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segunda-feira, janeiro 06, 2020

QUEM É QUE ROMPEU O QUÊ? E QUANDO?


O que é o acordo nuclear com o Irão
e porque é que Trump o rasgou?
08.05.2018 às 18h47


Mais de 60% dos americanos queriam que o acordo nuclear com o Irão continuasse em vigor mas Donald Trump retirou esta terça-feira os Estados Unidos do documento assinado em 2015 e que é defendido pela grande maioria dos aliados europeus


Durante mais de dez anos, o Ocidente preocupou-se com a possibilidade de que o Irão, um regime xiita, profundamente religioso e conservador, pudesse estar a desenvolver capacidade nuclear colocando em risco alguns dos (poucos) aliados no Médio Oriente que tanto os Estados Unidos como os seus aliados europeus ainda mantêm. Quando o Plano Conjunto de Ação foi assinado, esse perigo dissipou-se um pouco mas a sombra do seu regresso voltou a aparecer esta terça-feira quando Donald Trump anunciou que vai rasgar o acordo assinado ainda durante a administração de Barack Obama, antigo Presidente dos Estados Unidos.
(…)

sexta-feira, junho 21, 2019

EUA-IRÃO ... mais algumas perguntas

... AFINAL, O DRONE NÃO TINHA TRIPULANTE 
(quem è que descobriu isto, quem foi?)
... AFINAL, QUEM É QUE COMETE "ERROS"?
... QUEM É QUE NÃO O DEIXA COMETER O "ERRO" FINAL?
(até quando?

... e agora?... que irá acontecer?

A televisão, do alto da prateleira onde a colocaram, atira-me para a mesa do restaurante onde janto:


IRÃO ABATEU DRONE MILITAR DOS EUA

Tento ouvir o que dizem, mas o ruído em volta não deixa. Não é notícia que interesse, que faça suspender uma garfada ou cale uma risada... E no entanto...
E, no entanto..., rabisco na toalha de papel:

perigo para a Humanidade 
com esta escalada de tensão EUA-Irão
  • havia um acordo
  • que lado o rompeu?
  • porquê?, para quê?
  • a quebra do acordo teve alguns apoios?
  • (... além de Israel)
  • E AGORA?
que vontade de ir de mesa em mesa com este papelucho!

quarta-feira, maio 08, 2019

Agora, é o IRÃO!

do quase-diário:


(...) 

Durante o jantar, num restaurante, apanho, lá do alto onde está pousado o televisor, as últimas – e descozidas – dos noticiários.

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Um  nome substitui o que era habitual, o da Venezuela – há 30 anos era o da Polónia ou o do Afganistão, da “Afgãnislónia” –, o nome de um Irão.

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O que é isso do Irão?, que raio de coisa é essa que me soa, quase inesperadamente, aos ouvidos.

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Não é surpresa, já por aqui andou, mas quase surpresa é… tenho umas vagas reminiscências (está nas etiquetas do blog!).

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Ah!, é um País!, diz-me a Wkipédia que “O território actualmente ocupado pelo Irão é habitado desde os tempos pré-históricos. A história escrita da Pérsia  começa em cerca de 3 200 a.C. com a cultura proto-elamita e com a posterior chegada dos arianos e a formação dos sucessivos Impérios  Medo e  Aquemênida.

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Pois é… poucos séculos (ou milénios?) antes do Cristóvão Colombo se enganar de lado e aportar à direita em vez de dar a volta e chegar à esquerda.

(...)


Mas os Estados Unidos vão consertar as coisas, 
depois de terem rasgado o compromisso 
de acordo anti-nuclear que tinham assinado
com o dito (será mal-dito?) Irão.

quinta-feira, agosto 30, 2012

OUTRA INFORMAÇÃO

O secretário-geral das Nações Unidas visitou o Irão,
onde, entre outras visitas, foi autorizado
a ir a instalações de produção de energia nuclear

sexta-feira, janeiro 20, 2012

Até onde eles irão?

Há que ler crónicas como esta!

avante!
crónica internacional


Escalada de guerra

A escalada de agressão (nas suas dimensões política, económica e militar) que os EUA (e os seus aliados) levam a cabo contra os povos do Médio Oriente atingiu um sério e perigoso patamar, perante as ameaças de intervenção militar na Síria e de confronto directo com o Irão.
Acompanhando o anunciado e previsível termo da missão de observadores da Liga Árabe – que não terá cumprido, até ao momento, o papel de ingerência e de deturpação da realidade como era intenção dos EUA e dos seus aliados da NATO e do Conselho do Golfo –, é abertamente colocada, pela voz do Emir do Qatar, a intervenção militar directa na Síria.
Dando mais uma machada nas Nações Unidas e nos princípios consagrados na sua Carta, Ban Ki-moon, que ocupa o lugar de secretário-geral desta organização, incita «convenientemente» ao branqueamento e ao apoio do Conselho de Segurança à agressão contra a Síria – o que é correctamente rejeitado pela Rússia e pela China.
Por seu lado, a Rússia denuncia os planos de intervenção militar na Síria, que terá origem e base de apoio na Turquia, país membro da NATO que já assume um papel fundamental na operação de ingerência, de desestabilização e de agressão à Síria.

Neste quadro, o governo sírio implementa medidas com o objectivo de promover o diálogo e assegurar a unidade nacional, enquanto grupos armados continuam a boicotar qualquer solução negociada, perpetrando sabotagens e atentados contra objectivos económicos, contra a população e contra as forças sírias, procurando criar o caos e a insegurança e, se possível, a situação que possa ser utilizada para camuflar a intervenção militar directa desde há muito planeada pelos EUA e apoiada pelos seus aliados da NATO e na região.
Ao mesmo tempo, os EUA adoptam novas medidas contra o Irão, legislando a imposição de sanções (dentro de seis meses) a qualquer empresa ou país que efectue pagamentos através do Banco Central do Irão, nomeadamente para a aquisição de petróleo a este país – o que representa, para todos os efeitos, uma declaração de guerra no plano económico e uma manobra com profundas e imprevisíveis consequências para a situação económica de diversos países e ao nível mundial.
Não esperando pelo inicio do Verão, a administração norte-americana procura desde já o apoio da União Europeia e do Japão para o isolamento económico e o asfixiamento financeiro do Irão, advertindo e ameaçando com sanções os países que não acatem o seu ditame. No entanto, esta medida não tem o apoio da Rússia, da China (país a que os EUA já sancionaram uma empresa ao abrigo desta nova medida), da Turquia (que importa do Irão grande parte do petróleo de que necessita) e de outros países.

Sublinhe-se que os EUA adoptam esta nova medida contra o Irão no momento em que concentram (com os seus aliados da NATO) enormes meios militares no Golfo Pérsico – isto é, junto ao Irão –, e em Israel (único país que possui armas nucleares no Médio Oriente) e fornecem significativo e moderno equipamento militar aos seus aliados do Conselho do Golfo. O Irão é ainda confrontado com todo o género de provocações e ilegalidades, de que são exemplo o assassinato de cientistas ligados ao seu programa de energia nuclear – que assegura ter fins pacíficos e ser seu direito desenvolver – ou a violação das suas fronteiras por drones de espionagem dos EUA.
No fundo, os EUA procuram encurralar o Irão, arquitectando o pretexto para mais uma etapa da guerra imperialista, que visa o domínio da Ásia e do Pacífico.
No momento em que se confrontam com a agudização da sua profunda crise, a escalada de guerra promovida pelos EUA no Médio Oriente representa uma ameaça não só aos povos e países que não se submetem nesta região, mas a todos os povos do mundo que reclamem o direito ao exercício da soberania e ao desenvolvimento económico dos seus países – pelo presente e pelo futuro há que detê-la!

Pedro Guerreiro

... e responder com o nosso contributo,
por ínfimo que seja.
Nem que seja, apenas, o de informar,
de fazer circular informação