Mostrar mensagens com a etiqueta para domingo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta para domingo. Mostrar todas as mensagens

sábado, agosto 29, 2015

Para domingo (antecipado)

 a pedido
... partilhado

domingo, dezembro 08, 2013

domingo, dezembro 01, 2013

domingo, agosto 04, 2013

domingo, julho 28, 2013

domingo, novembro 18, 2012

Para este domingo, num domingo qualquer



Nada Será Como Antes

(Milton Nascimento)
Eu já estou com o pé nessa estrada
Qualquer dia a gente se vê
Sei que nada será como antes, amanhã
Que notícias me dão dos amigos?
Que notícias me dão de você?
Alvoroço em meu coração

Amanhã ou depois de amanhã
Resistindo na boca da noite um gosto de sol

Num domingo qualquer, qualquer hora
Ventania em qualquer direção
Sei que nada será como antes amanhã
Que notícias me dão dos amigos?
Que notícias me dão de você?
Sei que nada será como está

Amanhã ou depois de amanhã
Resistindo na boca da noite um gosto de sol



domingo, outubro 07, 2012

Para este domingo


com um abraço grato
para estes amigos

domingo, setembro 02, 2012

Para este domingo


Estava luar no sábado 
e que ele há bruxas, há!

domingo, agosto 26, 2012

Para domingo




 GALOPE

Las tierras, las tierras, las tierras de España,
las grandes, las solas, desiertas llanuras.
Galopa, cabbalo cuatralbo,
jinete del pueblo,
al sol y a la luna.

! A galopar, a galopar,
hasta enterrarlos en el mar!

A corazón suenan, resuenan, resuenan
las tierras de España, en las herraduras.
Galopa, jinete del pueblo,
caballo cuatralbo,
caballo de espuma.

!A galopar, a galopar,
hasta enterrarlos en el mar!

Nadie, nadie, nadie, que enfrente no hay nadie;
que es nadie la muerte si va en tu montura.
Galopa, caballo cuatralbo,
jinete del pueblo,
que la tierra es tuya.

!A galopar, a galopar,
hasta enterrarlos en el mar!

Rafael Alberti
(Capital de la Gloria, 1936/38)



domingo, agosto 19, 2012

Para este domingo


Los Ejes de Mi Carreta

Atahualpa Yupanqui
(Milonga)

Porque no engraso los ejes
Me llaman abandona'o ...
Si a mi me gusta que suenen,
¿Pa qué los quiero engrasaos ?

E demasiado aburrido
seguir y seguir la huella,
demasiado largo el camino
sin nada que me entretenga.

No necesito silencio.
Yo no tengo en qué pensar.
Tenía, pero hace tiempo,
ahura ya no pienso mas.

Los ejes de mi carreta
nunca los voy a engrasar

domingo, julho 08, 2012

domingo, abril 22, 2012

para ESTE domingo antes de


as pequenas coisas
ficarão para outro domingo...
para este fica só o Gracias à la Vida
porque este é 22 de Abril
e a vida me deu tanto
que me deu, dias depois,  o 25 de Abril meu
e de todos nós!

domingo, abril 15, 2012

Para este domingo


...e porque o Andrès (e a Anita, na sua "estreia portuguesa") estão em Portugal, e hoje passarão o dia, aqui, no Zambujal com outros amigos!

domingo, março 25, 2012

Sometimes I feel like a motherless child - Paul Robeson - Para este domingo

Uma muito interessante gravação de uma canção clássica,
cantada pelo enorme Paul Robeson





Às vezes sinto-me como uma criança sem mãe

Às vezes sinto-me como uma criança sem mãe

Às vezes sinto-me como uma criança sem mãe

Muito longe de minha casa



Às vezes eu queria poder voar

Como um pássaro pelo ar

Oh, às vezes eu queria voar

Voar como um pássaro pelo ar

Às vezes eu queria poder voar

Como um pássaro pelo

Cada vez mais perto de minha casa



Crianças sem mãe têm uma vida dura

Crianças sem mãe têm uma vida muito dura

Crianças sem mãe têm uma vida verdadeiramente dura

Muito longe de casa



Às vezes sinto como se a liberdade estivesse próxima

Às vezes sinto que a liberdade está aqui

Às vezes sinto que a liberdade está tão perto

Mas estamos tão longe de casa!

domingo, março 18, 2012

Para este domingo

Para os que vierem depois de nós


Brecht

domingo, fevereiro 26, 2012

Which side are you on? - Pete Seeger


A Song by Florence Patton Reece
(aqui numa versão de Pete Seegers)

Come all of you good workers

Good news to you I'll tell
Of how that good old union
Has come in here to dwell

 Chorus
Which side are you on?
Which side are you on?
Which side are you on?
Which side are you on?

My daddy was a miner
And I'm a miner's son
And I'll stick with the union
Till every battle's won

They say in Harlan County
There are no neutrals there
You'll either be a union man
Or a thug for J.H. Blair

Oh, workers can you stand it?
Oh, tell me how you can
Will you be a lousy scab
Or will you be a man?

Don't scab for the bosses
Don't listen to their lies
Us poor folks haven't got a chance
Unless we organize

---0---
Venham todos, bons trabalhadores
Tenho boas notícias para vos dar
De como este velho sindicato
Veio aqui para aqui ficar!

Coro
De que lado estás tu?
De que lado estás tu?
De que lado estás tu?
De que lado estás tu?

Meu pai era mineiro
E eu sou filho de mineiro
E ficarei com o sindicato
Até vencermos todas as batalhas

Dizem-me em Harlan County
Que lá não há neutros
Ou se é sindicalista
Ou um bandido a mando de J.H.Blair

Oh, trabalhadores, vocês aguentam isto?
Oh, digam-me como conseguem
São vocês uns nojentos fura-greves
Ou são uns homens?

Não lambam as botas aos patrões
Não ouçam as suas mentiras
Nós, os pobres, não seremos ninguém
Se não nos organizarmos


Vamos, todos,
ouvir, cantar e divulgar
até 22 de Março
(e depois)

domingo, fevereiro 19, 2012

Para este domingo - Os aprendizes de feitiçaria

Esta história sempre me disse qualquer coisa.
Aliás, tem dito a muita gente ao longo dos séculos. de conto popular a poema de Goethe, a poema sinfónico de Dukas, a Walt Disney, a Harry Potter, a um filme de não-sei-quem com o Nicolas Cage... 


... mas... este domingo, melhor: nestes últimos meses e anos, lembro-me muitas vezes dela quando penso na D. Branca (sabem quem era?), no sistema bancário, nas bolsas, nos movimentos especulativos, nos off-shores, no dinheiro artificial e creditício, na usura. Isto deve ser fixação minha, mas esta multiplicação de vassouras provoca-me estas conotações, que só pedem umas boas vassouradas, dadas por quem meta ordem nisto. Que nunca será um feiticeiro mas as massas e o seu papel histórico. Mas tudo tem o seu tempo! Pois se a história (esta com h pequeno) parece que é do século II!

domingo, fevereiro 12, 2012

Para este domingo - dia 11+1 de Fevereiro de 2012


Vermelho
Fafá de Belém

A côr do meu batuque
Tem o toque, tem o som
Da minha voz
Vermelho, vermelhaço
Vermelhusco, vermelhante
Vermelhão...

O velho comunista se aliançou
Ao rubro do rubor do meu amor
O brilho do meu canto tem o tom
E a expressão da minha côr
Vermelho!...

A côr do meu batuque
Tem o toque, tem o som
Da minha voz
Vermelho, vermelhaço
Vermelhusco, vermelhante
Vermelhão...

O velho comunista se aliançou
Ao rubro do rubor do meu amor
O brilho do meu canto tem o tom
E a expressão da minha côr
Meu coração!...

Meu coração é vermelho
Hei! Hei! Hei!
De vermelho vive o coração
He Ho! He Ho!
Tudo é garantido
Após a rosa vermelhar
Tudo é garantido
Após o sol vermelhecer...

Vermelhou o curral
A ideologia do folclore
Avermelhou!
Vermelhou a paixão
O fogo de artifício
Da vitória vermelhou...(2x)

A côr do meu batuque
Tem o toque, tem o som
Da minha voz
Vermelho, vermelhaço
Vermelhusco, vermelhante
Vermelhão...

O velho comunista se aliançou
Ao rubro do rubor do meu amor
O brilho do meu canto tem o tom
E a expressão da minha côr
Vermelho!...

A côr do meu batuque
Tem o toque, tem o som
Da minha voz
Vermelho, vermelhaço
Vermelhusco, vermelhante
Vermelhão...

O velho comunista se aliançou
Ao rubro do rubor do meu amor
O brilho do meu canto tem o tom
E a expressão da minha côr
(Vermelho!)
Meu coração!...

Meu coração é vermelho
Hei! Hei! Hei!
De vermelho vive o coração
He Ho! He Ho!
Tudo é garantido
Após a rosa vermelhar
Tudo é garantido
Após o sol vermelhecer...

Vermelhou o curral
A ideologia do folclore
Avermelhou!
Vermelhou a paixão
O fogo de artifício
Da vitória vermelhou...(4x)


Lembrando, com muita saudade,
alguns carnavais de Ovar!

domingo, janeiro 22, 2012

Para este domingo - Fala do homem nascido

Samuel a cantar
poema de António Gedeão
música de José Niza




Venho da terra assombrada
do ventre de minha mãe
não pretendo roubar nada
nem fazer mal a ninguém

Só quero o que me é devido
por me trazerem aqui
que eu nem sequer fui ouvido
no acto de que nasci

Trago boca pra comer
e olhos pra desejar
tenho pressa de viver
que a vida é água a correr

Venho do fundo do tempo
não tenho tempo a perder
minha barca aparelhada
solta o pano rumo ao norte
meu desejo é passaporte
para a fronteira fechada

Não há ventos que não prestem
nem marés que não convenham
nem forças que me molestem
correntes que me detenham

Quero eu e a natureza
que a natureza sou eu
e as forças da natureza
nunca ninguém as venceu

Com licença com licença
que a barca se fez ao mar
não há poder que me vença
mesmo morto hei-de passar
com licença com licença
com rumo à estrela polar