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terça-feira, janeiro 16, 2018

Um banho de ética? Uma barrela!

do (quase) diário (quase) dia-a-dia:

16.01.2017

Comecei o dia, não com luz e sol como ontem mas com leitura sobre a necessidade de “um banho de ética” na política, já por aqui muito sentida e reclamada.

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«Bom dia,
O PS quer alargar a magistrados a obrigatoriedade de apresentar declarações de rendimentos, criminalizar mentiras dos políticos nestas declarações e aumentar as restrições dos deputados-advogados. O pacote da transparência, apresentado no Parlamento, começará a ser discutido esta semana. Será suficiente no entendimento de Rui Rio, o novo líder do PSD que quer "um banho de ética" na política?(…)» (Expresso Curto-Helena Pereira). 

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Acho bem J!

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Vindo de quem vem a expressão cheira a porca demagogia, ou então sou eu que já tenho avariado (também) o olfacto.

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A não ser que, como “novo líder do PSD” (!), promova uma barrela nas hostes que o fizeram “novo líder do PSD” bem pouco eticamente e, coerentemente, se demita para permitir uma eleição (diretas, lhe chamam eles) limpinha, isto é, sem batotas.


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Lá entre eles…

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É evidente que isto é conversa “cá entre nós”, para quem a noção de ética é outra e não uma palavra a usar, como tantas outras, esvaziadas de sentido, ocas de… ética.

(...) 

segunda-feira, janeiro 15, 2018

Demo cra cia escrita segundo a ortografia do «mais português dos partidos»? Rejeição liminar!

Comecei mal a manhã! A confrontar informação sobre o que considerava "arrumado", como novas condições do "estado da Nação" num aspecto de alguma importância mas tornado transcendente pela comunicação social. É o Rio? Seja o Rio... mas não chateiem mais (desculpem a ligeireza da forma... mas chateou mesmo!). E apanho com isto, ao "folhear" o Expresso Curto (servido por Filipe Santos Costa):

«(...) Algumas almas ingénuas viram na vitória de Rui Rio a derrota do aparelho partidário. É como acreditar que o Pai Natal existe e escondeu um pote de ouro no final do arco-íris. Nisto do caciquismo e do aparelho partidário não há inocentes, como o Expresso já tinha deixado claro, ao denunciar, na sua edição de sábado, o mistério dos eleitores-fantasma no concelho de Ovar, cuja câmara é presidida por Salvador Malheiro, o diretor de campanha de Rio. Nos cadernos eleitorais de Ovar havia casos tão estranhos como os 17 militantes, todos com sobrenomes diferentes, que supostamente viviam na mesma casa - a Isabel Paulo foi lá e confirmou que nessa casa só vivem oito pessoas e nenhuma é do PSD. O mesmo se passa em várias outras moradas suspeitas. Até num descampado onde não existe casa nenhuma vivem, de acordo com os cadernos eleitorais, oito militantes de Ovar que puderam votar no sábado...

O Observador foi ver como decorreram as diretas na terra do diretor de campanha de Rio. E mostra o aparelho partidário em todo o seu esplendor: gente metida em carrinhas para votar em bloco no candidato em que são mandados votar. É por estas e por outras que, no último dia do prazo, foram pagas as quotas de 20 mil militantes, para que pudessem votar nestas diretas. Tiveram um sobressalto e foram a correr para o multibanco? Nada disso - alguém pagou as quotas por eles; provavelmente os mesmos caciques que depois os levaram em carrinhas às mesas de voto. O caciquismo quando nasce é para todos.(...)»

Luto pela democracia, com o princípio elementar do respeito pelos outros, e indignei-me. Não pela informação mas pelo  que é informado, isto tem de ser divulgado pois não pode ser aceite com um indiferente e desdenhoso encolher de ombros! Trata-se de crimes, impunes e virais. De que todos seremos cúmplices se os não denunciarmos.

(e, em àparte ou nota de pé-de-página: "almas ingénuas viram na vitória de Rio Rui  a derrota do aparelho partidário" do PSD? Mas... não foi ele secretário-geral desse aparelho?, não foi vice-presidente de sucessivos presidentes do partido? "Almas ingénuas" ou gente intencionalmente mal informada?) 

sábado, janeiro 13, 2018

O funambulismo destes fulanos...

No grande circo da demo cra cia nacional-sociodemocrata de direita é hoje o dia. em que umas dezenas de milhar (a grande maioria arregimentada à última hora) vão ter o privilégio de escolher quem irá ser o 1º ministro de 10 milhões de portugueses, na pior das hipóteses (para eles...) em poder partilhado com quem estiver à sua direita ou (pior ainda... para eles) com outro ramo da nacional-socialdemocracia.
Qual deles nos calhará na rifa?


 Talvez lhes saiam as perspectivas furadas!