credível contrapartida económica (na tradução do inglês… ou uma pingente economia credível, na tradução do francês)”. O que é escrito em 2013, e publicado e lançado em vésperas de “eleições europeias” em que, quase diria desesperadamente, se procurará credibilizar o que terá perdido toda a credibilidade.
Pelo que não será de estranhar que, já neste ano de 2014, essa prefaciação de edições em francês e inglês sirva para iniciativas de promoção em que o presidente da Comissão é protagonista, e que se inserem numa campanha bem orquestrada a fazer acreditar que a crise está a ser ultrapassada, que Portugal é um exemplo (quando não “milagre”!) num esforço para evitar que as eleições sejam, pelo tema e pelos resultados, um revés ou a negação daquilo em que se quer que os “cidadãos europeus” acreditem e suportam.
(...)
«Para mais, se é certo que  Durão Barroso faz algumas citações de Abel Salazar e do seu A crise da Europa a sua “leitura” e aproveitamento parecem-me perversos por se moldarem à estratégia que tem sido seguida, embora ziguezagueante, no processo de integração europeia de Estados cujas correlações de forças nacionais e de classe exigem que se considerem capitalistas.
As nações continuam a ser o centro da(s) vida(s) política(s) e a passagem da interNACIONALização à supranacionalidade, a uma macro-estrutura futura não é de um caminho único moldado ou modelado por uma União Europeia pois, como muito bem sublinhava Abel Salazar, ainda estamos na fase de “prelúdios desse conceito futuro, de tentativas de definição do que é impossível definir (…)”  e previa que “o novo conceito actualmente (em 1942 e em 2014) em potência, mas não actual, no Sistema Europeu, levará por seu turno muitos séculos a definir”.
Pelo que o anúncio da morte das nações (enquanto Estados-membros e soberanos) é prematuro e não é mais que uma arma estratégica que combate soberanias nacionais, e que procura descentrar a luta política de onde os povos são os protagonistas decisivos, mobilizados pelas consequências que têm nos viveres as formas como o capitalismo procura manter relações sociais, que não superam as contradições que engendram.»

domingo, abril 06, 2014

Para este domingo



Há-de chegar!
Vem a caminho... 
vê-se nas árvores do quintal!

sábado, abril 05, 2014

Sobre a Constituição e outras considerações do dia-a-dia

Neste sábado de manhã, ao recomeçar (e rever) últimos dias de agora, pareceu-me pertinente trazer para aqui, para o anónimo, comentários e reflexões que lá deixei. Também aqui ficam:

02.04.2014
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E marcho para Lisboa!

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Para Lisboa, marchei… com guia da dita.

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Para ir à Soeiro – levar livros e à procura de Vértices para comprar e que parece que lá não chegam –, e para ir assistir à sessão comemorativa da Constituição na Assembleia da República, iniciativa do Partido muito pertinente, muito oportuna-   

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E, claro…, a pretexto dos netos, ou melhor, ou vice-versa, ou seja... estou sem saber o que é pretexto de quê !

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Além disso, este dia 2 de Abril também me diz muita coisa pois foi há 40 anos que passou na Rádio Televisão Belga-Francófona (RTFB) o programa 8milhões8 do Josy Dubié, a que dei toda a colaboração – e a cuja montagem e transmissão assisti – e que teria sido uma das “razões” para a minha prisão a 18 de Abril.

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Episódio que, só por si, justificaria uns volumes de dias de agora.

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E o qual já aproveitei para “Somos todos netos de Abril”, e ficaram umas notas no “50 anos de economia e militância”

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… que começa a exigir actualização.

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Pois se já lá vão 58 anos de.

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No dia de hoje, ainda voltei da AdaR, e da sessão que amanhã comentarei, numa correria – o Citroenzito portou-se muito bem numa viagem em que não olhei aos consumos – para assistir à nossa sessão de cinema no Centro de Trabalho.

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O filme – Biutiful, do Iñarrique – é um documento muito duro, mesmo violento… mas carregado de ternura, de humanidade no meio da desumanidade em que vivemos e que o filme nos revela cruamente.

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Boa escolha do Pedro, que justificaria uma presença de mais do que 5 assistentes.

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E comentários, a partir do papel que o Pedro distribuiu.

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Mas “as coisas” estão assim, e há uma espécie de “tsumani” desideológico que também nos atinge e, particularmente grave, atinge as camadas das massas que mais necessitariam de teoria/ideologia para a tomada de consciência que leva à luta consequente.

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Tomada de consciência que impeça o avanço das mobilizações espúrias, fascistas, ao serviço da classe exploradora, racista, xenófoba, violenta, mobilizações contra si própria da classe explorada, fraterna, solidária, a classe “nossa”, que existe, objectivamente, e a si se desconhece.

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Mobilizações que por aqui ainda não terão grande expressão – 48 anos de vacina? –, mas a que não estamos imunes, e para que os exemplos “lá de fora” nos deveriam alertar.

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03.04.2014

Mais um dia dedicado à Constituição.

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,, ,,Porque a sessão de ontem, transbordou para hoje.



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Sessão que me pareceu muito interessante, mas que “soube a pouco”, tal como desenhada a iniciativa, sem intervenção dos assistentes.

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No objectivo de “homenagear os militares” e de sublinhar, oportunamente, o nosso lema, “os valores de Abril no futuro de Portugal”, julgo ter cumprido o seu papel.

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As intervenções – do Domingos Abrantes, do João Oliveira, do Pedro Guerreiro e do Jerónimo – pareceram-me tarefas bem divididas – enquadramento histórico, quadro jurídico parlamentar, posição partidária, de classe e afirmação política –, agradando-me mais umas que outras, obviamente.

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Assim se tratou das 4 vertentes da democracia que a Constituição consagrou, e continua a consagrar (apesar dos 7 atropelos das revisões centro-direita) – a política, a económica, a social e a cultural –, e mais uma, a nacional, a da soberania, que também lá está consagrada.

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A comunicação social, ao que ouvi na viagem de regresso, também cumpriu os mínimos dos serviços mínimos, o que é bem mais do que foi relativamente à “renegociação da dívida” em que se procura o nosso apagamento total, afogando-nos nos “70 do manifesto”.

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Ao que temos de reagir para que não se instale que ou estamos isolados, ou vamos a reboque das “personalidades”.

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Ora é exactamente o contrário, e sem que, no seu atrelamento a nós, as “personalidades” abandonem o seu posicionamento de classe, outra que não a nossa, ou aclassista (se é que há disto!)

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Mas também hoje foi “dia da Constituição” para mim, aqui  em Ourém, porque, de manhã, participei numa interessante sessão no auditório da escola secundária de Ourém e ela, a CRP esteve no centro.

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Fora convidado, para iniciativa ao jeito de audição, por um aluno do 12º ano que quer fazer a sua PAP de fim de curso com base na discussão do art. 13º da CRP (da igualdade), tendo como tema a homossexualidade.

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O outro auditado convidado foi o Paulo Fonseca, que não se portou nada mal, com a sua proverbial habilidade “encantatória” de verbalizar.

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O meu contributo mais importante teria sido o de trazer ao debate – que houve! – a CRP, o seu art. 36º (família e filiação), e a mudança de que é feito o mundo e a vida.

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Falei, como pai e avô, para filhos/as e netas/os.

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Acho que correu bem… pelo menos para mim, que “arrumei” algumas ideias-chave sobre o fluir da História e os preconceitos que vão sendo, lentamente – a ritmo de caracol… –, vencidos.

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 Depois, à tarde, nas aulas da Universidade Sénior, voltei à, ou continuei na senda da Constituição.


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Estava embalado…

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Em cidadania, “expliquei” as constituições e o seu papel, e aproveitei as intervenções de ontem, salientando a questão das revisões, referindo a parte económica em geral e o primado da legislação, com a mudança da nacional para a comunitária.

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Em oficina, contei algumas histórias, a partir e na sequência da sessão da manhã na escola secundária.

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Fiz uma distribuição do meu livro pelos interessados… que foram todos os “alunas” e mais o José António.

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Há um texto da Maria Luísa, em resposta ao meu desafio, a reter.

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Com “toques” meus, na prerrogativa de “mestre da oficina”, vou passá-lo “a limpo”,
Esta é a madrugada que eu esperava
o dia inicial inteiro e limpo
onde emergimos da noite e do silêncio
e livres habitamos a substância do tempo
Sofia de Mello Breyner

Recordar o 25 de Abril!
Ter vivido o 25 de Abril!
Anos esperando uma revolução inevitável com a sombra do medo a pairar sobre nós: revolução soa a tiros, mortes, guerra – um inferno
e no entanto
“… a madrugada que eu esperava”
foi o despontar de um
“… um dia inteiro e limpo”,
tão limpo, tão belo, ingénuo até.

- qual o caminho mais perto para o Terreiro do Paço?
e de repente a coluna pára – sinal vermelho! – e o velho carro eléctrico da madrugada passou indolentemente

E o povo saiu p’rá rua
“... onde emergimos da noite e do silêncio.”
Estalámos de alegria, recados de boca em boca, e as árvores encheram-se… não de frutos mas de gente com ânsias de ver, de saber, de participar, Gente que fez ouvidos moucos às ordens de ficar ou de ir para casa, que “assaltou” os carros de combate, que encheu de cantos as praças e as ruas de Lisboa; gente que trocou balas por flores enfeitando de cravos os canos das espingardas caladas.
De repente, o silêncio, um respeito profundo pelo facto consumado. Mas, a pouco e pouco, como os passos sofridos do cante alentejano, os gritos soltaram-se, os cantos voltaram, o povo vibrou
“… e livres habitamos a substância do tempo.”
Maria Luisa
p’ra sempre 25 de Abril

como merece! 

(...)

sexta-feira, abril 04, 2014

Ora aqui está!


Pela Paz! Não à Nato! - Participe, hoje

Conselho Português para a Paz e Cooperação

Rua Rodrigo da Fonseca, 56 – 2º 1250 -193 Lisboa, Portugal

Tel. 21 386 33 75 / Fax 21 386 32 21 e-mail: conselhopaz@cppc.pt
  Hoje, dia 4 de Abril, assinalam-se 65 anos da criação da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte), instrumento de domínio global, pelo qual foram protagonizadas várias agressões a povos e a Estados soberanos, que deixaram duradouros rastos de morte e destruição, de que são exemplo a Jugoslávia, o Afeganistão o Iraque e a Líbia, e bloco também responsável pela chocante corrida aos armamentos que prossegue na actualidade.


Actos públicos a realizar hoje, em:

Lisboa
18:30h
Início junto aos armazéns do Chiado
deslocação até Largo Camões














Porto
17:30h
Praça da Liberdade

Junto à Igreja dos Congregados















Apelo à participação nas iniciativas públicas que se realizam em Lisboa e no Porto.

Pela Paz! Não à Nato!

Em 2014 assinalam-se 65 anos da criação da NATO, o maior bloco político-militar do Mundo e meio belicista fundamental através do qual os Estados Unidos da América e seus aliados procuram assegurar o domínio global.

A NATO, instrumento pelo qual foram protagonizadas várias agressões a povos e a Estados soberanos, que deixaram duradouros rastos de morte e destruição, de que são exemplo a Jugoslávia, o Afeganistão o Iraque e a Líbia, é também responsável pela chocante corrida aos armamentos que prossegue na actualidade. Os países membro deste bloco são responsáveis por cerca de 75% das despesas militares mundiais. No conceito estratégico desta aliança agressiva, permanece a possibilidade da utilização de armas nucleares num primeiro ataque e esta arroga-se o direito de actuar em qualquer parte do globo, sob qualquer pretexto.
As organizações portuguesas, abaixo assinadas, recordam que, aquando da realização da cimeira da NATO em Portugal, em 2010, um grande movimento pela paz, demonstrou a sua firme oposição à realização da Cimeira e aos seus objectivos, organizando, ao longo do ano, dezenas de iniciativas por todo o país, culminando com a grande manifestação convocada pela «Campanha em Defesa da Paz e contra a cimeira da NATO em Portugal - Campanha “Paz Sim! NATO Não!”», onde participaram mais de cem organizações e dezenas de milhares de pessoas que encheram a Avenida da Liberdade, em Lisboa, denunciando os objectivos militaristas da NATO e afirmando a necessidade da construção de um Mundo de paz, solidariedade e cooperação.

Em 2014, ano em que também se comemoram os 40 anos da Revolução de Abril, que pôs fim à guerra colonial e reconheceu a independência dos povos irmãos africanos, as organizações subscritoras apelam à participação nas iniciativas públicas que se realizarão em Lisboa e no Porto, no dia 4 de Abril, para reafirmar as justas e legítimas reivindicações e aspirações em prol da paz, designadamente:

- Oposição à NATO e a todos os blocos militaristas e seus objectivos belicistas;
- Retirada das forças portuguesas envolvidas em missões militares da NATO;
- Encerramento das bases militares estrangeiras, nomeadamente em território nacional;
- Dissolução da NATO;
- Desarmamento e fim das armas nucleares e de destruição massiva;
- Exigência do respeito e cumprimento da Constituição da República Portuguesa e das determinações da Carta das Nações Unidas, em defesa do direito internacional e pela soberania e igualdade dos povos.

Organizações que subscreveram, até o momento:

  • Associação Conquistas da Revolução
  • Associação de Amizade Portugal Sahara Ocidental
  • Associação Intervenção Democrática - ID
  • Comité de Solidariedade com a Palestina
  • Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
  • Confederação Nacional da Agricultura
  • Confederação Portuguesa de Quadros Técnicos e Científicos
  • Conselho Português para a Paz e Cooperação
  • Cooperativa Mó de Vida
  • Ecolojovem - «Os Verdes»
  • Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal
  • Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas
  • Federação Nacional de Professores
  • Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais
  • Juventude Comunista Portuguesa
  • Movimento dos Utentes dos Serviços Públicos
  • Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente
  • Projecto Ruído
  • Sindicato dos Professores da Região Centro
  • Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas, Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa
  • Sindicato dos Trabalhadores do Comércio Escritórios e Serviços de Portugal
  • Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul
  • Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins
  • União dos Sindicatos de Lisboa
  • União dos Sindicatos do Porto

quinta-feira, abril 03, 2014

5ª feira - 1ª de Abril













Aumento de salários, reposição das 35 horas e respeito pela contratação colectiva são exigências que a CGTP-IN vai levar ao Ministério do Emprego e Segurança Social, na terça-feira, 8, numa concentração que fará soar em Lisboa o clamor das reivindicações dos trabalhadores que se ouve por todo o País.

terça-feira, abril 01, 2014

Amanhã... faz 38 anos que temos Constituição


Amanhã, 

Sessão Pública 

"A Constituição da República 

- projecto de desenvolvimento 

e soberania nacional"


No dia em que se assinalam 38 anos da aprovação da Constituição da República Portuguesa que consagrou as conquistas da Revolução de Abril, o PCP promove uma Sessão Pública «A Constituição da República - projecto de desenvolvimento e soberania nacional», pelas 18h00, na Biblioteca da Assembleia da República, em Lisboa. A sessão contará com a participação de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP.

E muito mais em dorl.pcp.pt



É espantoso!

É espantosa a argumentação para comprovar que se vive hoje muito melhor - mas muito melhor...-  do que que há 25 anos. Que o nosso nível de vida subiu imenso, mesmo sem agricultura, pesca, indústria, estaleiros e essas coisas que formam a economia produtiva!
Já ouvi gente com ar sério e respeitável dizer que isso se pode ver pelo número de pessoas que hoje dispõem de telemóvel comparado com o número dos que de dispunham tal bem (?) há um quarto de século!

E o grave, o que é mesmo grave, é que os filhos e os netos da gente de há 25 anos até julga que sempre houve telemóveis e facebooks... 
 

Esta não lembrava a um "chinês"...

Rangel quer que PS diga se prefere líder da Comissão Europeia alemão ou português

31 de Março, 2014
Lusa/SOL


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É mesmo o que importa discutir!!!
Também não descobrem outras diferenças
e querem tomar-nos por tontos ou ignorantes