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sexta-feira, janeiro 27, 2017

Centenário da Revolução de Outubro

Participa! 

Dia 28 de Janeiro às 15h00 no Forúm Lisboa

com a presença do Secretário Geral do PCP

Jerónimo de Sousa

http://www.dorl.pcp.pt/index.php?option=com_acymailing&ctrl=stats&mailid=246&subid=3076&no_html=1


segunda-feira, janeiro 09, 2017

De uma "bica" bem tirada...

Sabem a “outra coisa” os Expresso curto(s) do jornalista Valdemar Cruz. Sabem a café… Talvez porque sejam tirados por um jornalista (e basta como identificação de autoria), e que o sejam por muito (e bom) tempo.
Da "bica" matinal de hoje pode saborear-se este gole:
«(...) Celebram-se este ano os 100 anos da Revolução soviética. Nada seria mais redutor do que acondicionar no que possa ser o legado de Estaline uma Revolução cujo impacto em todos os continentes foi único, seja na transformação de mentalidades, seja pelo exemplo de luta, seja pela esperança aberta para a possibilidade de criação de um mundo novo. Isto independentemente dos juízos de valor que cada um possa depois fazer sobre a evolução do processo até a desintegração da URSS. Nesse sentido, é útil a leitura de “O Século Soviético”, de Moshe Lewin. Por fim, uma entrevista de Lewin ao Le Monde Diplomatique do Brasil, na qual sinaliza dois equívocos na discussão sobre a União Soviética: “O primeiro consiste em entender o anticomunismo como uma análise da URSS, e o segundo, em "stalinizar" a totalidade do fenómeno, que não teria passado de um "gulag" do princípio ao fim”.
O 25 de abril fez-se para isto mesmo. Pluralismo e diversidade de opiniões sobre uma mesma realidade.»

apenas juntaria um "cheirinho":
e, respeitando pluralisno e diversidade de opiniões, 
houve também quem tivesse tentado levá-lo mais longe
na caminhada para a transformação da realidade.


segunda-feira, novembro 07, 2016

7 de Novembro - A Revolução das Revoluções


“Todos sabemos, mas é necessário termos sempre presente, que a Revolução de Outubro foi ponto de partida para a primeira grande tentativa, na história da humanidade, de construção de uma sociedade nova, liberta de todas as formas de opressão e de exploração. O impacto e as consequências planetárias deste acontecimento constituem uma realidade objectiva que nenhuma ofensiva ideológica conseguirá apagar. E hoje, como sabemos, essa ofensiva, tendo como objectivo primeiro a criminalização do comunismo, faz da Revolução de Outubro, da sua importância histórica, do seu significado, dos seus ideais, um alvo preferencial.
“Percebe-se o objectivo dessa ofensiva: a Revolução de Outubro foi o primeiro grande acto de ruptura com o capitalismo e a exploração do homem pelo homem; foi o primeiro exemplo concreto da aplicação, na construção de uma nova sociedade, da ideologia do proletariado – nascida e desenvolvida a partir da análise da história da sociedade e das suas leis objectivas essenciais; foi a primeira demonstração concreta de que o socialismo é a única alternativa histórica ao capitalismo. E por tudo isto, porque a Revolução de Outubro mostrou que o socialismo é, não apenas possível, mas inevitável, o grande capital tremeu… e 94 anos passados, apesar de dominante, continua a tremer. (…)”

Assim começou José Casanova a sua intervenção sobre o 7 de Novembro, na Quinta da Atalaia a 13 de Novembro de 2011. Depois de uma larga e coloquial intervenção, terminava assim:

“(…) Por isso, camaradas, o aniversário que aqui estamos hoje a comemorar é um aniversário com futuro.
Com futuro precisamente devido à actualidade do ideal de Revolução da Outubro.”

5 anos passaram. E, deste este último, muita falta nos faz o nosso Zé Casanova. Que não nos falte o seu exemplo e as suas palavras. Como estas, mais necessárias que nunca, no aniversário das vésperas de centenário da Revolução de Outubro e quando se avizinha, com preparação meticulosa, a celebração de um outro centenário, o das chamadas aparições de Fátima.

Ainda ontem (na véspera de 7 de Novembro!) o senti ao sermos confrontados com o primeiro episódio de uma série, no canal público (!) da televisão, com o título Fátima e o Mundo, com o sub-título Fátima a Europa e o Mundo…, que continuará em mais 5 episódios semanais, em horário nobilíssimo.
Este primeiro episódio confirmou todos os receios que teria sido possível prever. Sendo Fátima e as ditas aparições uma questão de fé – e pessoalmente tenho o maior respeito por quem a tenha –, a longa amostra que foi o primeiro episódio pretendia travestir-se de documento histórico (primeiro de uma "Série Documental"...). Pior: de contra-fé, de falsificada alegação anti-comunista no estilo mais agressivo (embora embrulhado em papel de fantasia…), em guerra fria sem pruridos de "direitos humanos", ao serviço da luta de classes.

Pessoalmente, mais do que confrontado, senti-me agredido. Decerto porque o testemunho que tive de meu Pai (presente na Cova da Iria em 13.10.1917, com 19 anos) - e outros -  foi bem diferente do que o Padre Guerra teve dos seus antepassados (de sua avó, através de seu pai). Uma questão de fé e de fenómenos e manipulação de massas… mas a este tema terei, naturalmente, que voltar. 

sexta-feira, setembro 30, 2016

Museu-Prisão?

Ourém: Museu-Prisão dos Pastorinhos terá carta manuscrita da Irmã Lúcia
As Jornadas Europeias do Património foram marcadas com pompa em Ourém, que aproveitou o momento para celebrar este domingo, dia 25 de setembro, os 500 anos do foral manuelino e os 175 anos da passagem da sede do concelho para Vila Nova de Ourém. O edifício clássico dos Paços do Concelho foi aberto à visitação do público, após requalificação, onde já está visível o espaço da antiga prisão onde será colocado um Museu em 2017. (in Médio-Tejo.net)


e terá outras cartas e testemunhos
que põem em dúvida (para não dizer mais...) 
o que Lúcia
disse, contou e manuscreveu?