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segunda-feira, novembro 18, 2013

A CRATinice desta semana

Não será justo. Porquê esta  discriminação positiva a este Crato ministro? Outros mereceriam referência e registo no que respeita a cratinices. Mas, que querem? Crato e a "sua educação" provocam-me. Ouvir tal ministro é surpreendente! Que país é aquele?, isto é, fica-se surpreso. Então a falácia da "liberdade de escolha" é de embasbacar.
Na semana que passou estive umas horas a ouvir Crato. Dir-me-ão que sou masoquista, mas riposto que é preciso ouvi-los, conhecê-los, desvendá-los. Tentar penetrar nos esconsos meandros de coisas como as provas para os professores terem acesso à profissão, como via ínvia para privatizar o ensino, para fazer deste mercadoria. 
E aquela monstruosidade de fazer pagar essas provas (com "língua de palmo") enquanto por três dinheiros ao câmbio de euros se compram examinadores dessas provas entre a "classe profissional"?!
Heloísa Apolónia, com muita "pinta", levou o Crato à parede. E ele, acossado, saiu-se com a CRATinice da semana:
"o trabalho humano custa dinheiro"!
Olhe que não, doutor Nuno! Olhe que não é essa a forma de pôr o problema em equação. O que custa dinheiro, e muito mais que dinheiro, é termos um ministro tão Crato na educação.

segunda-feira, novembro 11, 2013

A CRATinice desta semana

Andava às voltas com uma secção destas para este blog. Para descomprimir...
O título e os temas variavam.
Esta semana, no Expresso, encontrei a solução. 
Para esta semana. (embora houvesse outros motivos, como "MACHETadas")
Haverá outros Cratos em outras semanas para alimentar a secção e dar-lhe títulos.


É o que faz um "exquerdista" militante, depois dedicado às matemáticas e ora convertido ao "troikismo" governante, meter-se pelas áreas da economia política e dos sistemas monetários, ignorante ou esquecido do que deveria ter conhecimento (deveria saber como, nesse tipo de contas, a RFAlemanha pagou o que gastou a mais na guerra!). 
Durante uma reunião de Conselho de ministros terá pegado num "papel de assentos" (de mercearia)  e feito contas: a dívida é X, o que os portugueses gastam em comida e em transportes durante um ano é Y, como Y é menor que X... tau! 
Os outros mini istros embasbacaram. E adoptaram como "contas certas", justificando políticas erradas e danosas (para os portugueses!). Pois se era o senhor professor de matemática...
Uma CRATinice pegada.