quinta-feira, janeiro 10, 2013

"O amor ao povo e à Pátria e o internacionalismo"...

No quadro da agressão e do assalto "troikulento", o recente relatório do FMI (cuja autoria, responsabilidade e contornos não se conhecem com rigor) veio levantar uma onda de indignação. A indignação é mais que legítima, embora, nuns casos, tenha aspectos semelhantes a "lágrimas de crocodilo", noutros, possa parecer fazer parte de manobras de diversão, noutros ainda, apeteça perguntar se não foi esta a cama que se foi preparando e só agora se veja quanto incómoda é quando nela nos querem deitar.
Mas que há uma onda de indignação, é certo, o que justifica, até, posições e rupturas que podem surpreender por vários motivos.
Nesta oportunidade, sem pingo de oportunismo que é outra maleita dos tempos que correm, quando se inicia o ano de 2013 com a assinalação do centenário de  Álvaro Cunhal, é da maior pertinência lembrar o que ele escreveu em muitas ocasiões, nomeadamente na sua obra O Partido com paredes de vidro, de 1985, no último capítulo, o 11º, no seu último ponto, O amor ao povo e à Pátria e o internacionalismo.


Reproduz-se um trecho (pgs. 264/5):

(...)

(...)

c.q.d.

2 comentários:

Graciete Rietsch disse...

De acordo com as previsões de Álvaro Cunhal, baseadas em minucioso estudo social e não em conceitos astrológicos ou sobrenaturais, avisos e previsões que hoje se confirmam plenamente,a expressão "política patriótica e de esquerda",aparece-nos com um sentido bem mais real e concreto e não como uma mera repetição.

Um beijo.

pedras contra canhões disse...

um exemplo que se projecta na actualidade e no futuro.