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quinta-feira, dezembro 10, 2020

Cadernos de aponta mentes-3 - Abel Salazar e a A crise da Europa

Este foi o 3º dos cadernos de aponta mentes. Preparado em 2013, recuperava um prefácio pedido e não aproveitado (por fim de financiamento à edição das Obras Completas de Abel Salazar...), e parecia muito oportuno em tempo de eleições "europeias",
Mais oportuno ainda porque um de apelidos Durão Barroso vira na edição de A crise da Europa (de 1942!) uma oportunidade (própria dos que estão sempre à tocaia) para interpretar às avessas (em edições em inglês e em francês!) o que Abel Salazar escrevera numa perspectiva histórica em que muito se aprende. 
Não teriam sido suficientes as mais que sobrantes razões para que Abel Salazar viesse, com o que escrevera em 1942, acertar o passo com a História (e a leitura que fazia há 60 anos), editado em 2013/14  em circuito para informar, esclarecer, divulgar.
Por isso, depois de baldados esforços, publicou-se em circuito restrito (para oferta e a expensas próprias), no começo de 2014, e a tempo de distribuição restrita (300 exemplares, de que muitos sobraram que estão aí à disposição de quem estiver interessado).



segunda-feira, março 24, 2014

"A crise da Europa" de Abel Salazar, em 1942!

Serão fracos os frutos, mas vêm de dentro, da seiva que vai correndo e se alimenta da experiência (da própria e, sobretudo, da dos/as outros/as pelos séculos dos séculos).
Este é o último, de uma série que, sendo de "produção independente", tem a enorme ambição de ser útil ("comestível"), de desmistificar uma União Europeia em crise, porque o capitalismo o está, que não é a Europa, que já nos anos 30 em crise estava, porque o capitalismo já então o estava.
Divulgar esta reflexão de Abel Salazar tem sido uma tarefa. Porque, como reflexão lúcida e comprometida, se estima que é de grande préstimo para o futuro que se constrói no presente e conhecendo o passado, "lendo" o processo histórico, os caminhos dos seres humanos no meio, e pelo meio, de que são parte. Nas relações sociais que entre si engendram, que na pré-História da Humanidade é de luta de classes.





















Este é o último fruto desta já "velha árvore", 
esperando que não seja o último... 
Alguns o acharão despiciendo, 
quiçá até portador de bicho ou outra peçonha. 
Se tiver um leitor, e ele 
(ou um outro... o que já daria dois leitores!) 
o comentar e criticar 
cumpriu a sua missão.