Não é a linguagem ameaçadora/Não é o ruído das armas
«O ruído das armas, da linguagem ameaçadora, da prepotência na cena internacional, tem de cessar.
Há que acabar com a ilusão de que os problemas do mundo
se podem resolver com armas nucleares.
As bombas podem matar famintos, doentes, ignorantes, mas não podem matar a fome, as doenças, a ignorância.
Muito menos podem matar a justa rebeldia dos povos.»
(FidelCastro, em 1979, no encerramento da 6ª Cimeira do Movimento dos Países Não-Alinhados)
4 comentários:
É preciso resistir! E combater o saque de que somos vítimas, nós cidadãos, nós trabalhadores, nós pessoas.
Bom ano!
Aqui e agora!
Será difícil compreender estas palavras?
Qual a razão que leva as pessoas não querer ouvir?
GD BJ,
GR
Palavras lúcidas, verdadeiras, encorajadoras.
Um beijo.
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