domingo, setembro 16, 2012

Os "Robins dos Bosques" do avesso

Na noite de ontem, com um olho nas notícias do dia (de ontem!) e outro no Expresso, reservámos para o fim do dia a leitura habitual (de fim-de-semana) do Cem por Cento. Vale sempre a pena ler e, às vezes, reproduzir. Como desta vez. Até porque, neste número, Nicolau Santos faz um resumo e uma retrospectiva que se estima muito útil. E adequada ao dia. 
Como também é habitual, fica sempre um sentimento de que o autor faz quase todo o caminho mas só a partir de uma estação (ou apeadeiro) muito avançada na História, e com uma bagagem rica de leituras, mas em que faltam (ou não se querem lembrar) uns autores essenciais para a total compreensão do que se passa. Mas isto é uma opinião... Como uma é a opinião dele.
Vamos tentar tornar este texto mais legível (ou digerível). 
Ah! e, como sempre,
a escolha de um belo 
e bem ilustrado poema,
desta vez do Daniel Filipe,
de enorme oportunidade.

3 comentários:

menvp disse...

Ponto nº 1: O DIREITO AO VETO DE QUEM PAGA
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Votar sim!
… mas…
Votar não é passar um cheque em branco!!!
Leia-se, O CONTRIBUINTE TEM DE DEFENDER-SE: o cidadão não pode ficar à mercê de pessoal que vende empresas estratégicas para a soberania – e que dão lucro (!?!?!) -, e que nacionaliza negócios “madoffianos” (aonde foram ‘desviados’ milhões e milhões); ex: BPN.
-> Democracia verdadeira, já! -> leia-se, DIREITO AO VETO de quem paga (vulgo contribuinte).
[veja-se o blog «fim-da-cidadania-infantil»]
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Ponto nº 2: EM VEZ DE PROPOSTAS DE AUMENTOS... PROPOSTAS DE ORÇAMENTOS
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Explicando melhor, quem apresentar propostas que mexam (aumento da despesa) no orçamento de Estado... terá que avaliar os custos das mesmas... e terá de dizer quem é que as irá pagar: aumento do deficit... ou cortes em determinadas áreas (nota: terão que dizer quais!)... ou mais impostos.
Leia-se:
- sociedade não pode fazer cedências ao Terrorismo_CGTP -> face a uma entidade pagadora em deficit (leia-se Estado), o Terrorista_CGTP apresentava propostas de aumentos - e não - propostas de orçamentos... leia-se, queria mais dinheiro não importa vindo de onde... leia-se, jubilava quando os aumentos vinham... e... varria para debaixo do tapete o facto da entidade pagadora ter necessidade de pedir dinheiro emprestado a (perigosos) especuladores, e necessidade de vender activos...

samuel disse...

menvp:

Este seu comentário é pobrezinho, leia-se, indigente, leia-se, mal escrito, leia-se, pedestre, leia-se, analfabeto...

Enfim... leia-se... :-) :-) :-)

GR disse...

Tanta asneira junta!
Esta crise está a enlouquecer muita gente, leia-se, só alguns,leia-se, o menvp.

GR