quinta-feira, fevereiro 12, 2015

Uma notícia (parcial) a ler atentamente

Ucrânia não aceita condições 

da Rússia para cessar-fogo

Maratona negocial em Minsk ainda sem "boas notícias".
Foto: EPA

Negociações prosseguem 

na capital da Bielorrússia.
12-02-2015 8:04


Algumas das condições impostas pela Rússia para o fim da guerra
 na Ucrânia são “inaceitáveis”, mas ainda há esperança de acordo, 
afirma o Presidente ucraniano.

Petro Poroshenko falava aos jornalistas durante uma pausa 
nas negociações que decorrem desde quarta-feira, 
em Minsk, na Bielorrússia.

“Ainda não há boas notícias”, disse o Presidente ucraniano
à margem da cimeira com os líderes 
russo, Vladimir Putin, 
o Presidente francês, François Hollande, 
e a chanceler alemã, Angela Merkel.

De acordo com o correspondente da agência Reuters 
na Bielorrússia, as conversações para tentar 
calar as armas no leste da Ucrânia vão prosseguir.

Os líderes dos separatistas do leste da Ucrânia, 
apoiados pela Rússia, recusaram assinar 
um acordo na cimeira de Minsk. (ah!... estiveram lá?!)
“Ainda não há acordo. Os separatistas pró-russos 
não querem assinar. Exigem a retirada 
do exército ucraniano de Debaltseve”, 
avançou um dos participantes (quem?. em nome de quem?)

na cimeira à agência Reuters.

A presença dos líderes rebeldes

das regiões de Donetsk e Luhansk 
era considerada uma esperança para alcançar um cessar-fogo.

A guerra no leste da Ucrânia, entre as forças governamentais 
e os rebeldes pró-russos, provocou a morte

a cerca de 50 pessoas nas últimas 24 horas. 
Mais de cinco mil foram mortas desde o início do conflito.

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em sapo-renascença

3 comentários:

Isabel Lourenço disse...

Nunca, nada é claro.
Merecíamos,uma informação isenta e esclarecedora.Mas será possível,que
tudo que gira à nossa volta,seja
comandado pelo capital? Pergunta tonta......

Sérgio Ribeiro disse...

Não é tonta a pergunta. Será retórica... O que há é respostas (ou fugas à pergunta) que são tontas

Olinda disse...

Ê impressionante como a imprensa desresponsabiliza os crimes dos nazi-fascistas de Kiev.Estamos a viver tempos preocupantes.

Bjo