quarta-feira, maio 06, 2009
... os suspeitos do costume...
segunda-feira, maio 04, 2009
Reflexões lentas sobre política(s) - 3
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sábado, maio 02, 2009
Tele-gramo para VM
Parabéns.
Objectivo alcançado.
Aqui, na capital de Cabo Verde, ao pequeno almoço, os 40 da URAP que vieram homenagear os tarrafalistas, apenas falavam da tua provocão e dos pedidos de desculpa do CdaS.
Se por aqui encontrar o "mestre " Mário Soares, encontro de que fujo, dir-lhe-ei do bom aluno que mostras ser.
Breve nos encontraremos e dir-to-ei de viva voz, com a certeza que, da minha parte, não responderei a provocações tuas.
sexta-feira, maio 01, 2009
Reflexões lentas sobre política(s) - 2
Assim seria se, no processo histórico, fosse possível encarar o Estado-nação como a macro-estrutura final, a cúpula que já terá sido, ou próxima de o ser, numa construção europeia endocêntrica... e estariam as "cartas na mesa".
quarta-feira, abril 29, 2009
Informação (e pedido de aviso) à navegação
Já sei que “vou levar nas orelhas”, que amigos que me aconselharam me irão recriminar, eu próprio queria parar com “isto”, queria tornar definitivo o que definitivo afirmei e reafirmei… mas não sou capaz! Não sou capaz de deixar as coisas assim. Mas, acrescento, não estou irritado, nem nada disso, e estou muito tranquilo. Só não sou é capaz de calar.
Resumo:
- Há um blogueiro que aproveita um post num blog de um deputado italiano, fechado por razões que desconheço, em que se ordenaram (ordenharam?) os deputados europeus por “prestações” quantitativas entre Julho de 2004 e final de 2008.
- Estou incluído nesse ordenamento, num 718º lugar em 920 deputados, o que é perfeitamente natural pois apenas estive no PE até 11 de Janeiro de 2005, quando transmiti o mandato recebido após as eleições de 2004.
- Fazendo do quadro a quinta-essência da “avaliação” – se o deputado italiano o patenteou como tal, desconhece-se em que se baseou e que critérios usou –, o blogueiro permitiu-se, com base nele, fazer apreciações depreciativas sobre a minha “prestação” e referir o embaraço que ela criaria e em que eu estaria.
- Dominando quanto possível a irritação, esclareci que não me sentia nada embaraçado e que aquele ordenamento só se podia basear em dados publicados no “site” do PE, que conheço bem e que, em toda a evidência, o meu posicionamente apenas se podia dever ao curto período em que cumpri o mandato depois prosseguido por Pedro Guerreiro, e a correcção mínima exigiria que se juntasse a minha “prestação” à do meu camarada, tal como a de António Costa à de Manuel dos Santos e a de Fausto Correia à de Hasse Ferreira, pois só assim haveria comparabilidade.
- O cavalheiro insistiu que não, no pressuposto que o quadro fantasma ponderara tempos, o que seria possível mas incorrectíssimo, além da apreciação susceptível de se fazer do quadro demonstrar que tal não seria o caso e revelar erros apesar de se ignorarem critérios (?)…
- Apesar de alguma natural crispação, a discussão continuava, por eu pressupor (como sempre faço) existir ao menos réstia de boa-fé, o que disse com a transparência que uso e, também, para me justificar perante quem me aconselhava a “ignorar o homem” e a questão, que, na verdade, não vale os pauzinhos de um caracol.
- Então não é o cavalheiro traz para a discussão pretensas declarações do Bernardino Soares de aqui há uns anos, sobre a Coreia do Norte, e faz "extrapolações" de que sou alvo?!
- Ora, não sendo o camarada Bernardino Soares deputado europeu, nem nunca tendo sido, e não estando as posições sobre a Coreia do Norte entre as que se incluam nas”prestações” factuais no europeico areópago, achei comprovada a ausência de boa-fé do senhor, e dei por finda a querela.
- Reacção do cavalheiro: apaga, precavidamente, os dois últimos comentários – o dele da Coreia do Norte, e o meu de ponto final – diz mais umas coisecas lá no blog dele e, veja-se o desplante!, instala-se no meu blog com um comentário, decerto no intuito de, aqui, continuar a puxar pela discussão, se calhar até me “extrapolar” para "as terríveis malfeitorias" de José Staline, ou para "as tareias que Lenine daria na Krupskaia", ou para o modo como Marx trataria a empregada doméstica".
Acho exemplar. Por isso, fiz o resumo.
E adianto resolução: ignoro o fulano, pode vir aqui comentar o que quiser, concluir o que lhe aprouver, extrapolar o que lhe apetecer… até ao momento em que incomodar outros visitantes do meu cantinho, mais sensíveis a cheiros e ruídos. Quando isso acontecer (avisem-me por favor!), passo a apagar os seus comentários. Em nome da liberdade de expressão que não se dá bem com libertinagem de procedimentos.
Disse.
Reflexões lentas sobre política(s) - 1
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Utopia? Sim! Porque há que temporalizar, e o que será amanhã, com a luta sem data, sem prazos, sem horários, contínua e irregular, pode ser – parecer, aparecer como –, hoje, utopia.
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Também por sua vez, a política económica de um Estado-nação teria de ter – deveria ter de ter – o objectivo de, através das suas instituições próprias, que articulariam, integrando, as instituições próprias da política financeira, organizar e usar os seus instrumentos próprios, articulando e integrando os instrumentos próprios da política financeira, servir a política do Estado-nação.
Por último, a política de um Estado-nação teria de ter – deveria ter de ter – o objectivo de, através das suas instituições próprias, que articulariam, integrando, as instituições próprias da política económica, organizar e usar os seus instrumentos próprios, articulando e integrando os instrumentos próprios da politica económica, servir o bem estar dos nacionais, do povo, da gente que compõe esse Estado-nação, e que definiria e participaria a política do Estado-nação.
terça-feira, abril 28, 2009
Ao que fui forçado!
Aleluta!
segunda-feira, abril 27, 2009
Paro e olho e vejo e penso
- analfabetização funcional congénita
- ou refundação e orfandade soviética
Como não sou médico, reservo para estes o diagnóstico, e penso em hipóteses não clínicas:
- a - iliteracia e preconceito anticomunista básico
- b - estupidez e má fé de anticomunismo secundário
- c - deshonestidade e exposições de anticomunismo universitário
Às vezes...
É evidente que o sinto mais quando o argueiro é no meu olho, o telhado (que não é de vidro!) é de minha casa. O que também me dá que pensar.
domingo, abril 26, 2009
No dia de hoje
- Em antropologia e áreas similares, não há "amostras" no sentido de representação do universo, por isso escolhidas com intenção de poderem vir a servir para extrapolações... haverá, apenas, aleatória informação por informantes aleatórios... O que isto daria para discutir!
- Para que serve o conhecimento? Vamos reler ou tresler a última tese de Marx sobre Feuerbach? Ou será que, tal como se separa o ser humano/produtor do ser humano/consumidor e outras f(r)acturas... para uns, o conhecimento pelo conhecimento, para outros, mal-a(r)mados desse conhecimento alcançado pelos uns, a intervenção, a luta pela transformação (do universo) e riscos correlativos?
- Ucronia? Uma muito interessante palavra/conceito descoberta na leitura: «um curioso fenómeno ucrónico (...) criador de um Portugal paralelo em que não teria ocorrido revolução nenhuma, um Portugal democrático para o qual teríamos caminhado pelas mãos de Marcello Caetano»; a ucronia levaria a uma leitura consensual, oficial, instituída da História em que, «depois de um breve período de confusão causada por perigosos esquerdistas» (que não levaram os desmandos reais e potenciais por diante), período que, laboriosa e insidiosamente, vai sendo apagado, Portugal «"entrou nos eixos" normais (diria eu que "reentrou nos carris do capitalismo") de uma democracia parlamentar ocidental, rumo ao progresso e à paz social (de que, aliás - digo eu... -, neste momento histórico se vêem/vivem/sofrem as circunstâncias).»
Gostei mesmo do debate e, sobretudo, do lastro que deixou!
sábado, abril 25, 2009
sexta-feira, abril 24, 2009
Natureza(s)
Numa das últimas abordava o tema da natureza humana, ”natureza humana ou natureza de classe” (ver).
Não entrei na interessante “conversa” que se seguiu nos comentários (19), embora lá tenha colocado um, de passagem, e a “ameaça” de voltar. Como tal não aconteceu, e o tempo passou, venho aqui deixar duas reflexões, retomando coisas que escrevi, há mais de 40 anos, no suplemento de economia do Diário de Lisboa (e passou na censura...).
Ao reflectir e escrever sobre natureza humana, a minha concepção de vida, de natureza e de humano leva-me a acrescentar, sem intenções de entrar em áreas filosóficas, que o ser humano tem uma “primeira natureza”, a animal, integrando-se na meio-natureza global, a partir dessa sua natureza intrínseca.
Ao longo do processo histórico, pelas relações que entre si foi entretecendo, por via do trabalho, o ser humano foi criando uma “segunda natureza”, a social.
quinta-feira, abril 23, 2009
Uma efeméride!
Sempre a aprender!
segunda-feira, abril 20, 2009
No 2º intervalo
terça-feira, abril 14, 2009
Em compensação…
- … a quê?, à anterior mensagem (e respectivos "malévolos" comentários)…
- … que digo eu?, há muitos anos?, há décadas!, há quase meio século…
- ... de onde?, os desses tempos, da emigração, gente que não abriu o fatal cafézito para consumir poupanças; alguns, mais novos, do desemprego, que não é futuro para ninguém; outros, ainda de menos idade, de cursos superiores sem saídas...
Que compensação!,
- ... isto tem de ser desenvolvido, ó senhores sociólogos, antropólogos, economistas e ofícios correlaticos, isto é, cidadãos (e políticos que todos somos) de hoje com habilitações para fazer desenvolvimentos…
cá por mim, o que vejo (re)compensa-me!
E vou tentar desenvolver...
Preocupado!
Faço um breve balanço das últimas intervenções aqui feitas, assim a jeito de auto-crítica, e não vejo nada sobre
- a namorada, a deontologia e a declaração de interesses,
- o sr. Moreira e as suas prestáveis prestações como putativo eurodeputado,
- os genéricos e as generalizações,
- o Bo,
- o Obama, o Afeganistão e os Obama(níacos),
- a "fardamentalização" das TFP lá do Algarve (então os TFP podem continuar vestir-se como quiserem?),
... e sei lá que mais!
Estarei a afastar-me da(s) realidade(s)? Terei entrado em "retiro espiritual" por influências vizinhas?
O que me vale (?!) são as tarefas para que os telefonemas me convocam.
35º aniversário do 25 de Abril
domingo, abril 12, 2009
sábado, abril 11, 2009
Papéis velhos (e reciclados)

para a presidência da Comissão Europeia
- o perfil e o “carreirismo” político de Durão Barroso;
- a política de direita que levou a cabo a coligação governamental a que presidiu e as gravíssimas consequências para a evolução económica e, sobretudo, a deteriorada situação social em que fez mergulhar tantas centenas de milhar de portugueses;
- a sua clamorosa recentíssima derrota nas eleições para o Parlamento Europeu, que se juntou à claríssima e crescente contestação e luta social, reforçando-a;
- quais os interesses (de) nacionais e internacionais que sempre serviu na sua “carreira” política, nomeadamente a vergonhosa “cimeira dos Açores”, contrários aos interesses dos nacionais, trabalhadores e populações, que queremos sempre defender;
- que não poderá servir na Comissão Europeia o chamado interesse nacional quem em toda a sua “carreira” política, e particularmente na chefia do governo português, não o tem servido, bem pelo contrário!,
A. Considerando a posição do Partido Comunista Português, tal como expressa na última reunião do Comité Central e pelos seus organismos executivos;
B. Considerando, também, a informação dada ao colectivo a que pertencem, e a troca de impressões que se fez nesse colectivo
- os dois deputados do PCP no Parlamento Europeu vão, patrioticamente, votar contra a designação de Durão Barroso para a presidência da Comissão Europeia.
- depois de dada a conhecer ao colectivo que integram e aos responsáveis pela área nos organismos executivos do PCP, e do parecer conforme destes, deverão fazer uma clara declaração de voto que deverá ser tornada pública.
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porreiro, pá!, dizem "eles"
quinta-feira, abril 09, 2009
Correcção necessária
- O que é importante demonstrar é que os eleitos nas listas da CDU, quer para a Assembleia da República, quer para o Parlamento Europeu, são, de muito longe, os mais “produtivos” e os que estão mais ligados ao País, a quem representam.
- Isso é insofismável, por mais sofismas, e erros e omissões que se cometam.
- Mas, depois, há o rigor. E, neste caso, quantificar “produção” e “ligação ao País” é tarefa muito difícil e, nalgumas vertentes, impossível.
- Há, no entanto, uma questão prévia e em que insisto: muito mais significativo que quem fez o quê, é o que foi feito do mandato que os portugueses deram para que os representassem, na AR ou no PE (ou nas autarquias).
- No PE, em 2004 foram eleitos dois candidatos na lista da CDU – e foram o 8º e o 19º nos 24 mandatos a que cabia a representação dos portugueses (agora passou a 22!).
- Até hoje, Ilda Figueiredo cumpriu integralmente o 8º mandato, Pedro Guerreiro e eu dividimos o cumprimento do 19º mandato, de acordo com as regras do PE.
- Nesta legislatura, estive de 20 de Julho de 2004 a 11 de Janeiro de 2005 no PE, e Pedro Guerreiro de 11 de Janeiro de 2005 até hoje, e decerto até ao fim do mandato.
- O trabalho que fiz deve somar-se ao trabalho que Pedro Guerreiro fez, como, nos mandatos do PS, o de Fausto Correia ao de Armando França, e o de António Costa ao de Manuel dos Santos. E foram as únicas substituições.
- Só assim é comparável. Não pode entrar nas comparações com o trabalho de outros deputados o trabalho que fiz, e a divisão por meses de mandato é totalmente enganadora.
- Li, no avante!, que “mesmo Sérgio Ribeiro, que foi substituído em Janeiro de 2005 por Pedro Guerreiro, alcançou em apenas seis meses um ritmo mensal de trabalho que, hoje, no final de mandato, só foi ultrapassado por quatro deputados de outros partidos”, o que está expresso em gráfico.
- Não gostei!, embora muito valorize o trabalho e quem o fez apesar desta ressalva. E não só, ou sobretudo, por razões pessoais. Os meus “apenas seis meses” foram uma semana de Julho, para distribuição por comissões, eleição de presidente, vice-presidentes e questores, preparação de trabalho para depois das férias, foi Agosto, em que o PE está encerrado 3 semanas, foram Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro, de que apenas metade conta. Em resumo, os 6 meses resumiram-se a cerca de 3 meses e meio para trabalho "contabilizável".
- Saí em Janeiro de 2005 no cumprimento de compromisso (para comigo) segundo o qual logo que tivesse feito trabalho que justificasse o ter-me apresentado como candidato seria substituído. Tive a “sorte” de “agarrar” e de fazer 1 relatório muito importante sobre as pescas (até Janeiro de 2005 nenhum português teria feito qualquer relatório), 26 intervenções em plenário e 13 perguntas, tantos relatórios e perguntas como o detentor do mandato do BE em todo o mandato até agora!...), e saí satisfeito e tranquilo, na minha consciência e por quem me substituía, e a cuja “produção” deve ser somada a minha assim como as viagens que fiz pelo País todo, particularmente à Madeira e Açores para a elaboração do relatório.
- Não aceito o confronto com os “quatro deputados de outros partidos” que me teriam ultrapassado em “ritmo mensal”, nem mesmo se, corrigida a duração útil dos meus 6 meses, se verificasse que apenas Manuel dos Santos me ultrapassaria, mas só devido à contagem de intervenções em plenário na condução dos trabalhos como vice-presidente, o que exige ser ponderado.
- Quem vota na CDU pode estar certo que será representado (como todos os portugueses) por quem trabalha e sobretudo valoriza a sua ligação ao País!
quarta-feira, abril 08, 2009
As ideias que ficam ou o que fica das ideias e dos factos
Da “mensagem” da campanha do PS para as “europeias” fica, ou pretende-se que fique:

- que há um homem a eleger (aquele!?);
- que "ele" e “eles” - aquele(s) "nós" - são “os europeus” (os “outros” serão o quê?);
- que, para começar, há um candidato (quem?) a opor a Durão Barroso (misturando-se, e não por ignorância, eleições com o que não são eleições mas arranjos, equilíbrios, compromissos, prebendas por bons serviços "açoreanos").

- que há duas crises (a nacional, que já havia e é culpa do PS, agora, como o é do PSD e do PS e dos governos desde 1976, e a internacional);
- que a crise não é só uma, que é de hoje, conjuntural, e não da organização socio-económica, que o visível e irrecusável não é senão as explosões periódicas de maior ou menor gravidade, com consequências sociais consoante as políticas nacionais (a crise é do capitalismo, em Portugal com reflexos de maior gravidade económica e social pelo modo como os governos, desde 1976, se demitiram, contra-revolucionária e obedientemente, da defesa da independência e da soberania nacionais);
- que, para o PE, há Ilda Figueiredo a eleger (quando a Ilda está eleita, e há que lutar para que mais dois ou três da lista CDU o sejam… para irem para lá – e cá! – trabalhar em representação dos portugueses).
- que a “crise”, antes europeiamente negada, está instalada na UE (-1,5% de “crescimento" do PIB no 4º trimestre, depois de -0,1% no 2ºT e de -0,3% no 3ºT);
- que é mais quantitativamente significativa nos Estados-membros que estão no euro (UE15) que na UE27 (-0,3% no 2ºT, -0,3% no 2ºT e -1,6% no 4ºT);
- que neste último trimestre se confirmou, e agravou no 4ºT, a desconvergência – o contrário da convergência prometida enfaticamente – de Portugal em relação ao espaço em que fomos integrados há quase um quarto de século (0,2% no 2ºT, -0,2% no 3ºT e -1,6% no 4ºT).
(obrigado, Cantigueiro)
segunda-feira, abril 06, 2009
Papelaria Fernandes - um caso!
Um caso exemplar? – talvez… um exemplo desta nova “saída empresarial”, de uma empresa se apresentar à insolvência… para recuperação da empresa.
Um caso com números em euros – 65 milhões de dívida, dos quais 80% a um banco, ao BCP, ausência de activos imobiliários, e uma projecto de atracção de 10 milhões para a recuperação, isto é, 65 milhões + 10 milhões em “arquitectura financeira”, com BCP, Berardo, Fundações, empresas de capital de risco e quejandos.
Um caso com números de (des)emprego? – tem 370 “colaboradores” e, se o “arquitectado” for por diante serão “dispensados” “menos de 100"!… mas estão previstas admissões, não se reduzindo o número de “efectivos”.
Um caso de realismo, com esta “arquitectura”? – com a “arquitectura” projectada, dizem que sim, com o “realismo” de se falar de uma “nova empresa”, sem dívidas e com “três áreas de negócio”.
Um caso de viabilidade económica? – duvida-se, dada a indefinição das áreas de negócio: retalho (lojas) – que está na origem da PF –, técnica para engenheiros e e arquitectos, e “o que se dirige às pequenas e médias empresas”.
Um caso com componentes afectivas? – para mim, seguramente que sim… mas isso fica para o que se pode ver em outro blog, o docordel.blospot.com, onde se pode ler mais uma história ante(s)passada..
sábado, abril 04, 2009
Eu, europeu
25 de Abril - 35 anos
sexta-feira, abril 03, 2009
Leituras da "crise"
G19 + 1(UE)?
2. - Que se deveria ter chamado G-19 +1(UE), porque são 19 Estados mais uma União Europeia que integra 4 dos 19.

quarta-feira, abril 01, 2009
G20?
Aqui vai deixar-se uma espécie de glossário para se perceber um pouco do que se está a passar.
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O que é, e quem são, o tal G-20?
O Grupo dos 20 (G20) foi constituído na década de 90, em plena dita globalização, como uma das estruturas de países capitalistas, juntando o G7 (os países mais industrializados: EUA, Canadá, Japão, Reino Unido, França, Itália e Alemanha) mais a União Europeia enquanto entidade supra-nacional, e doze outros países de economias consideradas (pelos países constituintes) como mundialmente importantes: Brasil, Rússia, Índia, China (os BRIC), África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Coreia do Sul, Indonésia, México e Turquia. Critérios? Vários: população, espaço, localização, crescimento económico, petróleo. Direito a associação no plano planetário…
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O acordo tinha por objectivo reorganizar a economia capitalista internacional para o pós-guerra. As moedas dos países membros passariam a estar ligadas ao dólar, em condições de se tornar moeda internacional dadas as reservas acumuladas em Forte Knox, estando a moeda dos EUA ligada ao ouro a 35 dólares por onça, e convertível. Assim se criava um sistema monetário internacional, e para que tudo funcionasse sem grandes sobressaltos criaram-se duas entidades de supervisão, o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o Banco Mundial, o que demonstra que a supervisão não é “ideia nova”, da "globalização" pós-anos 90-.
Deste modo se alterava o sistema do padrão-ouro ao tornar o dólar a moeda central do sistema, embora mantendo-se moeda nacional.
Com Bretton Woods, teria começado uma novo sistema monetário internacional, em que o dólar substituía o ouro mas não completamente, sistema que terminou com a decisão de Nixon, de 15 de Agosto de 1971, ao tornar, unilateralmente, o dólar inconvertível por as reservas de ouro dos EUA se terem reduzido excessivamente em relação aos dólares colocados em circulação, mantendo o domínio da economia mundial pelo privilégio monetário, e podendo responder a necessidades de financiamento crescentes como as provocadas, por exemplo, pela guerra do Vietname.
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Para resumir a actual situação, sem esquecer as “lições da História”, apenas se transcreve a frase de hoje (ou de ontem) de um anónimo identificado como conselheiro de Sarkosi: “(esta conferência de Londres - a de 2009 como a de 1933 - será, ou poderá ser) um falso sucesso cheio de declarações generosas sem consequências".
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terça-feira, março 31, 2009
Na apresentação dos candidatos CDU ao PE
Será que ouvi mesmo?
segunda-feira, março 30, 2009
domingo, março 29, 2009
Critérios editoriais
sexta-feira, março 27, 2009
A concentração das reservas monetárias

segunda-feira, março 23, 2009
Deputados no Parlamento Europeu - explicando-me melhor

Depois, para que seja directamente comparável, há que dividir as "prestações" pelos mandatos obtidos, e é daí que resulta o quadro por mandatos, em que a vantagem dos que estiveram e estão no PE eleitos nas listas da CDU é absolutamente esmagadora:
E não se argumente com a maior facilidade de intervenção ou de ter relatórios (sobre perguntas nem se pode pôr a questão) por se fazer parte de um grupo mais pequeno pois os tempos são partilhados proporcionalmente ao número de deputados de cada grupo e os relatórios distribuídos por forma a que o peso de deputados dos grupos é muito condicionador e determina pontos que funcionam como quotas. Só com muito trabalho é que se lá vai...
domingo, março 22, 2009
Deputados europeus


Como nota, acrescento que, evidentemente, inclui os números relativos a Fausto Correia, que faleceu e foi substituído por Armando França, e os de António Costa, para se candidatar à Câmara de Lisboa, substituído por Hasse Ferreira e não por Manuel dos Santos, que o substituiu, sim, numa vice-presidência do PE atribuida ao PSEuropeu; ainda se acrescenta que as intervenções, quer de António Costa, quer de Manuel dos Santos, estão muito empoladas pois contam como intervenções as vezes que falaram, como vice-presidentes, na condução dos trabalhos.
sábado, março 21, 2009
Antologia ao quadrado
quarta-feira, março 18, 2009
Não se faz falta...
domingo, março 15, 2009
Leituras do tempo e tempo de leitura

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sábado, março 14, 2009
sexta-feira, março 13, 2009
quinta-feira, março 12, 2009
Indignação e repugnância
quarta-feira, março 11, 2009
Certificando(-me)

Suponhamos uma senhora a quem os pais deixaram, em tempos, umas pequenas propriedades que ela alienou por não ter capital para investir em imobiliário e por haver quem, tendo-o, adquiriu as pequenas propriedades por estarem em área urbanizável.
Dessa operação financeira, em que uma vende terreno e outro compra solo para construir, vencidas todas as complicações burocráticas e cadastrais que complicam tudo o que é pequeno ou de pequena monta, resultou que a senhora ficou com um cheque, convertível em notas ainda de contos de reis.
Depois de resolver uns problemazitos e de fazer umas bondades e benfeitorias, a senhora ficou com umas notas de sobra. Demasiadas para serem metidas em pé-de-meia, ou para depositar no banco, à ordem ou até mesmo a prazo. Vai daí, aconselhou-se e dos conselhos concluiu que, uma vez que não pretendia fazer aplicações seguras (quais?) ou, eventualmente, especular, o melhor seria comprar… certificados de aforro. O dinheirinho ficava em segurança, à guarda do Estado, rendia uns jurozitos, pequenos mas certos, e ela ficava tranquila.
Entretanto, nesta financeirização que se caotiza, isto é, que se vai tornando num caos, tudo se baralhou.
Para essa baralhação, antecâmara do caos, o(s) Governo(s) deu (deram) um contributo inestimável. Ao serviço dos interesses de que está(ão), não distingue(m) bancos de depósito e bancos de aplicações de fortunas, põe(m) a especular fundos de pensões e outras liquidezes que haveria que assegurar que não corriam riscos, trata(m) do mesmo modo o que é poupança e o que é especulação e “economia de casino”.
Os certificados de aforro perdem especificidade e serão, até, confundidos com concorrência daquilo de que estão mais próximos, os depósitos a prazo e “produtos” dos bancos privados, os “seguros”, de saúde, de reforma e outros, em companhias privadas.
Nessa deriva, vá de alterar condições de subscrição e de remuneração (também para anteriores subscrições, isto é, com efeitos retroactivos) em desfavor de quem entra ou tivesse “entrado em jogo” com a presunção do conhecimento e do cumprimento das regras deste, que, entretanto, o Governo alterou unilateralmente.
Perdem os aforradores, que apenas queriam – e querem – segurança para as suas poupanças, e perde o Estado, que vê fugirem-lhe “massas” que são consideráveis e que muita falta lhe podem fazer.
De toda esta falta de ética – há ética nestas coisas da economia… até há um texto muito interessante de K. Marx sobre a economia política e a sua moral – junta-se a incapacidade deste Governo de, tendo tido de rever as suas decisões, embora tarde e más horas, também não reconhecer que teria errado. E, se calhar, nem errou. Fez o que queria fazer, na intenção de ser o protagonista de “menos Estado”, também no aforro e seus certificados, mas “a crise” (ah!, a crise!) obrigou-o a corrigir o tiro embora os alvejados sejam sempre os mesmos. Entre outros, os pequenos aforradores.
terça-feira, março 10, 2009
Noticiário...
"As bolsas internacionais abriram em ligeira alta, em contra-ciclo com a Bolsa de Lisboa cuja praça abriu no vermelho..."
Ora toma!
segunda-feira, março 09, 2009
domingo, março 08, 2009
8 de Março - Dia Internacional da Mulher

Também assinalo esta data em som-da-tinta.blogspot.com e em docordel.blogspot.com.
sábado, março 07, 2009
Regresso...

domingo, março 01, 2009
A quem possa servir de primeira apresentação
