terça-feira, dezembro 25, 2012

Mera sugestão

A ideia nem foi minha.
E até confesso não recordar ao certo de quem ela veio.
Mas ficou "de reserva", e assaltou-me esta manhã. De Natal.
Então seria assim:

Logo à noite, quando estivermos todos a ver televisão,
depois do jantar familiar
(cada um com os seus, e à sua maneira),
ou com o aparelho ligado, sem merecer grande atenção,

DE REPENTE

Programação TV
- Mensagem de Natal do Primeiro-Ministro


Os votos de Boas Festas num discurso
do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.
Data/hora de transmissão de
Mensagem de Natal do Primeiro-Ministro


2012-12-25 21:00 - RTP 1
(neste ou noutro canal)

E, vai daí, fica um de nós, em cada casa,
encarregado de
DESLIGAR O APARELHO!
e assim ajudar a um APAGÃO televisivo.

Passado o tempo calculado para a mensagem,
volta a ligar-se o aparelho.

Terá um enorme impacto?
Vai cair o governo (que já está no chão!)?
Claro que não!
Mas será mais uma pequena acção,
um sinal,
... e ficaremos todos satisfeitos
porque não o ouvimos,
e porque o fizemos solidariamente! 


segunda-feira, dezembro 24, 2012

Anúncio - 2

Procura-se burlão com CV e experiência bastante que venha dizer, em nome de instituições que deveriam ser respeitáveis, o que gente séria anda a dizer há meses (nalguns casos, há séculos!) em nome do povo, e a que são feitas orelhas moucas ou, o que é pior, é usado contra essa gente séria, transformando-a em culpada do que denuncia. 
  



expresso
de 15 de Dezembro

Anúncios - 1

Dão-se alvíssaras a quem conseguir encontrar uma fala ou um escrito que não desanque neste governo e nas afirmações e decisões, desconfirmações e negações (deveria ser nas suas políticas!) de quem por ele dá a cara, mormente Passos, Gaspar & Relvas.
Parece que um tal Diógenes, com a sua lanterna, até no interior (nos intestinos...) da governação teria dificuldade em encontrar o tal homem que dissesse ou escrevesse o que não os desancasse.
  

domingo, dezembro 23, 2012

O que é que é trágico para Portugal e os portugueses?

Um artigo no Diário Económico, reportando declarações do vice-presidente do CDS-PP e deputado no PE, tem o seguinte título:

Nuno Melo:

Greves são "trágicas para Portugal"

Terá sido exactamente isto (e outras coisas semelhantes. algumas dirigidas contra o Tribunal Constitucional), que este senhoreco disse, e foi julgado merecedor de eco. Disse-as na tomada de posse de um tal Avelino Ferreira Torres (esse mesmo, o terrorista contra-revolucionário de há quase 40 anos) como lider em Marco de Canavezes do partido de que Nuno Melo vice-presidente. Estas afirmações, e estas posses e poses, é que são trágicas para o País e os portugueses.

Para este domingo



... lembrando outros natais...

sábado, dezembro 22, 2012

Contra a extinção de freguesias

Contra esta lei a "mata-cavalos", numa insultuosa indiferença ao sentir das populações.


Lisboa, freguesias em concentração

Declaração de Eugénio Pisco,
membro do Comité Central do PCP


A luta continua
em defesa das freguesias

Sábado 22 de Dezembro de 2012

Um dia depois de PSD e CDS terem aprovado a extinção de 1165 freguesias, numa concentração de milhares de pessoas em Bélem, protestando contra o que ontem foi aprovado por uma maioria surda e cega, Eugénio Pisco, membro do Comité Central do PCP afirmou a disponibilidade do PCP para, ao lado das populações e dos trabalhadores, continuar a luta contra esta ofensiva contra o poder local democrático e pôr fim a está política e a este governo.

.

No dia de ontem - PCP apresenta mais de 700 propostas para impedir a extinção de 1165 freguesias



Foram ontem votadas na Assembleia da República, as mais de 700 propostas apresentadas pelo PCP que eliminavam, uma por uma, as agregações e extinções de Freguesias propostas pelo PSD e CDS. 
Rejeitada pela maioria parlamentar, a iniciativa do PCP conta no entanto com a aprovação pelas populações e pelos milhares de autarcas que por todo o país se manifestam contra o ataque brutal deste Governo ao Poder Local Democrático.

Hoje

A extinção de freguesias


PCP apresentou 700 propostas

de eliminação

da agregação de freguesias



 

 







O PCP entregou 700 propostas de alteração
à reorganização das freguesias
que preveem a eliminação dos artigos referentes
às agregações de juntas,
o que obrigará à votação de cada uma, por separado,
em plenário.
Durante a sessão plenária na Assembleia da República,
o líder parlamentar comunista, Bernardino Soares,
subiu as escadas de acesso à Mesa e entregou uma caixa
com as quase 700 propostas de alteração
à presidente do Parlamento, Assunção Esteves. 
Mais tarde, em declarações aos jornalistas,
Bernardino Soares explicou que tinha acabado de entregar
quase 700 "propostas de eliminação
referentes a um anexo que está
no projeto da extinção das freguesias
eliminando precisamente
todas as extinções de freguesias
propostas pela maioria PSD/CDS". 
O deputado esclareceu que com estas propostas,
os comunistas eliminam "cada agregação",
visando "que se mantenham as freguesias tal como estão".
"Não podemos aceitar que esta situação seja consumada
e o país todo está contra esta alteração,
que é uma alteração de extermínio
do órgão mais próximo das populações,
que são nas freguesias, e que não tem
nenhuma racionalidade, nem económica,
nem democrática,
nem de nenhum tipo", afirmou. 
"Vamos querer que sejam votadas uma a uma
porque perante cada uma das extinções
todos os deputados têm de dar o seu acordo
ou desacordo.
Não vamos aceitar que alguns deputados
digam nos seus círculos,
nos seus concelhos, nas suas freguesias que estão
contra a extinção daquela freguesia
e depois votem aqui anonimamente
a sua extinção num anexo
que engloba milhares de alterações", acrescentou. 
Bernardino Soares sublinhou ainda
que a Constituição prevê que
"as alterações, extinções ou modificações de autarquias
tenham de ser votadas na especialidade
obrigatoriamente em plenário". 
"E nós, por isso, apresentamos as 700 propostas
e não uma a eliminar o anexo.
Cada deputado tem de ter o direito de estar de acordo
com umas e de estar de acordo com outras
e é por isso que a votação se fará uma a uma.
Se isso não acontecer a lei ficará ferida
de inconstitucionalidade formal
e qualquer freguesia, partido
ou grupo de deputados pode suscitar
a questão junto do Tribunal Constitucional", afirmou,
esclarecendo ainda que as 700 propostas do PCP
só poderiam ser votadas em bloco
se houvesse unanimidade nesse sentido no plenário. 

A votação na especialidade do projeto
que reorganiza as freguesias
foi marcada para o dia 21 de dezembro,
no final do debate quinzenal
do primeiro-ministro com os deputados,
tendo os grupos parlamentares até terça-feira
para apresentar propostas de alteração. 

Lusa

Obrigado!

Sentei-me à secretária e ao computador com a intenção de, neste sábado, entrar na rotina da informação: informar-me; ser veículo do informação; recuperar o tempo ontem perdido (e ganho).
Antes porém - embora ainda assim informação -, tinha umas coisas para arrumar. Sentia-me quase diria de ressaca, embora não daquelas que são acompanhadas por recordações confusas, dores de cabeça, um gosto desagradável na boca. Uma "ressaca" de um dia cheio, a que nada de bom teria faltado, com algumas preocupações pelo meio mas logo mitigadas, ou adiadas, pelo ambiente que me envolveu.
É que ontem cometi a imprudência de completar mais um ano de vida e, em vez de os desfazer (como dizia um poeta), caí na patetice de fazer mais um. Fi-lo (ou foi ele me filou?).
Por isso, antes de me atirar ao trabalho costumeiro, resolvi pôr em ordem as mensagem de correio, telefónicas e do facebook.
Bom...estou perturbado. Dir-se-á que é fruto de mais um ano - e tantos são! -, e que é a dificuldade de virar a página e de me resolver a ficar nesta até que outra venha com um número novo. Será. Mas não será só. Estou há horas (e já algumas são) a sentir prolongar-se o ambiente que deveria ser só de ontem.
Se me irritam as mensagens formais e datadas, se me enerva o facebook, hoje abri uma trégua e estou perturbado (já o disse?!...) com a quantidade de mensagens que abri, ouvi ou li, e que me fizeram sentir rodeado de carinho e amizade. Algumas - francamente - comoveram-me e deram-me uma enorme e contida alegria (aqui bem dentro, recolhida) .
Obrigado a todas e todos, mais próximos e mais longínquos (não só em quilómetros...), e um enorme abraço em que todos e todas caibam.

(... e ainda não acabei a tarefa...)

(revisto)

sexta-feira, dezembro 21, 2012

Breve

O processo de alienação da TAP é de...
alienados!

tem lógica
etimológica

As freguesias!


A LUTA CONTINUA!

quinta-feira, dezembro 20, 2012

TAP !?



Vale sempre a pena lutar!

"Chama-se capitalismo"




•  João Frazão


Chama-se capitalismo

«Chama-se capitalismo. Nós somos orgulhosamente capitalistas. Não faço qualquer confusão sobre isto». Palavras de Eric Schmidt, presidente executivo da Google, a propósito do esquema criado pela empresa para não pagar centenas de milhares de milhões de euros em impostos, colocando o dinheiro em paraísos fiscais.
Schmidt afirmou mesmo estar «muito orgulhoso da estrutura» que aquela que é uma das maiores, senão mesmo a maior empresa mundial da Internet, montou confirmando que o fizeram «com base nos incentivos que os governos» lhes ofereceram.
Segundo as notícias, a empresa (e não foi a única) resguardou, digamos assim, 7,7 mil milhões de euros das receitas de 2011 no dinâmico arquipélago das Bermudas, evitando o pagamento de cerca de 1,5 mil milhões de euros em impostos no Reino Unido, país onde as receitas foram geradas.
Schmidt ainda brincou com a situação, dizendo estar a «defender os interesses dos accionistas», e que é mesmo «capaz de haver alguma lei contra» não aproveitar esses buracos para fugir aos impostos.
O presidente da empresa proprietária do motor de busca na Internet mais usado em todo o mundo tem razão. Isto é, de facto, o capitalismo, na sua versão crua e moderna. Um punhado de homens busca o lucro máximo, por todos os meios, legítimos ou ilegítimos. Com o Estado ao seu serviço, para lhe garantir os meios (os incentivos dirá Schmidt!), para essa acumulação de riqueza.
Um sistema irracional, em que os governantes, lá como cá, ao serviço dos grandes grupos económicos transnacionais, depois de os isentarem de quantias milionárias que seriam indispensáveis para garantir as funções que aos estados estão cometidas, pondo em causa a própria sobrevivência dos estados que dirigem, sem qualquer pejo, dirão a amplas camadas populares que terão que pagar mais impostos, e mais pela saúde e pela educação e que vão sofrer cortes nos salários e nas pensões, e que isto tudo é inevitável, porque... não há dinheiro, e porque os trabalhadores vivem acima das suas possibilidades.
Um sistema que não hesitará em condenar milhões de seres humanos à miséria, para garantir a uns poucos a riqueza sem fim.
Um sistema a que, como fica evidente, é necessário pôr fim.

em avante!

Já é (de novo) 5ª feira



INDICE

Editorial
O CONGRESSO APONTOU OS CAMINHOS

Opinião
A política alternativa e a alternativa política
Actual
Isto anda tudo ligado
Chama-se capitalismo
Crónica Internacional
Os perigos e a luta
A Talhe de Foice
O Natal dos Kruges

Em Foco
Afirmar a alternativa patriótica e de esquerda
Nota sobre questões de direcção
Tempos de luta!
PCP contra extinção de freguesias
A «troika» de Lisboa
«Nada está perdido»
Sessões de esclarecimento no Algarve

PCP
Pôr fim a este Governo e a esta política
Eixos centrais de uma política alternativa
Jantar de Natal em Alpiarça
PCP recebeu ID
Defender a escola pública
CP mente e obriga a mentir
Privatização perigosa
Breves

Trabalhadores
«Ouça e não promulgue!»
TAP deve ser pública
Orçamento merece veto
Luta pelo trabalho
Bingo deve integrar todos
Uma «borracha» na EPUL
Solidariedade sindical com a Palestina
Degradação no CNP
Breves

Assembleia da República
Na rota do declínio e do desastre
Evitar a destruição
O esvaziar de competências dos municípios
Plano sinistro
Um convite a despedir
Cruzada contra os mais pobres
Pela dignidade e pelo futuro
Negar direitos

Nacional
CPPME propõe suspensão
CDU é força alternativa
Estreia hoje «Timão de Atenas»

Europa
Insistir no desastre
«Salvar o Euro»
Crise e luta

Internacional
Direito a erguer um Estado
PCP no centenário do PC do Chile
Breves

Temas
A situação económica – avanço do domínio monopolista na economia
A Juventude e a JCP
Manuel do Nascimento – escritor de emoções, de combate e de memória

Argumentos
Religiões
A construção do império novo
TVisto
E depois do adeus
Memória
No centenário do nascimento de José Moreira

Edições Avante
Edições Avante!

Tanto como
(ou mais do que!) 
distribui-lo e divulgá-lo
há que o ler!

quarta-feira, dezembro 19, 2012

aponta mentes sobre o estado do mundo - 4 (regulação e supervisão bancária única na UE... ou mais ou menos)

Ainda na entrevista de Baptista da Silva, coordenador do Observatório Económico e Social da ONU para o Sul da Europa, conduzida por Anabela Campos e Jorge Nascimento Rodrigues no 2º Caderno do Expresso, podem encontrar-se  respostas esclarecedoras (entre outras) sobre a balela do capitalismo  regulador e a supervisão bancária:













Esta referência ao dr. Vitor Constâncio, e à sua "inacreditável" promoção, vem ao encontro do que várias vezes aqui se tem referido, com o porMAIOR, pouco sublinhado (ou feito esquecer) do antes governador do Banco de Portugal ter sido - antes - secretário-geral do Partido Socialista, e transporta-nos para páginas atrás - à 5ª página do caderno - em que se encontra outra notícia muito interessante sobre a dita supervisão bancária e o grande "achado" do último Conselho Europeu, que teria sido essa dita supervisão única (ver conferência de imprensa do PCP, com o membro da Comissão Política, Angelo Alves, e o deputado no Parlamento Europeu, João Ferreira, absolutamente... ignorada) .  


... boa notícia?
para quem
dos 17 Estados
da zona euro?
A resposta está
na notícia-comentário

António Simões Lopes

Num dia que me marca a vida pelo assassinato de José Dias Coelho, há 51 anos, abro o computador e sei da morte de António Simões Lopes. Uma grande tristeza me toma.
António Simões Lopes não era uma figura pública não obstante um curriculum académico notável. De uma simplicidade intrínseca, tem trabalho, ensino e textos que são exemplares, antológicos, sobretudo sobre o desenvolvimento regional, que ele dizia ser uma expressão redundante pois não há desenvolvimento sem vertente regional, sem a dimensão espacial.
Pessoalmente, a Simões Lopes devo o ter feito o meu doutoramento, porque mo sugeriu, me estimulou (me "empurrou") e ajudou, porque venceu dificuldades que outros levantaram, porque presidiu ao juri e, depois, apresentou, na Universidade Técnica de Lisboa, de que era reitor, o livro que foi publicado a partir da tese. Nunca deixando espaço para que lhe fosse dito o reconhecimento pelo que fazia, pela sua acção e intervenção. Discretas, decisivas. Com toda a naturalidade. E firmeza.
Ao saber da sua morte, toma-me um sentimento de enorme perda. Para todos nós, mas para mim em particular que nunca me deixou dizer-lhe quanto lhe estou grato. E há muitos, muitos anos que não nos víamos, que nem um telefonema trocávamos. Talvez porque a sua simplicidade intimidava... 
Dele direi - e só - que foi um Homem Sério, e que agora, hoje, neste momento em que tropeço na notícia da sua morte, sei a importância que teve. E que poderá vir a ter neste País, com o exemplo e o trabalho que quase escondeu. Mas que está aí. Para ser aprendido e seguido.

19 de Dezembro de 1961-19 de Dezembro de 2012



A morte saiu à rua num dia assim
Naquele lugar sem nome para qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue dum peito aberto sai
O vento que dá nas canas do canavial
E a foice duma ceifeira de Portugal
E o som da bigorna como um clarim do céu
Vão dizendo em toda a parte
o pintor morreu

Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual
Só olho por olho e dente por dente vale
À lei assassina à morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou
Aqui te afirmamos dente por dente assim
Que um dia rirá melhor quem rirá por fim
Na curva da estrada há covas feitas no chão
E em todas florirão rosas duma nação

O "lugar sem nome" chama-se,
hoje e desde 1974,
Rua José Dias Coelho.
É preciso que toda a gente saiba porquê!
Dele foram as gotas rubras
que cairam sobre a calçada.

terça-feira, dezembro 18, 2012

Não à TAPrivatização!

Quanto mais se mexem, mais se desTAPam...
E nós... a ver passar os aviões?

Não seriam os TAIS 4 mil milhões... mas seriam uma boa ajuda

Tropeçámos numa notícia do Diário Económico que nos informa que os chamados "grandes contribuintes" (bancos e outras instituições financeiras, e algumas empresas com elevado volume de negócios) pagaram 10.809 milhões de euros em impostos, o que representa quase um terço da receita fiscal total.
Mas a notícia diz mais e possibilita contas curiosas.
Na soma que dá essa parcela das receitas do Estado, 10.746 milhões de euros resultaram de cobrança voluntária e 63 milhões de euros são uma parte dos 552 milhões de euros que as inspecções tributárias apuraram como estando em falta (dos quais, 402 milhões de impostos sobre os lucros-IRC e 135 milhões de IVA).
Quer dizer, de 552 milhões de euros que foram apanhados a "fugir à polícia" fiscal, só se cobraram 63 milhões, estando por cobrar 489 milhões, isto é, 88,6%!
Não serão os 4 mil milhões de que o Gaspar tanto fala e quer ir buscar às funções sociais do Estado, mas seriam uma ajudazinha...


Há tanto onde ir buscar dinheiro
sem ser a quem não o tem!

"Rico" conselho

A DECO deixa o conselho: o subsídio de Natal deste ano poderá ser provavelmente o último para muitos trabalhadores. Por isso, vale a pena guardar parte desse valor para enfrentar as dificuldades do próximo ano.

Estão a brincar com quem?