quarta-feira, março 05, 2014

Ucrânia - outras notícias


China amenaza a EEUU con sanciones económicas si continúa con la misma postura con respecto a Ucrania
3-03-14
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El Departamento de Estado norteamericano, ante la postura rusa con respecto a Ucrania, dio a entender sanciones económicas para aislar a Rusia con la congelación de activos y el bloqueo de la venta de armamento, sin embargo, el ardor estadounidenses se ha extinguido en China. El país asiático ha afirmado que si EEUU no cambia su postura con respecto a Ucrania, puede requerir el pago de las deudas en oro a los Estados Unidos, lo que pondría en jaque a la economía estadounidense.
China actuó de nuevo como un formidable aliado Rusia y abiertamente del lado de Vladimir Putin y su gestión de la crisis ucraniana.
Como se supo hoy, las autoridades chinas están dispuestas a utilizar el derecho de “veto” ante cualquier decisión del Consejo de Seguridad de la ONU dirigido contra Rusia.
Por otra parte, China enfrió magistralmente las “ambiciones geopolíticas” y las exigencia de EEUU al insinuar que puede exigir el pago de sus obligaciones de deuda en oro. La amenaza es lo suficientemente eficaz, teniendo en cuenta el hecho de que las reservas de oro de los Estados Unidos no cubren las obligaciones de deuda.
Según informó el diario ruso vesti.ru, varios líderes del gobierno chino han mantenido conversaciones con Turquía, y han llegado al acuerdo con la nación islámica de no permitir el paso de barcos de la OTAN a través del estrecho del Bósforo en Estambul. Esta información, publicada originalmente por medios de comunicación de la República Popular China no ha tenido excesiva repercusión mediática hasta que los medios rusos se han hecho eco de la noticia.
Es necesario recordar que no es la primera vez que recientemente China alza su voz en cuestiones estratégicas. Durante el conflicto de Siria, Rusia y China bloquearon la resolución del Consejo de Seguridad de la ONU para invadir el territorio del país, y ahora el mismo aliado estratégico de Rusia ha decidido una vez más apoyar a Rusia en un momento difícil para sus intereses geopolíticos.
Recordemos que hace pocos días, los EEUU amenazaron a Rusia con sanciones económicas, incluso hasta con el aislamiento, en el caso de la introducción de tropas en territorio ucraniano. El Secretario de Estado de EEUU, John Kerry, dijo que las acciones de Moscú en Ucrania eran “un increíble acto de agresión”, al comentar la resolución del Consejo de la Federación rusa sobre el despliegue de tropas en Crimea.
El Jefe del Departamento de Estado también dijo que Estados Unidos tiene la intención de perseguir el aislamiento de Rusia hasta “la congelación de activos.” “Putin está tratando de anexar la Crimea y esto es intolerable”.

Además de las sanciones económicas, las autoridades estadounidenses también amenazaron a excepción de Rusia del G-8. “Rusia tiene una gran necesidad para el comercio y la inversión, que se verán perjudicados si los militares rusos no salen inmediatamente de Ucrania”. “Es la opinión general de los ministros de relaciones exteriores con los que hablé ayer” dijo Kerry, “todos los G8 y muchos otros, están dispuestos a aislar a Rusia, nadie va a acercarse a Moscú como un socio de negocios normal”. Además, Kerry señaló que puede haber restricciones en los visados ​​para los rusos que quieran viajar a Europa, los EE.UU. y otros países aliados.

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penso ser legível a língua original...
sê-lo-á para os estado-unidenses? 

Uma entrevista com 1 ano e 2 meses de atraso

Já me tinha esquecido de ter dado estas respostas, em entrevista a que respondi em 30 de Janeiro de 2013! Quando este cantinho estava em plena actividade. Que, entretanto, esmoreceu um pouco. 
Foi hoje publicada...
Reli-a e não alteraria uma linha, uma palavra. Embora, talvez..., somasse algumas,

Persisto e assino, como cantava o Brel. Tanto assim que a reproduzo.

quarta-feira, 5 de Março de 2014
Entrevista ao Sr. Sérgio Ribeiro

Para começar a entrevista, como eu andava à procura do início do seu blogue, e embora tenha passado por algumas outras publicações, calhei logo naquela que fala sobre a sua ida à cidade do Socialismo, ou melhor à Festa do Avante. O que é que a Festa significa para si? O que é que representa, ou devia representar, para os portugueses? 
Para mim…é A FESTA. Devia representar, para todos!, uma iniciativa cultural, recreativa, desportiva. Um convívio e uma troca de experiências. Um banho de cultura portuguesa!

Acredita que neste momento é possível criar-se um País com Socialismo? 
Teríamos de pré-definir
 “neste momento”, para além do que é um “País com Socialismo”.
O Socialismo é
 um projecto e uma luta 
que, na minha leitura da História, se realizará!

Que aventuras tem da Festa do Avante, e da luta, antes e depois do 25 de Abril?
Não há nem tempo, nem espaço, para lhe dar uma ideia de mais de 50 anos de militância, e de mais de 30 Festas do Avante.

Tendo em conta que na altura que a Rússia tentou criar o Socialismo, meio mundo estava submerso num nazismo/fascismo puro e duro, foi fácil levar avante o socialismo quando não se estava preparado para isso, nem havia condições para tal?
A pergunta está anacrónica. A Revolução Soviética é de 1917. O Nazi-Fascismo implanta-se anos mais tarde, e como travão à mudança social necessária para que a Revolução Soviética podia ser estímulo,  exemplo, ajuda.

Tendo em conta que viveu no tempo da senhora de Salazar e Caetano, que direitos é que se conquistaram e quais se têm perdido com esta alternância? É estranho que as pessoas desconheçam os seus direitos e deveres?
Direitos políticos (não só os da democracia representativa – eleger e ser eleito – mas também os da democracia representativa), direito ao trabalho, direito à saúde, à educação, à segurança social, como direitos universais e gratuitos (pagos pelos impostos necessariamente solidários). Não é estranho porque não é inocente esconder-se dos cidadãos os seus direitos, pois eles colidem com interesses privados, egoístas, de classe.

Como vê a forma como se tem lutado em Portugal – lutas e manifestações esporádicas, embora mais constantes que era costume?
Como formas de luta, como reacções aos ataques aos direitos conquistados, umas organizadas e com um sentido, outras espontâneas e sinais de desespero, inserindo-se numa luta de sempre...
Pensa que existe medo? Ou acredita que as pessoas têm medo de enfrentar a realidade e perceberem no que vivem e o que rodeia? Também é por isso que tem no início do seu blogue “Acordai” de Fernando Lopes Graça?
Existe desinformação, manipulação informativa, medo. O “acordai” do FLG canta um poema de José Gomes Ferreira que é um grito-apelo à tomada de posição consciente e informada.
No início tem uma imagem do PCP em que diz para rejeitar o pacto de agressão; na sua opinião é uma obrigatoriedade? E quanto à dívida?
É uma necessidade do povo. A dívida tem várias componentes e resulta de várias causas, não pode é ser paga pelo povo, por quem trabalha, e que não foi a causa dessa dívida.

Dia 7 de Fevereiro de 2013 partilhou um artigo sobre Stalingrado e luta contra Hitler. Para si esta luta de Stalin foi um marco histórico para os povos europeus?
A luta foi do
 povo soviético, foi heróica e foi decisiva para os povos europeus. Staline foi um homem que teve papel importante nessa luta.

O que é que se ganhou e perdeu com essa luta – com Stalin –, que mentiras têm sido criadas e que erros foram cometidos?
Ganhou-se a derrota do nazi-fascismo, da barbárie. As mentiras são a inverdade histórica, escrita pelos interesses de uma classe dominante.

Num dos comentários. disseram que não podemos esquecer Stalingrado e o Socialismo Soviético. Concorda? Se sim, porque razões?
Não nos podemos esquecer de Stalinegrado (cidade que tinha esse nome, e marco de uma heróica resistência de um povo); não nos podemos esquecer do socialismo tal como foi levado à prática na União Soviético por tudo o que representou de enorme passo em frente no caminho da Humanidade, e também pelo que nos pode ter ensinado do que não se deve repetir, sobretudo o afastamento dos dirigentes das massas.
Visto que o camarada é comunista, quantas crianças é que já comeu? E quantas têm sido comidas pela CDU na Marinha Grande, Peniche, no Alentejo…?
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Como é que surgiu a ideia da criação do blogue?
Não sei… como uma forma de intervenção, de ajuda (infinitesimal mas insubstituível) para a transformação do mundo.

Já são 7 anos desde que abriu o anónimosécxxi. Como é que tem sido?
Uma experiência pessoal interessante e, espero…, com alguma utilidade colectiva.

Após estes 7 anos, tem conseguido levar a mensagem que pretende a mais pessoas? Tem conseguido fazê-las pensar?
A algumas… talvez. A mim, de certo!
A escassos dias de uma manifestação, e a um mês de outra, o que se pode esperar depois destas duas lutas – numa altura em que surge nos jornais e na internet notícias que a esmagadora maioria dos arrendados vai viver para o olho da rua, e que a segurança social está a aconselhar as mães a abortarem e que as políticas do governo vão continuar?
Mais luta, muita luta. Mais esclarecimento, mais tomada de consciência.
O partido comunista ao qual pertence, pretende eleições antecipadas, mas na sua opinião qual é o melhor caminho para o país?
O esclarecimento das massas, a sua tomada de posição esclarecida (nas eleições
 e não só), o caminho que, esclarecidas e em consciência, seja tomado pelas massas.

A cultura, educação, saúde, a língua, a igualdade, são importantes porquê? Porque é que é imperioso lutar por elas?
Porque são valores e direitos sociais, humanos. Porque só pela luta se imporão aos interesses egoístas, do que é contra o progresso social, a cultura, a saúde, a educação, a língua, a igualdade, a Humanidade, e os seus caminhos de futuro.

Também no seu blogue faz alusão ao centenário do nascimento de Álvaro Cunhal. Porquê? O que é que significa para si? O que é que aprendeu? O que é que se deve aprender com ele?
Um homem e um camarada que é um exemplo. Pela sua vida, pela sua reflexão sobre a vida, pela luta colectiva e o papel que teve nela. A aprender. Sempre.

O camarada como é que vê a forma como tratam as pessoas mais velhas – que lhes retiram grande parte das reformas, dinheiro para medicamentos, e mesmo a casa onde moravam?
Motivos, razões inadiáveis de luta!
Acredita que o mal é que os portugueses têm um respeitinho muito lindo, como diz o José Mário Branco, e não obedecerem ao Artigo 21º?
O mal é a correlação de forças ser a que é por motivo da falta de informação e de esclarecimento que todos temos.

Em conversa com o Hugo Correia disse-me que, hoje depois do analfabetismo, veio a televisão. São duas formas de levarem a água ao seu moinho - Morangos com Açúcar, Casa dos Segredos, Futebol..., são exemplos disso? E que mais formas têm sido usadas para a inércia do povo?
Todas… desde que ao serviço da classe que nasceu e se aproveita da exploração do homem pelo homem.

Que mensagem é que gostava para os adolescentes e os jovens?
Lutar e aprender, aprender e lutar. Olhar para o outro como um igual, por mais diferente que pareça. Privilegiar, sempre, o interesse colectivo sobre o individual. Ser solidário.

Como vê esta imigração? É idêntica à dos anos 60?
Diferente. E igual. Diferente pelas condições em que se faz. Igual pelas circunstâncias sociais negativas que levam a ela. Igual por resultar de condições repulsivas, centrifugadoras, desertificantes.

Por fim como vê a situação do país?
Mal. Mas em luta. Para que seja melhor. E em condições de ser possível. Porque em luta.

Quais são os seus sonhos para Portugal?
Que seja uma Pátria (ou Mátria) para os portugueses e não uma madrasta (ou padrasta).

Obrigado pelo teu tempo, votos de bom trabalho.

Projecto de recolha de histórias – Pessoas com história 

Entrevista por: Pedro Marques
Correcção por: Sílvia Dias

30 de Janeiro de 2013




terça-feira, março 04, 2014

Mais ricos mais ricos!, quantos mais pobres mais pobres?

No Correio da Manhã de hoje (e não só):






















e 1,1 milhões de portugueses
sem médico de família!
além do resto...

Ucrânia - Entrevista com Piotr Simonenko, Primeiro Secretário do Comité Central do Partido Comunista da Ucrânia

Петр Симоненко: “Я говорил европейским эмиссарам, что без референдума относительно интеграции в ЕС Украина окажется на грани раскола”
КПУ не намерена объединяться ни с одной из сил и будут проводить самостоятельную политику. Об этом в интервью РБК-Украина заявил лидер Компартии Петр Симоненко. Интервью записывалось до начала военной экспансии России в Украину, потому в ответе на в вопрос о федерализации данный момент оказался упущенным. При этом Симоненко утверждает, что, приняв закон по референдуму, предложенный его партией, ситуацию еще можно исправить
(...)
Piotr Simonenko, Primeiro Secretário do Comité Central do Partido Comunista da Ucrânia
3 de Março de 2014
Eu, no ano passado, disse aos emissários europeus que sem um referendo sobre a integração na UE, a Ucrânia estava à beira da cisão

Como avalia a revogação da lei sobre as línguas regionais?
Negativamente. A Ucrânia é diversa do ponto de vista étnico, é diversa no plano linguístico. Muitíssimos cidadãos utilizam a língua russa na sua vida diária. Por isso a revogação da lei sobre as línguas regionais viola os direitos dos cidadãos, e o nosso grupo parlamentar não votou pela sua abolição.
A Ucrânia ratificou a Carta Europeia de defesa das línguas das minorias nacionais, e foi precisamente com base nesta Carta que foi aprovada a lei sobre as línguas regionais. Portanto vamos apelar para a comunidade europeia, uma vez que a Ucrânia, como membro da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, deve cumprir todas as resoluções europeias.

Qual é a possibilidade de uma proibição da actividade do Partido Comunista na Ucrânia ?
Segundo a Constituição da Ucrânia, a proibição de qualquer partido só é possível por decisão de um tribunal. E a proibição da actividade do Partido Comunista em 1991, aprovada pela Rada Suprema, foi 10 anos mais tarde cancelada pelo Tribunal Constitucional como ilegal. E todos os governantes da Ucrânia , quaisquer que sejam, devem lembrar-se desta lição.
E não esqueçamos também a história – só os fascistas proibiram o Partido Comunista.

Em países da Europa Oriental foi proibida a actividade dos partidos comunistas locais após a desintegração da União Soviética — como culpados pelos actos do regime soviético. E quem o fez não foram regimes fascistas .
O PCU foi registado pelo Ministério da Justiça da Ucrânia independente em 1993. Por isso, aqueles que agora tentam declarar uma «caça às bruxas» não se esqueçam de que ela irá virar-se principalmente contra eles próprios.

Entretanto, no país destroem-se em massa monumentos a Lénine e incendeiam-se instalações do Partido Comunista. O que tencionam opor a isto?
É claro que agora se está a praticar banditismo político. E aquilo em que se devia estar a pensar era como alimentar as pessoas, organizar o trabalho das empresas, organizar a arrecadação de impostos e o pagamento de salários aos funcionários do Estado. Porque o tesouro hoje está vazio. As instituições financeiras estrangeiras não abrirão linhas de financiamento à Ucrânia, porque no país prossegue uma guerra civil. E é preciso trabalhar para evitar as consequências inelutáveis.

O que entende por consequências inelutáveis?
As consequências inelutáveis consistem no facto de a Ucrânia perder a maioria das indústrias e não ser capaz de entrar nos mercados europeus. O mercado interno do país é tomado por empresas estrangeiras. O sistema bancário está a desmoronar-se. A agricultura está a começar as sementeiras e necessita de fundos e combustível.

Não lhe parece que falar de que a Primavera chegou, começou a sementeira, os agricultores precisam de ajuda — são consequências do facto de em 23 anos não se ter reformado o Estado e continuarmos a viver, de facto, na Ucrânia soviética, mas sem os recursos que havia na União Soviética?
Durante todos estes anos os comunistas não estiveram no poder, e isso dá-me fundamento para declarar que se se desse atenção ao programa anticrise do PCU, talvez pudéssemos já hoje tomar medidas decididas para restaurar a ordem e desenvolver uma economia diversificada. Mas ninguém quer prestar atenção às propostas do Partido Comunista. Mas se adoptarem este programa ainda há possibilidades. Se não, qualquer cenário é possível.

Com quem é que agora o Partido Comunista pretende realizar um trabalho conjunto: com os que saíram do Partido das Regiões, com aqueles que permaneceram no PR, com a nova maioria na Rada?
O PCU aplicará apenas a sua própria política. Esta política é descrita no nosso programa e é apoiada pelos nossos eleitores. Tudo o resto são enganos. Nós consideramos a natureza e conteúdo do projeto de lei, e, independentemente do autor da lei, votamos nele se uma nova norma permite introduzir a ordem, ajuda os trabalhadores a defender os seus interesses. E é assim que procedemos sempre.

O PCU apoia, e em que condições, a lei da depuração, se for apresentada na Rada?
Se essa lei for adoptada e forem realizadas investigações, não ficará ninguém na Rada além do grupo parlamentar do Partido Comunista.

Qual é a sua opinião sobre a federalização da Ucrânia?
Hoje a questão é como preservar a integridade territorial e a soberania do país. Ele está sob ameaça devido a vários factores.
Primeiro, as contradições internas, construídas sobre premissas históricas, tradições culturais e linguísticas. Essas contradições foram usados pelo capital oligárquico, especialmente durante todas as campanhas eleitorais.
Em segundo lugar, o factor externo. A Roménia prossegue uma agressiva política de informação em relação à Bessarábia e à Bucovina setentrional. Ressoam declarações de que os romenos estão dispostos a defender de armas na mão os interesses dos romenos no território da Ucrânia.
Na região transcarpática foram activamente emitidos passaportes de cidadãos da Hungria. E não está excluído que os cidadãos da Ucrânia com passaporte de cidadãos da Hungria venham a participar em eleições na Hungria.
Quanto à federalização, neste contexto nós, comunistas, propomos que se realize uma amplíssima discussão na sociedade, estudando a experiência estrangeira, e no fim se realize um referendo. Esse processo será concluído quando as pessoas entenderem do que se trata. Como foi feito na Bélgica e outros países.

Para realizar um referendo é necessário, pelo menos, regressar à antiga lei-quadro. Porque a lei actual sobre referendos em princípio não permite fazê-lo.
Temos na Rada uma proposta sobre este tema. E no ano passado eu disse aos emissários europeus — Štefan Füle, Aleksander Kwasniewski e Pat Cox — que, sem um referendo sobre a integração na UE, a Ucrânia estava à beira da cisão. Mas então o processo de referendo foi bloqueado tanto pelos representantes do poder como pelos representantes da oposição.


[Fonte: RBK Ukraína 
Tradução: JO]
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RADA é o parlamento da Ucrânia,
onde o Partido Comunista tem (tinha?) 27 eleitos!

segunda-feira, março 03, 2014

A dívida pública a subir, sempre a subir...

Do sapo-expresso:

Dívida pública ultrapassa os 217 mil milhões

Em janeiro, a dívida pública subiu 
mais 3916 milhões de euros 
face ao mês anterior.

Lusa
Segunda feira, 3 de março de 2014
A dívida pública atingiu em dezembro os 129% do PIB

A dívida das administrações públicas aumentou para 217.306 milhões de euros em janeiro, mais 3916 milhões de euros face ao valor registado em dezembro do ano passado, segundo dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal.
Os dados apresentados pelo Banco de Portugal, que desde hoje passou a antecipar esta divulgação, são apresentados na ótica de Maastricht, aquela que é relevante para a Comissão Europeia.
Em dezembro, a dívida atingiu os 213.390 milhões de euros ou 129% do Produto Interno Bruto (PIB).
Segundo os dados do Banco de Portugal, o valor da dívida em janeiro, líquida de depósitos da administração central, atingiu em janeiro os 196.943 milhões de euros, mais 852 milhões de euros que o valor registado em dezembro.
O rácio da dívida pública em percentagem do PIB tem vindo a aumentar ao longo dos últimos anos e passou de 108,3% em 2011, para 124,1% em 2012 e 129% em 2013.
A meta do Governo para a dívida pública em 2013, constante na proposta de Orçamento do Estado para 2014, é de 127,8% do PIB.
Para 2014, e segundo o mesmo documento, a meta da dívida é de 126,7% do PIB.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/divida-publica-ultrapassa-os-217-mil-milhoes=f858974#ixzz2uubCRNcw


É isto!
... e o "milagre".
E assim se vai transformando
em dívida de todos nós,
o que foi obra (e graça) de alguns
para desgraça de muitos.


domingo, março 02, 2014

sábado, março 01, 2014

Ucrânia - estranhezas

Nas "páginas oficiais (ou oficiosas)" da União Europeia a Ucrânia não faz parte dos Estados candidatos ou potenciais candidatos...

«A caminho da adesão 
à União Europeia
A UE continuará a expandir-se, uma vez que um número crescente de países manifestaram interesse em aderir. Estes países dividem-se em países candidatos e países candidatos potenciais. Os primeiros encontram-se na fase de transposição da legislação da UE para a legislação nacional, enquanto os países candidatos potenciais ainda não cumprem os critérios para uma adesão à UE.

Países candidatos
Capital: Skopje
Superfície total: 25 433 km²
População: 2,05 milhões de habitantes
Moeda: denar (ден)
Espaço Schengen: Não faz parte doespaço Schengen
Capital: Reiquiavique
Superfície total: 103 000 km²
População: 300 000 habitantes
Moeda: coroa islandesa (kr)
Espaço Schengen: Membro doespaço Schengen desde 1996
Capital: Podgorica
Superfície: 14 026 km²
População: 600 000 habitantes
Moeda: euro (€)
Espaço Schengen: Não faz parte doespaço Schengen
Capital: Belgrado
Superfície total: 77 474 km²
População: 7,4 milhões de habitantes
Moeda: dinar sérvio (РСД)
Espaço Schengen: Não faz parte doespaço Schengen
Capital: Ancara
Superfície total: 780 580 km²
População: 71,5 milhões de habitantes
Moeda: lira turca (TRY)
Espaço Schengen: Não faz parte doespaço Schengen

Países candidatos
Capital: Tirana
Superfície total: 28 748 km²
População: 3,6 milhões de habitantes
Moeda: lek (L)
Espaço Schengen: Não faz parte doespaço Schengen
Capital: Sarajevo
Superfície total: 51 209 km²
População: 4,6 milhões de habitantes
Moeda: marco bósnio-herzegovino convertível (KM)
Espaço Schengen: Não faz parte doespaço Schengen
Capital: Pristina
Superfície total: 10 887 km²
População: 1,7 milhões de habitantes
Moeda: euro (€)

Espaço Schengen: Não faz parte doespaço Schengen


... é por isso estranho (?) e significativo
que se ouça e leia que a Ucrânia
"estava a bater à porta da U.E."