Boa noite, caro Amigo! Visitado o seu excelente blogue no rescaldo da noitada futebolística apetece fazer a comparação: que goleada! O pobre do ministro “Álvaro” parecia a Bósnia. Vistas e ouvidas as interpelações e as questões levantadas, pergunto-me: que mistificação nos estão a impingir, em que pântano nos fazem chafurdar, que fascismo económico sem aspas (seria esta a intenção do A. Lopes) nos querem impor? As TVs não se podem ver, os jornais (quase todos) não se podem ler. “Cortar”, “racionalizar”, “viver acima das posses”, “mudar de paradigma”, e os sacrossantos “mercados” repetidos à saciedade convencem quem quer ser convencido da ausência de alternativa, da inevitabilidade da “coisa”. O que nos resta? Uma severa restrição de notícias, o seu excelente blogue, e mais alguns, para remar contra a maré. Será isto suficiente para levar à mudança? E para quando? Um grande abraço. Fernando Oliveira
Não é a linguagem ameaçadora/Não é o ruído das armas
«O ruído das armas, da linguagem ameaçadora, da prepotência na cena internacional, tem de cessar.
Há que acabar com a ilusão de que os problemas do mundo
se podem resolver com armas nucleares.
As bombas podem matar famintos, doentes, ignorantes, mas não podem matar a fome, as doenças, a ignorância.
Muito menos podem matar a justa rebeldia dos povos.»
(FidelCastro, em 1979, no encerramento da 6ª Cimeira do Movimento dos Países Não-Alinhados)
5 comentários:
É assim mesmo,intervir e atacar a besta.Dá gosto ouver os nossos camaradas deputados.
Boa noite, caro Amigo!
Visitado o seu excelente blogue no rescaldo da noitada futebolística apetece fazer a comparação: que goleada! O pobre do ministro “Álvaro” parecia a Bósnia. Vistas e ouvidas as interpelações e as questões levantadas, pergunto-me: que mistificação nos estão a impingir, em que pântano nos fazem chafurdar, que fascismo económico sem aspas (seria esta a intenção do A. Lopes) nos querem impor? As TVs não se podem ver, os jornais (quase todos) não se podem ler. “Cortar”, “racionalizar”, “viver acima das posses”, “mudar de paradigma”, e os sacrossantos “mercados” repetidos à saciedade convencem quem quer ser convencido da ausência de alternativa, da inevitabilidade da “coisa”. O que nos resta? Uma severa restrição de notícias, o seu excelente blogue, e mais alguns, para remar contra a maré. Será isto suficiente para levar à mudança? E para quando?
Um grande abraço.
Fernando Oliveira
Os nossos deputados fazem as interpelações corretas.Mas as respostas não desiludem. Já os conhecemos.
Um beijo.
Um Partido conhecedor e coerente. É de nos sentirmos orgulhosos.
um trabalho na AR como se faz fora dela. revolucionário.
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