Esta série de (deixem-me chamar-lhes) parábolas saiu em fase de descontracção… muito séria.
Mexia em números como quem joga – e nada melhor para descontrair que jogar com números – sendo números muito sérios, e encontrei coisas que me alertaram, mais uma vez, para aspectos que acho indispensável ter em consideração. Com alguma prioridade. Coisas que é preciso saber. Hoje.
Talvez o que tenha despoletado esta minha parabolice foi ter verificado que haverá quem, tendo responsabilidades cívicas, como cidadã/ão que fez os estudos ditos obrigatórios e é participante activo/a na vida política, nalguns casos até responsável, não sabe ver quem foi eleito, usar o método de Hondt (que é o que está adoptado). Se calhar não é grave, mas incapaz de deixar de considerar essa incapacidade de outros como um uma espécie de analfabetismo para quem “anda na política”. Em que, ao fim e ao cabo, todos andamos.
(Se quiserem eu explico, até faço um desenho)
.
Mexia em números como quem joga – e nada melhor para descontrair que jogar com números – sendo números muito sérios, e encontrei coisas que me alertaram, mais uma vez, para aspectos que acho indispensável ter em consideração. Com alguma prioridade. Coisas que é preciso saber. Hoje.
Talvez o que tenha despoletado esta minha parabolice foi ter verificado que haverá quem, tendo responsabilidades cívicas, como cidadã/ão que fez os estudos ditos obrigatórios e é participante activo/a na vida política, nalguns casos até responsável, não sabe ver quem foi eleito, usar o método de Hondt (que é o que está adoptado). Se calhar não é grave, mas incapaz de deixar de considerar essa incapacidade de outros como um uma espécie de analfabetismo para quem “anda na política”. Em que, ao fim e ao cabo, todos andamos.
(Se quiserem eu explico, até faço um desenho)
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Por outro lado, encontrei erros onde não os queria encontrar, e alguns reincidentes.
Errar não é criticável. Reincidir no erro já o é. Aliás, lembro sempre Bento de Jesus Caraça, que no busto à porta da sua Escola (e “minha”...), do ISEG, nos diz que não temia o erro porque estava sempre pronto a corrigi-lo, e Marx e Engels, que dão verdadeiras lições de humildade, ao encontrarem erros seus, ao dizerem que erros eram, ao corrigi-los.
E, já que estou – parabolicamente – em onda de referências, termino com Lenine que nos aconselhava a “aprender, aprender, aprender sempre”.
Errar não é criticável. Reincidir no erro já o é. Aliás, lembro sempre Bento de Jesus Caraça, que no busto à porta da sua Escola (e “minha”...), do ISEG, nos diz que não temia o erro porque estava sempre pronto a corrigi-lo, e Marx e Engels, que dão verdadeiras lições de humildade, ao encontrarem erros seus, ao dizerem que erros eram, ao corrigi-los.
E, já que estou – parabolicamente – em onda de referências, termino com Lenine que nos aconselhava a “aprender, aprender, aprender sempre”.