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quinta-feira, maio 16, 2019

terça-feira, maio 14, 2019

O ministro SS


Perfil(ad)os
(nova secção em que todos os erros são propositados e intencionais…menos os que o não são)



1.    O MSinistro SS
(com muitos entre parenteses)

Nos seus tempos juvenis, este hoje muito ministro investiu-se de revolucionário. Apressado (revolução, já!), excessivo, fez de seu inimigo os que, desse lado progressista da História, insistiam no como e n’o que fazer?;
Nos seus tempos de adult(er)o (se é que os teve), teria ganho temperança, passando para a trincheira trincadeira dos do Estado (mas não estádio!) Social(-democrata) , mas (ah, pois…) refinando o seu ódio aos mesmos de antes, confessando depudorado gosto de malhar nesses (comunistas? Brrrr!).
Nestes tempos de hoje e de sua idade (tão-só mais) avançada, alcando(u)rado a altos postos da governança (ministro de Estad(ã)o e com pasta de negócios estranhos), não se poupa, incontinente, em declarações e entrevistas progressivamente mais regressivas, biolentas, vocife(i)rantes, crendo-se o campeão ou o ás dos azes do baralho dos filhos da luta, no aproveitar (onde e para quem estará o ganho?) do impisódio contra a Venezuela.
Nos que serão os seus tempos próximos de velhice ou de mais senil idade, fará (guai) dó nos seus gesticulares e parlapiares, mas desses – que serão os seus inevitáveis tempos – já chega um cheiro nauseabundo. A pôdre!
Chama-se Santos Silva (ou será Silva Santos?, ou será Santo Sida?, ou será Sílvio Sanha?... não importa desde que seja SS em ordem arbitrária).
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Verrrinoso, eu? Talvez…
Venenoso… decerto, desde qu’acerte!

segunda-feira, agosto 08, 2011

Balancete - Não se enxergam…

Este governo vai “fazer história”.
Os seus progenitores conceberam-no não em amor, mas em desespero.
Não foi um acidente, mas está a ser um desastre.
Era o que havia à mão, porque o que estava na mão já não servia, embora ainda tivesse servido para deixar testamento em memorandos e entendimentos. E os seus herdeiros ficaram cheios de compromissos que assumem sem pestanejar, embora com resmungos laterais para eleitor ouvir e ver.

As entradas deste governo foram de tropeção. Desde logo, porque se formou querendo dar uma imagem de coisa nova e nunca vista quando a política encarregada de prosseguir já tem barbas brancas, ralas e sujas, como o ilustra uma coisa em que pegaram sem luvas nem pinças, mas com as mesmas manápulas com que vai para vinte anos se mexe e que tão mal tresanda: o BPN, de que o padrinho Cavaco nunca se poderá separar, e menos ainda quando se recolhe à Praia da Coelha, ao tugúrio do “grupo de malfeitores”, a chamada (e não por “nós”) aldeia do Cavaquistão.
Escorado o primeiro na leitura da "fenomenologia do ser", livro que Sartre não teria (nem ninguém) escrito, formou-se o governo com algumas luminárias e surpresas para “épater le bourgeois”.
Eles (o Pedro e o Paulo) lá cozinharam a partilha e saíu aquilo. De que se começam a ter sinais pessoais ou personalizados, alguns verdadeiramente surpreendentes (ainda nos surpreendemos...).
Vou fixar-me nos dois da área das economias e finanças.
O Álvaro (obrigadinho pela liberalidade…) e o dr. Vitor Gaspar são dois cromos. De diferentes colecções. Mas que numa coisa coincidem. Parecem estar ambos mesmo convencidos que antes deles era o dilúvio e que vieram endireitar a barca.
Cada um à sua bem diferente maneira sonsa, os dois são exemplares de um "auto-dom-sebastianismo" acrisolado. A História de Portugal (e a outra?!) vai começar com eles.
Como escrevi noutras páginas, a propósito do da economia-e-etc., este parece um fulano que, por saber conduzir bem em estradas e auto-estradas, convencido talvez que elas (como o resto) já faziam parte da paisagem ou tinham lá sido colocadas por gente inepta e inapta que ele tem a missão de corrigir (pelo que manipula do instrumental estatístico), se atreve a meter-se num fórmula 1,disposto a acelerar como se soubesse melhor do que ninguém o que não leu e outros estudaram o funcionamento, os seus motores, as suas contradições, o seu lado humano (que não é despiciendo…).
Ah!, e com o desplante de fazer o que denunciou, escandalizado, nos antecessores mas que, feito por ele, tem a evidente justificação de serem opções suas, escolhas de super-pessoas para o seu super-ministério de que é super-ministro. Não se enxerga!
Sobre o dr. Vítor Gaspar que, com aquele ar, me parece vi(tor)perino, ou me engano muito ou vamos tê-lo a afirmar a sua já confessada ideologia de forma bem agressiva. Até porque, à sua maneira (repito), também não se enxerga.