segunda-feira, junho 09, 2014

Medo de quem?, esperança em quê?

Cavaco defende 

que é tempo de 

"o medo dar lugar 

à esperança"

LUSA
Cavaco defende que é tempo de
O Presidente da República defendeu hoje que é tempo de "o medo dar lugar à esperança" e de reencontrar o rumo certo para o país, insistindo na necessidade de evitar erros passados.


Que quer este fulano

dizer com isto, com este blá-blá?

Que CENA!

Governo pede novo prolongamento 

do programa de assistência


Tudo indica que o resgate já não vai ficar fechado a 16 de Junho, tal como previsto (...)
Foto: LUSA





























 




















A continuação do desastre 
e a (en)cena(ção) da dramatização, 
com o TC a servir de guião.

O... filme dos filmes

Seguro Aliens vs Costa Predator
(em filmagens durante o verão,
nas salas em 28 de Setembro, o dia da "maioria silenciosa")



(ideia e cartaz do 
nosso colaborador muito especial - GMR)

domingo, junho 08, 2014

o Pedro (ESTE Pedro!!!!)

Fui colocando fotos do  Diogo (muitas) e da Oriana (algumas) na secção "páginas" aqui ao lado. Recolhendo palavras e saudações amigas. E estímulos para publicar mais.
Infante que sou nesta arte, nem reparei que as tais "páginas" tinham um limite. Que ultrapassei. Por isso, confronto-me com uma injustiça  - para com os meus amigos que me têm interpelado, para com o Pedro, nascido a 30 de Janeiro deste ano e sem uma única foto ao pé do mano e da prima. A solução seria apagar algumas fotos e meter umas do Pedro. Não fui capaz. Talvez para a semana...
E nem os amigos, nem o Pedro merecem este meu descuido. Vejam só como está o rapazinho, acabado de completar 4 meses. Uma "maravilha"! (a juntar às outras duas)

Pedro com 4 meses

Diogo com 2 anos, Pedro com dias, Oriana com 2 meses


"Uns pandegos" (colaboração especial)

"Uns pandegos: 
na SicN, Teresa Caeiro diz que aclaração é para o TC dizer ao governo o que deve fazer; logo de seguida, Abreu Amorim grita na TVI24 que há ingerência do TC por dizer no acordão o que o governo deve fazer. Aclarem-se, pá!"

(mensagem de um colaborador
muito especial - GMR)

Para este domingo - Mercedes & estes todos e isto tudo

sexta-feira, junho 06, 2014

Indo ao essencial das cousas

A crónica
de Correia da Fonseca aborda o essencial das coisas, rompendo as nuvens de desinformação, em vagas de poeiras poluentes, que gentinha medíocre está a atirar aos nossos olhos, numa espécie de "jogo político" verdadeiramente execrável. A informação e o esclarecimento estão a ser cada vez mais urgentes e imprescindíveis.   

DIREITO E LINHAS TORTAS
Foi na passada sexta-feira, último dia de Maio, e não foi bonito de viver. Olhava-se, ouvia-se, e não dava para acreditar: o Tribunal Constitucional, porventura o órgão judicial do país mais considerado pela maioria do povo português, anunciava dar cobertura a um dos casos mais sinistros de espoliação e vigário acontecidos entre nós nos últimos anos. É certo que antes de chegar a esse tristíssimo momento o porta-voz do TC anunciara a decisão de considerar inconstitucionais três iniciativas governamentais cuja constitucional idade era, aliás, muito abaixo do duvidoso. É também certo que, lá mais para o fim, seria também anunciada a decisão do Tribunal de perdoar, e consequentemente admitir, o esbulho inconstitucional que o senhor governo cometera ao longo dos cinco meses do ano em curso que já haviam decorrido, assim dispensando o executivo de devolver os valores de que ilegalmente se apoderara. Dir-se-ia que senhores doutores juízes do TC teriam sido sensíveis às pressões por vezes quase brutais que sobre eles haviam sido exercidas, que tinham decidido dar prova pública de que não são “maus meninos” apostados em infernizar a vida do doutor Passos Coelho e dos seus ajudantes, como diria o senhor PR usando a terminologia que adoptou na sua fase PM. Mas o mais chocante estava para vir e acabou por chegar: o anúncio da recusa de considerar inconstitucional um caso óbvio do que surge como burla mediante o incumprimento de contrato devidamente acordado.
A confiança falhada

A coisa não custa a contar; custará, sim, a sofrer por quem foi atingido por esta descarada violência. Tem a ver com trabalhadores reformados da Carrís e do Metro a quem, há uns anos atrás, as respectivas administrações convidaram a aceitar a situação antecipada de reforma. Tratar-se-ia, para as tais administrações, de aligeirar significativamente o peso da massa salarial a pagar mensalmente, talvez na perspectiva de uma futura privatização, talvez não, para o caso isso pouco ou nada importa. O que importa, sim, e muito, é que, para reforçarem o poder aliciante do convite que faziam, Carrís e Metro assumiram o compromisso de pagar aos trabalhadores que o aceitassem uma determinada verba como complemento da reforma a que de qualquer modo eles teriam direito. Convencidos de que se tratava de empresas honradas e responsáveis, bem como de que viviam num respeitado Estado de Direito, muitos trabalhadores acederam à proposta que lhes era feita e, assim, durante algum tempo puderam sobreviver com maior ou menor desafogo graças ao suplemento de reforma que lhes era pago em cumprimento do que havia sido objecto de efectivo contrato. Eis, porém, que nos finais do passado ano lhes foi comunicado que o contrato iria deixar de ser cumprido por decisão unilateral da empresa, quer dizer, foi-lhes anunciado que, sob abrigo de uma disposição do OE para 2014, iriam ser vítimas do que se revelava ter sido um embuste, uma modalidade tosca do velho “conto do vigário” só inovadora por dispensar o tradicional maço de jornais velhos, substituído pelo incumprimento de uma promessa que constituía de facto condição essencial do contrato que se celebrara entre empresa e trabalhador. Logo a ameaça se concretizou, mas a burla era tão óbvia e escandalosa que motivou diversos pedidos de inconstitucionalidade, quer dizer, de reconhecimento de ilegalidade, dirigidos ao TC. Os trabalhadores tão brutalmente assaltados confiavam nele e na evidência da agressão sofrida. Por isso na passada sexta-feira lhes custava a crer no que viam e ouviam. Porque se apercebiam de que o Tribunal decidira que a ruptura unilateral, por uma empresa, de um contrato celebrado com trabalhadores, não é inconstitucional, não viola os princípios da confiança e da boa-fé. Porque sentiam que o TC os empurrava para a já tão densamente habitada área das privações, eventualmente da fome, provavelmente do desespero. E de todo não haviam esperado que o empurrão fosse dado por aquele punhado de mentes sábias.
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Obrigado!,
Correia da Fonseca

quinta-feira, junho 05, 2014

Entretanto, o governo faz de conta que nada se passa e prossegue a sua "obra"...

O Conselho de Ministros aprovou hoje a solução duradoura 
para as pensões a aplicar a partir de 2015. 
O objetivo é acelerar o processo legislativo a tempo 
do Orçamento do Estado.

Notícias Relacionadas


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Qu'é qu'achas,
ó Durão?

O que está a acontecer é gravíssimo... o PdaR não tem alternativa!

... e o Presidente da República?

... ainda está vivo e ainda
mora em Belém?

O que é isso do "escrutínio" dos juízes do Tribunal Constitucional?

O tribunal tem 13 juízes e, desde 1983, tem sido sempre o PSD a escolher cinco e o PS a escolher outros cinco, apesar de ser necessário que ambos estejam de acordo. Os restantes três são co-optados pelos dez juízes assim escolhidos.

"aclaramento"?

Toques e tiques ditatoriais


Presidente da Associação Sindical de Juízes lembra legitimidade 
dos juízes do Constitucional.

Notícias Relacionadas

(do sapo)

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Se o "alerta amarelo" já estava aceso há muito tempo, 
esta passagem a "alerta vermelho" é de registar
e exige prevenção geral. 
Uma das manifestações (toques & tiques) 
mais evidentes de propensões ditatoriais 
é a do desrespeito 
pelas regras de convivência institucional,
procurando o executivo subjugar os outros "poderes" 
(o legislativo, o judicial... 
mas não o económico/financeiro, claro, que o domina).

Como dizia ontem um camarada: 
"isto das leis é assim... 
eu também não gosto de conduzir pela direita 
mas a convivência em sociedade
e as regras instituídas 
a isso me obrigam!" 

quarta-feira, junho 04, 2014

Os "golpes" e "golpaças" anti-constitucionais!

do sapo:


Decisão tomada por PSD e CDS na conferência de líderes 
parlamentares é contestada por toda a oposição.

Notícias Relacionadas


ALguém se espanta? 
Alguém se desilude? 
Não se tivesse iludido, diria um cínico, mas a questão é muito mais complexa e é pelo menos curioso ouvir um amarinhado Pinto, exemplar da ambiguidade que colhe (efemeramente... mas colhe), a usar o vocábulo "ambígua".
Não fossem os perigos e isto seria interessante...

Assim se compreende!

do sapo:


Assim se compreende toda a histérica dramatização à volta do acórdão do Tribunal Constitucional. Para além do contínuo e inaceitável (ou que inaceitável deveria ser pelo "falecido" Presidente da República) ataque à Constituição e a quem tem o dever de vigiar o respeito por ela, são carradas de areia a atirar para os olhos dos portugueses. Isto enquanto não chega aí o Mundial (ou a Copa, ou o caneco...).
Tudo isto existe, tudo isto é triste, tudo isto é (nosso) fado. 
Compreende-se mas, repete-se, não se pode aceitar! Há que lutar, cada vez mais porque cada dia com mais razões.


Um Homem a lembrar. SEMPRE!

Romagem à campa do General Vasco Gonçalves
- no próximo dia 11 de Junho -

A Associação Conquistas da Revolução promove no dia 11 de Junho, pelas 11.00 horas, uma romagem à campa do General Vasco Gonçalves, no cemitério do Alto de São João, pela passagem do 9º ano do seu falecimento.
Assim o fizemos todos os anos desde que a nossa Associação foi criada e com mais razões o fazemos neste ano em que se comemora o 40º aniversário de Abril- desse Abril de cujos ideais libertadores e transformadores Vasco Gonçalves foi o mais puro e fiel interprete.
Contamos com a vossa presença e com a vossa acção mobilizadora junto de muitos outros amigos e companheiros, no sentido de fazermos da romagem do dia 11 um expressivo momento de comemoração de Abril e das Conquistas da Revolução e uma justa homenagem ao seu mais destacado construtor.
Saudações
A Direcção


terça-feira, junho 03, 2014

CRÓNICA2 (mas não última)

Valerá a pena (vale sempre, se a alma não for de reduzidas dimensões…) fixarmo-nos no momento da chegada da regata.
Da embarcação que arribou à meta em 1º lugar, saltou logo aquele que vinha à proa e, tal como o homónimo que de Assis também seria, ainda com o pé na beira-mar desatou a falar aos peixinhos e às avezinhas e a todos os animais que o quisessem (ou não) ouvir. A troar, cheio de prosápia, vitória e boas novas e “novo ciclo” (ou circo?…).
Dali partiram, ele e os seus, e mais os mais próximos, e mais os nem por isso, para um hotel qualquer, ou sítio parecido, para beberem as taças de champagne devidas aos vencedores, e para erguerem os braços e dedos e se darem muitos abraços uns aos outros.
No entanto… no entanto com latentes e crescentes dúvidas porque, esquecidos de olhar para trás na hora da meta, pouco cuidaram dos avanços sobre os que os seguiram. E menos ainda teriam cuidado do que ainda estava para dar à Costa, após o termo da regata. Mas podiam, ou deveriam ter tido esse cuidado, ou se calhar cuidaram e, por isso mesmo, se quiseram antecipar aumentando com estereofonia o que lhes faltava em rigor e certeza de (ou do) sucesso. O facto é que nada travou o intragável, perdão, o intravável ou intratável. Aliás, para os mais desconfiados, tudo isto não passa de uma grande (en)cena(ção).
Depois do que veio acostar, esperava-se a cartada a jogar por quem deixou de se sentir seguro. E, logo além, quis mostrar as suas primícias, perdão, primácias, perdão, primárias. Cujas, pelo menos, nos fazem a todos especar para ver se se percebe o que são, ou o que serão se forem alguma coisa.
Iremos – todos! – ser convidados a votar para escolher quem deverá ser o candidato a primeiro-ministro pelo PS? É isto?
E eu a julgar que não se votava para primeiro-ministro, que, constitucionalmente, apenas se votava para os candidatos do meu distrito a deputados na Assembleia da República!

Em que País vivo eu?! Ou, prefiro…, em que país vive certa gente deste País?! Sim porque se coincide o país deles com o País nosso, dá-me cá uma tristeza que vou para Pasárgada.

CRÓNICA1 (mas não única)

Com a pista marcada para a regata, no meio do mar encapelado, e pouco antes do tiro de partida, o Supremo Árbitro veio fazer um apelo/peroração aos participantes e aos eventuais “assistentes”.
Aos participantes, que eram mais que muitos, endereçou o que perorou apenas a dois “uni-vos, tornai público e notório vosso consenso, e deixai-vos de guerras de alecrim e manjedoira (queria dizer manjerona mas a tanto não lhe chegou a sua tão rasteira cultura)”.
Aos esperados “assistentes” ao evento, e ele assim os considera…, disse, com modos entre conselheirais e de comando: “vão assistir!… assim participarão como é vossa obrigação e dever”.

Terminada a regata, os dois participantes, em vez de seguirem o cavacal conselho, atiçaram achas para as fogueiras um do outro, e o que chegara à meta com ligeiro avanço, menor que o exigido pelas condições do encapelado mar, começou a deitar fogo à própria barraca, perdão, barcaça. O outro aproveitou e, caladinho como os ratos de bordo, aproveitou para sacudir água do capote, perdão, para escoar alguma da água que o bote metera.
Quanto aos “assistentes”, além de poucos terem assistido mostrando quão pouco lhes diz o que diz o Supremo Árbitro, ainda para mais atreveram-se a incentivar, entre todos os concorrentes, o que está e apela a diferentes corridas, mas a sério, e um também outro que surgiu out-sider e lhes disse coisas que gostaram de ouvir sem bem terem entendido a prosódia.
Vai daqui, o Supremo Árbitro parece ter saído de circulação… até porque, após a corrida, também apareceram os Vigilantes do Regulamento da Convivência para afirmarem serem anti-regulamentares regras que ele próprio aceitara (e jurara) como estando de acordo com o Regulamento da Coisa pública.
Terá a Suprema Criatura de ser dada por desaparecida e de serem oferecidas alvíssaras para que não encontrada seja?  

Um roteiro em 4 etapas - 4ª (Bruxelas e Estrasburgo)

Esta era a composição do Parlamento Europeu  de que se partia para as eleições de 25 de Maio. 
A leitura das alterações provocadas pelas votações em 28 países é importante, sobretudo para se "tomar o pulso" ao "estado das massas",. o primeiro dado é o da diversa mas em geral significativa abstenção, que justificaria uma análise mais fina. 
Entre as muitas dezenas de milhões de votos expressos, estaria o que cada um de nós "botou", e aqui terminaria o roteiro do votozinho (valendo exactamente o mesmo que qualquer outro e sendo insubstituível) que foi contado na mesa nº 1 da freguesia da Atouguia.
Tinha ele a intenção de chegar ao escrutínio total e de contribuir para reforçar a frente de luta que é protagonizada pelos deputados eleitos pela CDU, em derradeiro passo do seu roteiro ser um contributo para que o grupo em que esses deputados se integram se fortalecesse (lembrar que fiz parte dele - ou do que o antecedia - com 13 deputados de 3 Estados membros, que então eram 15!).
A última previsão da nova composição, de 2 de Junho, é a que segue
Releva-se a queda do número de deputados no PPE (onde estarão os 7 do PSD/CDS) de 273 para 214, dos "socialistas" de 196 para 189 (onde estarão os 8 do PS), do ALDE ("liberais") de 83 para 65, dos Verdes de 57 para 52 (não sei se já lá se contando Marinho Pinto & Cia. ou não), do ECR ("conservadores"), enquanto já aumentaram o número de componentes o EFD (extrema-direita) de 31 para 38 e o NI (não-inscritos fascistas) de 33 para 41, e GUE/INGL (onde estarão os 3 deputados eleitos nas listas da CDU e a deputada eleita pelo BE) já terá assegurada a passagem de 35 para 45, faltando ainda saber onde se irão colocar 61 deputados não definidos e de cuja associação pode vir a resultar, em termos de previsão arriscada, um acréscimo, ou até formação de grupo, nos NI, o que seria muito negativo e sinal perigoso, ou a subida do GUE de 6º para 5º ou mesmo 4º grupo o que seria ainda mais positivo e sinal esperançoso.
De qualquer modo, deixa-se um apontamento sobre as votações em Espanha, na Grécia e na Irlanda (os nossos companheiros PIGS), que pareceram interessantes (e complexas..) ao pequenino voto que da Atouguia chegou ao GUE.

·     Em Espanha, os dois maiores partidos sofreram uma hecatombe eleitoral perdendo mais de 5,2 milhões de votos e ficando juntos abaixo dos 50 por cento. O PP conseguiu 26 por cento e 16 deputados (42,2 por cento e 23 lugares em 2009) e o PSOE 23 por cento e 14 deputados (38,5 por cento e 21 deputados em 2009). Como terceira força mais votada surge a Esquerda Plural, constituída pela Esquerda Unida, Verdes e outras formações, com dez por cento dos votos e seis deputados (3,7% e dois deputados em 2009). Outra novidade foi a emergência do partido «Podemos», nascido do movimento dos indignados, que conquistou oito por cento e cinco deputados. Também a União Progresso e Democracia (UPyD) teve um progresso assinalável duplicando a votação para 6,4 por cento e elegendo quatro deputados (2,9 e um deputado em 2009). A Coligação pela Europa, que junta os partidos nacionalistas da Catalunha, País Basco, Canárias e outros, teve um ligeiro crescimento percentual (de 5,1% para 5,4%), mantendo os três deputados. A coligação «Esquerda pelo Direito a Decidir» (EPDD), que inclui, entre outros, a Esquerda Republicana (ERC), a mais votada na Catalunha, obteve quatro por cento e dois deputados. A coligação «Os Povos Decidem» (LPD), que inclui entre outros a força basca Euskal Herria Bilu (HE Bildu) e o Bloco Nacionalista Galego (BNG) elegeu um deputado com dois por cento dos votos. Finalmente a Primavera Europeia (ecologista) recolheu 1,9 por cento e elegeu um deputado.
  • Na Grécia, o Syriza venceu as eleições, afirmando-se igualmente como a formação mais votada na região de Ática, que engloba Atenas e um terço do eleitorado grego, com 26,6 por cento dos votos e seis deputados. Os conservadores da Nova Democracia, no governo, obtiveram 22,7 por cento e cinco deputados (32,3% e oito deputados em 2009). Em terceiro lugar ficou o partido neonazi Aurora Dourada com 9,4 por cento e três deputados (7,15% e dois deputados em 2009), à frente dos sociais-democratas do Pasok, rebatizados de Elia (8% e dois assentos contra 36,6% e oito deputados em 2009) e do novo partido social-democrata Potami (6,6% e dois assentos). Os comunistas do KKE desceram de 8,4 para seis por cento, mas mantiveram os seus dois deputados. Por último, o partido populista e nacionalista «Gregos Independentes» obteve 3,4 por cento e um deputado.
  • Na Irlanda, uma lista de independentes liderou a votação, com 24 por cento, embora só tenha eleito um deputado. Seguiram-se os liberais-democratas do Fianna Fáil e conservadores do Fine Gael. Ambos obtiveram 22 por cento dos votos, mas o primerio elegeu dois deputados enquanto o segundo elegeu quatro. Por seu turno o Sinn Féin teve uma assinalável subida, passando de 11,2 por cento e um deputado para 17 por cento e três deputados. O Partido Verde alcançou seis por cento e um deputado

     

segunda-feira, junho 02, 2014

Um que transmite as ordens que recebe


De Económico:Barroso pede resposta de Portugal "no mais curto prazo possível"
actualizada

Barroso pede resposta de Portugal "no mais curto prazo possível"

ALBERTO TEIXEIRA
lDurão Barroso compreende que Governo precise de tempo para pensar em medidas de resposta ao chumbo do Tribunal Constitucional, mas pede acção rápida.
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Ora aqui está um dos últimos actos deste senhor gajo
para dourar o seu "brilhante" mandato


Um roteiro em 4 etapas - 3ª (distritos)

O votozinho botado na urna, ainda quase vazia da freguesia da Atouguia, juntou-se aos das outras freguesias do  concelho, que agora são 13 no total por obra e (des)graça "troikulenta", e estes todos juntinhos foram fazer companhia aos dos outros concelhos do distrito, divisão administrativa que só serve para estas coisas (e ainda têm lata de falar em reformas quando não fazem aquelas a que a Constituição os obriga, como, por rsemplo, um ordenamento do território com um nível intermédio - regiões - entre o poder local - freguesias e concelhos e o poder central (e centralizador!).
Na tabela e no gráfico abaixo vê-se que o aumento de votos na CDU votos foi, no total (por enquanto...), de 37.094 (9,8%), estando o botado na Atouguia entre os 6.075 do distrito de Santarém, que aumentaram 776 (4,2%) em relação a 2009. 
As subidas, em 11 distritos e na região autónoma dos Açores, oscilaram entre 156 votos nos Açores e 18.464 no distrito de Lisboa, e as descidas, em 7 distritos e na região autónoma da Madeira, oscilaram entre -119 no distrito de Vila Real e -2.756 na Madeira. Em percentagens, entre +2,5% em Braga e -39,6% na Madeira.
























Cada caso deveria ser estudado, com a preocupação de ver, em cada caso, o reflexo (numérico) do sentimento das massas, isto é, do sentido subjectivo da luta e da correlação de forças.
Isto digo eu...

domingo, junho 01, 2014

para este domingo - a cantilena da pedra



do trabalho inestimável
de Michel Giacometti