Não trazia a intenção de vir observar descarrila-mentes e dis-la-tes, mas eles começaram a entrar-me pelos olhos dentro. Não posso deixar de reagir:
1. "Hoje não é dia de trabalho, mas é o Dia do Trabalho"
FALSO!
Hoje é o DIA DO TRABALHADOR!
Dia de trabalho são, ou podem ser, todos os dias (estou a trabalhar!)
2. "A contestação à Guerra Colonial e ao regime fez Marcello Caetano deixar regressar a repressão, a censura..."
MAS O QUE É ISTO?!...
"... deixar regressar..."?! ... mas onde é que a repressão e a censura tinham ido?
3. "No ano em que se assinalam os 50 anos da apresentação na Assembleia Nacional do projeto da Lei de Imprensa, por Sá Carneiro e Pinto Balsemão, um conjunto de 130 registos de conversas é prova disso."
COM TANTOS CENTENÁRIOS E MEIOS-CENTENÁRIOS PARA ASSINALAR
E EVIDENTEMENTE EXCESSIVO (E MANIPULADOR) ESTE RELEVO
E A SALIÊNCIA DESTES DOIS NOMES
A propósito, lembra-se debate na AN em 1959 e o debate em 1968, promovido e editado pela Prelo Editora em Novembro de 1968, com Francisco Pereira de Moura, Mário Neves, Rogério Ferreira e Salgado Zenha, publicado com o título O Estatuuto da Imprensa, em Cadernos de Hoje.
Pronto!
Desabafei...
sem sair dos carris
da informação
e da História