terça-feira, fevereiro 26, 2008

5ª de 6 razões para participar...

... na Marcha "Liberdade e Democracia" - 1 de Março em Lisboa:
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5. Porque a democracia é também composta de direitos sociais como o acesso à saúde, à educação. à cultura ou à justiça cada vez mais negados à larga maioria da população.
(Avante!, de 21 de Fevereiro de 2008)

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

4ª das 6 razões para...

... participar na marcha "Liberdade e Democracia" - 1 de Março em Lisboa:
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4. Porque as injustiças e desigualdades sociais são cada vez maiores e confirmam uma política de submissão do poder político ao poder económico, onde os lucros do capital contrastam com os baixos salários, reformas e pensões.
(Avante!, 21 de Fevereiro de 2008)

domingo, fevereiro 24, 2008

3ª de 6 razões para participar...

... na Marcha "Liberdade e Democracia" - 1 de Março em Lisboa:

3 - Porque a democracia não pode ser impedida dentro das empresas, perseguindo a sindicalização e a actividade sindical, limitando o direito à greve, ameaçando com o despedimento e a redução de direitos todos os que lutam por melhores condições de vida.
(Avante!, de 21.02.2008)

sábado, fevereiro 23, 2008

2ª de 6 razões para participar...

... na marcha "Liberdade e Democracia" - de 1 de Março em Lisboa:

2. Porque não admitimos que por via de leis anti-democráticas, como a Lei dos Partidos ou a Lei do Financiamento dos Partidos se procure condicionar o direito de livre organização, intervenção e actividade partidária, ou através da nova lei eleitoral para as autarquias locais impor maiorias absolutas nas Câmaras Municipais que o Povo não deu nas urnas.
(Avante! de 21.02.2008)

1ª de 6 razões para participar...

... na marcha "Liberdade e Democracia" - 1 de Março em Lisboa:

1. Porque não podemos aceitar a violação diária de importantes direitos, liberdadese garantias dos trabalhadores e dos cidadãos, expressa na atitude intimidatória e persecutória do Governo PS sobre quem protesta e luta pelos seus direitos, sejam eles dirigentes sindicais, trabalhadores da administração pública, estudantes ou jornalistas"
(Avante! de 21.02.2008)

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

O Manifesto do Partido Comunista

Editado há 160 anos! No dia 21 de Fevereiro.


Com os estatutos e o programa, os três documentos que os comunistas deveriam - todos - conhecer, estudar, discutir. Para melhor lutarem por uma outra sociedade.

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

A culpa será da "call girl"?!

Desde que me retirei para este cantinho, e só tarefas (partidárias ou asociativas) daqui me arrancam, tenho ido muito menos ao cinema! E faz-me falta...

Este domingo, na cidade ali em baixo, passava o Call Girl, do A.P. Vasconcelos, e não resisti ao chamamento (e à recomendação).

Não tinha a intenção de vir para aqui vazar a moderada indignação que trouxera para casa (que tanto há a merecê-la que é preciso defendermo-nos!), mas o artigo de hoje do Abílio Fernandes no Público, estimulou-me a fazê-lo. Recomendo a leitura.
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Pergunta Abílio Fernandes em título Um comunista porquê? , e começa: "Será que o enredo do filme Call Girl, de António-Pedro Vasconcelos, terá alguma coisa a ver com o que se passa na sociedade portuguesa? Parece que tem! Mas o que ninguém pode acreditar é que tenha alguma coisa a ver com os comunistas, como parece fazer crer. (...)"
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Começo por dizer que teria gostado do filme SE... Se tivesse querido contar o que se passa na sociedade portuguesa. Com bom ritmo e linguagem cinematográfica (tanto quanto me permito dizê-lo), com certos personagens muito bem caracterizados, com algumas interpretações excelentes.
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MAS... mas para quê aquela tão descarada mensagem político-partidária? Para, evidentemente, fazer crer que aquela história tinha a ver com os comunistas. Lar Catarina Eufémia logo a abrir , uma Vila Nova entre Lisboa e o Algarve, as placas para Baleizão, o funeral de Álvaro Cunhal na televisão, as bandeiras de foice e martelo e os punhos no ar erguidos por velhos a atirarem para a senilidade, e o amor aos sobreiros, única amarra de um autarca já com suspeitas de anteriores corrupçõezitas e uma vida muito pouco asseada (ia dizer ortodoxa...). Nada de subliminariedades. Tudo clarinho. O mundo, como se diz no final, está mesmo uma merda mas vá lá que há um ou dois agentes da PJ para evitarem que ainda fique pior.
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Anti-comunismo pela afirmativa e pela negativa. Pelo que se diz sobre a corrupção que outros protagonizam e nos escolhem para ilustrar, e pela luta nossa que se cala.
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E não me venham com a balela de que sofremos de complexo de perseguição! Lembro-me logo do homem que vai ao médico e diz sofrer de um complexo de inferioridade, ao que o médico atalha dizendo que o diagnóstico lhe compete a ele, pedindo ao homem para falar. E este fala, fala, e o médico no fim faz o diagnóstico: o senhor não sofre de nenhum complexo de inferioridade, o senhor é mesmo inferior!
Por melhor que seja o filme...

De mãos dadas, caminhemos serenos (como dizia o poeta)


O "ambiente" para o dia 1 de Março está mesmo... reconfortante. Faça chuva ou faça sol!

E, sabem todos uma coisa muito pessoal?, o que mais me está a aquecer por dentro é a vontade de estar na marcha em tantas/tantos que não têm cartão mas que também sentem a marcha como sua. E é!

Os que têm cartão, com o cartão na mão, os que o não têm dando-se as mãos... e nós também, porque só precisamos de uma mão para erguer bem alto o cartão!

terça-feira, fevereiro 19, 2008

E se chover a 1 de Março?

Domingo chovia. Eu bem a ouvia cair, tamborilando nas claraboias, enquanto por aqui punha leituras em dia e "fazia coisas". Entre outras, gravava esta imagem retirada do Avante! e reservava-a para a publicar ontem, com este título e a legenda... nem que chovam picaretas!
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Mas no dia de ontem, com as notícias que iam chegando, senti-me inibido a falar de chuva. Só se fosse para afirmar o respeito e solidariedade pelo sofrimento das vítimas da chuva e das enxurradas. Como agora o faço.

Hoje, para começar o dia, aqui deixo a imagem, como decerto virei a fazer mais vezes, com a lembrança de uma comovente manifestação há uns trinta anos atrás, em que muitos de nós, debaixo de uma chuva que caía e nos encharcou até aos ossos, acompanhámos até ao Alto de São João os corpos de companheiros trazidos do cemitério do Tarrafal.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Kosovo Livre "à maneira" Koka Kola

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Já agora... acrescento o comentário do Fernando Samuel ao "post" posto no Samuel-Cantigueiro.blogspot.com:


«Já agora, acrescenta aí que o primeiro-ministro deste "Kosovo independente" foi, antes, chefe do famigerado UÇK, grupo terrorista que apoiava em terra os bombardeamentos da NATO às ordens de Clinton, Albreight, Schroeder, Blair e do criado Solana (e que o pio Guterres apoiou sem reservas).
E também que esse UÇK usava o mesmo símbolo que, na altura da 2ª guerra mundial, era usado por uma coisa chamada «Muçulmanos da Divisão SS azi - que apoiava o nazismo perseguindo e assassinando os guerrilheiros jugoslavos.
E fico-me por aqui...»

domingo, fevereiro 17, 2008

Convoco-vos

Convoco todos a visitarem o blog maisangular.blogspot.com.
É do meu amigo Pedro Gonçalves, fotógrafo, de que deixo esta amostra:

Preparem as vozes!

Isto vai! Mesmo sem ensaios...
Vozes ao alto/Unidos como os dedos da mão
No Rossio, no dia 1 de Março, ao fim da tarde!

E hoje que escolheu o DN para 1ª página?

Isto:

Congresso da CGTP?

"CGTP: Carvalho da Silva não votou no Congresso"...

Só é notícia o que possa ser intriga contra os trabalhadores em luta. Mas... se a intriga sem vergonha continua, de uma coisa podem estar certos esses serventuários do capital (onde quer que se posicionem para o servir, como ultra-revolucionários quando oportuno, ou como directores de jornais sempre oportunistas):

a luta (também) continua!

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Hoje, apenas se exige isto:


que as vítimas dos crimes sejam tratadas como vítimas;

que os autores dos crimes sejam tratados como criminosos.


Com duas agravantes:

as vítimas são crianças;

os criminosos são poderosos.


Pelo que, hoje!, é preciso exigir o que se deve exige todos os dias mas com mais força!

domingo, fevereiro 10, 2008

Junta-te a nós!

A iniciativa é nossa!
A marcha, a marcha pela defesa da liberdade e da democracia, é de quem a fizer. É nossa. De nós e de quem se juntar a nós. Que apenas tomámos a iniciativa, e vamos levar o cartão de militante. Pela liberdade e democracia para todos.

sábado, fevereiro 09, 2008

Ele há políticas erradas

como há erros nas políticas
... mas, desculpem lá,
os sucessivos "códigos do trabalho", o último sempre pior que o anterior (para os trabalhadores!) não são o resultado de uma política errada, são instrumentos de uma política ao serviço de uma classe;
a política de saúde ignorando direitos constitucionais e na perspectiva de que há um mercado de saúde que é o "negócio do futuro", não é uma política errada, é uma política criando utentes, isto é, consumidores, é uma política ao serviço de uma classe;
a política de educação ignorando direitos constitucionais e tendo como alvo os professores para lhes acabar com os "privilégios", não é uma política errada, é uma política ao serviço de uma classe;
a política que transforma os serviços públicos, primeiro mudando-lhes o nome (serviços de interesse geral!), depois integrando-os no circuito acumulador de capital, não é uma política errada, é uma política ao serviço de uma classe;
uma política que tem como aparente "objectivo número único" o défice orçamental não é uma política errada, que faz de instrumentos finalidades, não é sequer uma política é um embuste para esconder as políticas ao serviço de uma classe.
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Ah!, é verdade... talvez seja preciso dizer que tudo isto seria assim no pressuposto (sou um homem com alguns pressupostos...) de que há classes sociais. Porque, se não houvesse classes sociais, nada estaria errado... a não ser algumas políticas ou melhor, estando certas todas as políticas haveria alguns errozitos na execução de algumas das políticas, todas certas.
Tudo estaria certo! Só teríamos que nos resignar, e corrigir os inevitáveis e humanos errozitos, alguns de "casting" ministerial. Mas disso trataria o pm benficiando da cooperação estratégica com o pr, exemplo de homem que nunca erra (nem tem dúvidas) onde quer que esteja ao serviço.
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Tenho dito!

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Porque será que não nos dizem tudo?

E esse "tudo" pode ser tão pouco!

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Maputo - A visita de Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial, a Moçambique, terminou no dia 4 de Fevereiro. Nas suas declarações finais, Zoellick cumprimentou o Governo por a economia nacional estar a crescer muito rapidamente e aconselhou a que se avançasse com a implementação das reformas em curso.

Com este apadrinhamento, no dia seguinte entraram em vigor os novos preços para o pão e os transportes na Cidade de Maputo e Matola.

Como reacção aos aumentos, desde as 7 horas da manhã de 6 de Fevereiro, as populações da cidade (que tem uma extensão periférica impressionante, conhecida como "cidade do caniço"), começaram, expontaneamente, uma onda de manifestações de repúdio, não utilizando os "chapas", colocando barricadas nas estradas, queimando pneus, paralizando completamente a cidade. A polícia reagiu e houve violência e mortos.

O povo sente que a vida está cada vez mais difícil, apesar do propalado crescimento rápido e acelerado do pais.

(a partir de uma nota de informação de que tivémos conhecimento)

domingo, fevereiro 03, 2008

Comentário a uma coisa que ouvi...

Foi com uma satisfação que, enquanto conduzia, ouvi , num noticiário do rádio, o Secretário-Geral do PCP dizer, em resposta a jornalistas, que o seu partido não faz política aproveitando questões pessoais ou profissionais de detentores do poder político, mas sim atacando as políticas que eles levam à prática e que não servem os trabalhadores e as populações, e que essas outras questões devem ser tratadas noutras instâncias, e se for caso disso. Se não assim que disse, e não foi com certeza exactamente assim que disse, foi assim que retive o que ouvi .
E lembrei-me dos ataques a Sá Carneiro por opções da sua vida privada, em que o PCP não participou enquanto o atacava pelas políticas que prosseguia.
Que aqui, em blogs, na comunicação social, em cortejos carnavalescos e outros locais de comentário sem responsabilidades político-partidárias, sem falar "na qualidade de" ou "em nome de", se denunciem situações ou sobre elas se faça sarcasmo a partir de facetas caracterizadoras da personalidade de quem quer parecer o que não épara enganar, ou esconder o que é, para enganar o "povinho", parece-me não só correcto como útil.
Pessoalmente, fiquei muito satisfeito com a afirmação de Jerónimo de Sousa. Assim se dignifica a política, que tão maltratada anda pelos "políticos" que se servem dela.

sábado, fevereiro 02, 2008

É só inveja!

Cambada de invejosos...
Um rapaz tão empreendedor, tão trabalhador, tão capaz (de tudo!) para singrar, para subir na vida, para chegar a primeiro ministro e a presidente por um semestre da União Europeia (foi porreiro, pá!), e só descobertas malévolas, só "bocas" insidiosas, só fotografias de mau gosto (e mau será o gosto mas é dele... ai! aqueles edifícios por ele "projectados" para ganhar uns trocos!).
Ainda o vão prejudicar, pois o rapaz tem "cólidades" para subir mais alto (em saltos à Vara, por exemplo)... antes do trambolhão final.
Só invejas!

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Piolhos na costura ou "políticos" em democracia burguesa

Com desusada frequência, ouvem-se e leem-se denúncias de habilidades, de espertezas, de expedientes de que alguns, muitos, "políticos" se serviram, e se continuam servindo, para tratarem das suas/deles vidinhas, aproveitando os interstícios das leis e os entrefolhos das instituições.
Embora quase nunca a intenção de quem o diz ou escreve, de quem manda (ou deixa) que seja dito ou escrito, procure a defesa da democracia, mas o contrário ou coisas intermédias, é bom para a democracia que assim aconteça. Ou pode ser bom para a democracia que assim aconteça se nós, os outros, estivermos atentos e rasparmos o folclore do escândalo e formos ao osso das causas de ser assim que está sendo.
Esses habilidosos, porque servem o poder real, o poder de quem tem as "armas" que podem e que, hoje, são o dinheiro, a moeda que se multiplica sem mesura, pululam nos governos e administrações, saltitam entre administrações e governos, deputam em parlamentos e autarquias, disputam benesses e favores. E esses espertos vão escapando às sanções penais, parecem estar imunes e serem impunes.
Mas não escaparão às sanções morais e políticas. Tudo depende de nós, dos outros!