sexta-feira, outubro 18, 2013

É amanhã!


quarta-feira, outubro 16, 2013

Van Dog preocupado com a sobrevivência...









Boa!
Há que fazer boa cara 
(e sorrir...) à má fortuna...
E lutar!

Conversas de Paz




Sobre o Orçamento (Luís) 14

Depois dos orçamentos gasparinos, a sua herdeira, Maria Luís XIV apresentou o seu orçamento para o ano 2014! Num novo estilo, à maneira de Raínha-Sol com a sua corte de secretários ditos de Estado. Há que tomar posição:

Crescem as razões...

 
CRESCEM AS RAZÕES PARA ELEVAR O PROTESTO E A LUTA

A CGTP-IN APELA À MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE TODOS NAS MARCHAS DE LISBOA E PORTO, EM 19 DE OUTUBRO

Num quadro em que se torna já evidente a grande dimensão e impacto que alcançarão as Marchas “Por Abril – Contra a Exploração e o Empobrecimento”, convocadas pela CGTP-IN para o próximo sábado, em Lisboa e no Porto, o Governo procura criar entraves à participação massiva e ao êxito destas acções de luta.

É, assim, que numa decisão ilegítima, prepotente, arbitrária e antidemocrática e, uma vez mais, em confronto com direitos, liberdades e garantias constitucionais, o Governo anuncia a interdição dos acessos e tabuleiro da Ponte 25 de Abril para a realização da Marcha de Lisboa.

Não obstante ter convocado as Marchas no rigoroso respeito pela legislação aplicável, a CGTP-IN sempre se disponibilizou para o diálogo, apresentando, sucessivamente, soluções para ultrapassar alegadas questões de segurança, nunca antes, aliás, suscitadas em iniciativas e provas de massas realizadas na Ponte 25 de Abril.

Está, assim, demonstrado que o impedimento determinado pelo Governo não se funda em razões de ordem técnica ou de segurança, tratando-se, isso sim, de uma decisão de natureza estritamente política. Uma decisão que, ao ser suportada por um Despacho conjunto do Ministério da Administração Interna e do Ministério da Economia, revela, ainda, a subordinação do Governo aos interesses privados da concessionária que explora a Ponte 25 de Abril.

O Governo PSD-CDS/PP, cada vez mais enfraquecido e isolado, procurou alimentar inseguranças, tenta forçar o confronto e encena a provocação. O que o Governo teme é o inevitável alargamento e intensificação do protesto e indignação populares, resultantes do impacto das novas e ainda mais brutais medidas de desastre económico e social, contidas na sua proposta de O.E. para 2014.

A CGTP-IN, fiel aos seus princípios, objectivos, ao seu percurso coerente e consequente de mais de 43 anos e ao seu património de confiança por parte dos trabalhadores e da população, recusa a provocação e o conflito desejado pelo Governo e:

  Reafirma a realização das Marchas “Por Abril – Contra a Exploração e o Empobrecimento”, em Lisboa e no Porto, no próximo sábado, 19 de Outubro.
  Confirma a realização, no dia 19 de Outubro, de uma grandiosa Concentração de Protesto e Luta, em Alcântara / Lisboa, a partir das 15 horas, destino final da Marcha “Por Abril – Contra a Exploração e o Empobrecimento” e a Marcha, no Porto, no percurso anunciado.
  Ilegitimamente impedida a passagem, a pé, na Ponte 25 de Abril, a CGTP-IN apela a que na passagem rodoviária seja expresso um forte, sonoro e vibrante protesto na deslocação para a Concentração final.
  Exorta à mobilização e à participação massiva dos trabalhadores, dos jovens, das mulheres, dos reformados e aposentados, dos desempregados e de todos os sectores e camadas da população atingidos pela política de direita e que se batem pela demissão do Governo, pela realização de eleições antecipadas e pela construção de uma real alternativa de esquerda e soberana.

-         POR UM PORTUGAL DESENVOLVIDO E SOBERANO!
-         PELAS LIBERDADES DEMOCRÁTICAS E EM DEFESA DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA!
-         25 ABRIL SEMPRE!


Lisboa, 15 de Outubro de 2013 

terça-feira, outubro 15, 2013

Em estado de choque de Estado

Acabados de ouvir a ministra e sus secretários de Estado, o estado é de choque. Não pela surpresa mas pela brutalidade confirmada. E, por isso, terei ouvido mal mas nada ouvi que atingisse os detentores de capital financeiro. Não se lhes toca nem num pintelho, como diria Catroga, meu colega de escola de economistas mas não colega economista, que gosta de dizer coisas e de fazer programas de governo.
Agora, lá se terá de ouvir os comentadores, e embrulhar as respostas a esta pergunta muito simples: sendo este o resultado e as consequências, para que serviram os sacrifícios anteriores?, para serem continuados e agravados, em nome de objectivos que de antemão se sabe que não serão atingidos? 

A descida do IRC ao serviço das grandes empresas e seus accionistas



A austeridade e as crianças



da RTP-notícias:

UNICEF acusa Portugal 

de violar 

os Direitos da Criança 

devido à austeridade


O relatório oficial do Fundo da ONU para a Infância, a que o jornal Expresso teve acesso, fala em retrocesso nos Direitos da Criança e na violação de tratados internacionais assinados pelo Estado, colocando as crianças em situações dramáticas devido à política de austeridade imposta pelo governo português. Assinala que há cada vez mais fome e carências básicas entre as crianças portuguesas, como a falta de acesso a serviços de saúde e de educação. O documento indica ainda que as medidas foram tomadas sem um estudo prévio do que poderia advir da sua aplicação, e sugere a criação de uma entidade independente para controlar, vigiar, aconselhar e garantir os direitos básicos das crianças, como um Provedor da Criança.

c/Elsa Paz Couto

Dia 19 será o dia!

Recebi esta mensagem por e-mail amigo e gostei. Amargamente gostei. 



































































































E claro que irei. Voluntariamente solidário! 

domingo, outubro 13, 2013

Tomadas de posição...

O PCP entregou esta semana, na Assembleia da República um projecto para acabar de imediato com as subvenções dos titulares de cargos políticos e para impedir os regimes especiais de aposentação no Banco de Portugal e na Caixa Geral de Depósitos, entre outros.

"Propomos a cessação imediata das subvenções vitalícias e dos subsídios de reintegração, sem regime de transição", explicou à Lusa o deputado do PCP António Filipe, sublinhando que o projecto dos comunistas vai mais longe do que o diploma do Governo.

Os dois diplomas serão discutidos na reunião plenária de quinta-feira.

Actualmente os deputados que exercessem funções durante 12 anos têm direito a uma subvenção vitalícia quando completarem 55 anos de idade.

A proposta do Governo põe fim a esta subvenção vitalícia, mediante um regime de transição para os deputados que completem os 12 anos de mandato na actual legislatura (e que têm entre oito e onze anos de Parlamento), que prevê uma subvenção parcial correspondente aos anos de serviço completados à data de entrada em vigor da lei.

O PCP propõe acabar de imediato com o subsídio de reintegração a que os deputados e membros do Governo têm direito quando cessam funções (um mês de vencimento por cada semestre completado no Parlamento ou no Executivo), enquanto o Executivo quer aplicar a mesma regra de transição aplicada ao fim das subvenções vitalícias.

O universo de aplicação da lei do PCP é o mesmo do do Governo: primeiro-ministro, membros do Governo, juízes do Tribunal Constitucional que não estejam na carreira da magistratura, deputados, deputados portugueses no Parlamento Europeu, representantes da república nas regiões autónomas, governadores civis e autarcas.

O diploma do PCP trata um aspecto não contemplado no diploma do Governo, determinando que nenhuma entidade pública ou privada em que o Estado tenha direito de veto "pode criar regimes especiais de reforma, aposentação, indemnização ou prémio de qualquer natureza por cessação de funções, aplicáveis aos respectivos administradores ou dirigentes".

"Acabamos com qualquer tipo de regimes especiais, como os que existem no Banco de Portugal ou na Caixa Geral de Depósitos e que permitem aos administradores acumular reformas ou indemnizações milionárias quando saem", sublinhou António Filipe.

Lembrando que o PCP sempre se bateu contra "qualquer tipo de privilégios dos políticos", António Filipe adiantou que o diploma do seu partido proíbe também a acumulação de vencimento dos titulares de cargos políticos com reformas ou subvenções.

"Têm que optar: ou recebem o vencimento ou a reforma", precisou o deputado comunista, lembrando que a proposta do Governo prevê que um político possa acumular um terço da reforma com o vencimento ou vice-versa (até agora não existia qualquer limitação).

A proposta do PCP proíbe ainda a possibilidade - actualmente legal - de os autarcas acumularem o seu vencimento com remunerações de empresas municipais onde trabalhem.

Também aqui os comunistas vão mais longe do que o diploma do Executivo, que prevê que os eleitos locais possam juntar um terço de outras remunerações em empresas municipais com o seu vencimento base.



Salário mínimo nacional

sábado, outubro 12, 2013

Da riqueza mundial e da sua distribuição

De um blog - de Michael Roberts - de que mail amigo (obrigado!) me forneceu a pista, retirei algumas informações que resumo e reproduzo:

Desigualdade da riqueza mundial: 1% possui 41%, os mais 10% possuem 86%; metade possui cerca de 1%

Apenas 8,4% dos 5 milhares de milhões de adultos possuem 83,4% de toda a riqueza mundial (propriedades e activos financeiros, como carteiras de títulos, acções e disponível em bancos). Perto de 400 milhões têm o rendimento mínimo (réditos depois de descontados débitos) de mais de 100 mil dólares, isto é, menos de 10% possuem mais de 86% da riqueza mundial! (...) Dois terços dos adultos no mundo dispõem de menos de 10 dólares de riqueza líquida e milhares de milhões não têm nada de nada (...), por outras palavras (ou números), 3,2 milhares de milhões são totalmente desprovidos.
Estes novos dados da riqueza mundial (e sua distribuição) estão num relatório publicado do Credit Suisse Bank, da autoria dos professores Anthony Shorrocks e Jim Davies (global wealth report e wealth database).  
Os autores  estimam que a riqueza global atingiu um novo máximo em 2013, superando em 4,9% o valor do ano de 2012. A este novo máximo, apesar da crise..., associa-se uma cada vez maior desigualdade na distribuição (mais "selvagem"), segundo a residência da população.


Change in household wealth by region 2012-2013:
Region
Total Wealth 2013 (USD billion)
Percentage Change 2012-13
Africa
2,711
1.2
Asia-Pacific (including China and India)
73,879
-3.7
Europe
76,254
7.7
Latin America
9,139
3.6
North America
78,898
11.9
World
240,881
4.9



sexta-feira, outubro 11, 2013

Deus não nos livrou...

trabalho de recolha feito por outros, recebido por mail, 
e que muito agradeço:

Cavaco, 10/6/2010:
"Como avisei na altura devida, chegámos a uma situação insustentável." (dívida 94%)
o
Cavaco, 9/3/2011:
"São insustentáveis tanto a trajetória da dívida pública como as trajetórias da dívida externa." (dívida 108,2%)
o
Cavaco, 1/1/2013:
"As dificuldades que Portugal atravessa derivam do nível insustentável da dívida do Estado e da dívida do País para com o estrangeiro." (dívida 124,1%)
o
Cavaco, 3/10/2013:
"Surpreende-me que em Portugal existam analistas e até políticos que digam que a dívida pública não é sustentável. Só há uma palavra para definir esta atitude: ma-so-quismo." (dívida prevista pelo Governo de 127,8%)
 ---o---
Cavaco, 21/12/2010:
"Deus nos livre de termos um Presidente da República que não mede as palavras que diz"



... mas nós temos de nos livrar dele...
livra!