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quinta-feira, dezembro 15, 2011

IDH-2011 - 14 estórias diferentes - Cuba e

O parceiro escolhido pelo PNUD para Cuba (51º no IDH, com 0,776), para estas "estórias diferentes", foi a Arábia Saudita (56º no IDH, com 0,770).
Para que as estórias sejam claramente diferentes, vê-se que  a Arábia Saudita tem mais de 23 mil dólares de RNB per capita em ppp, enquanto Cuba apenas tem pouco mais de 5 mil dólares de RNB per capita em ppp (5 vezes menos).
Em contrapartida, Cuba tem um IDH nãomonetarizado (saúde e educação) como 0,904, o que lhe dá o 25º lugar nessa escala, enquanto a Arábia Saudita tem, nesse, indicador 0,765, o que lhe dá o 85º lugar.  

quarta-feira, dezembro 14, 2011

IDH-2011 - 13 - estórias diferentes - Portugal e Qatar

3Para terminar esta "viagem" pelo relatório anual do PNUD sobre o desenvolvimento humano, e o seu indicador IDH, de que não se deixam mais que algumas pistas e comentários que pareceram pertinentes, traz-se uma abordagem curiosa em que se contam... diferentes estórias.
Para cada país, dos 187 arrolados no indicador, o PNUD escolheu um parceiro que sublinhasse a diferença entre as posições na componente económica monetarizada (RNB por cabeça em paridades de poder de compra) tendo em conta a proximidade no IDH, por influência divergente da componente não monetarizada, saúde e educação.
Pelo nosso lado, foram escolhidos dois países: Portugal e Cuba. Num caso por ser... Portugal, no outro por ser um país em que o IDH reflecte uma situação em que a componente não monetarizada é de muito elevado desenvolvimento humano compensando o baixo nível crescimento económico-monetarizado e colocando o país num elevado desenvolvimento humano. Mas Cuba fica para amanhã...
Para hoje, transcreve-se o quadro incluído no relatório PNUD relativo a Portugal, para que foi escolhido o "parceiro" Qatar (37º em IDH, com 0,831), logo o primeiro em RNB, com 108 mil dólares per capita em ppp, tendo Portugal (41º em IDH, com 0,809), um RNB de pouco mais de 20 mil dólares per capita em ppp, mais de cinco vezes inferior.


[Para o Qatar foi escolhido o parceiro Lituânia, país um lugar acima de Portugal no IDH (0.810, 40º)
e com um RNB de 18 mil dólares per capita em ppp.]

terça-feira, dezembro 13, 2011

IDH-2011 - 12 - Os PIIGS, Qatar e Cuba

O manancial de informação que o relatório anual do PNUD faculta parece inesgotável.
Ao longo destas duas décadas de construção do indicador de desenvolvimento humano, e do seu aperfeiçoamento e extensão a outras áreas, muito se pode especular (num sentido positivo).
Aqui, neste blog, algo se tem feito para a sua divulgação. Com a grande dificuldade de escolher passos e caminhos que não sejam desinteressantes ("secas") para quem não está "dentro das matérias" ou estas não são da sua área.
Mas há tanto a comunicar! Aproveitando dados estatísticos para melhor conhecer a realidade, sem nunca deixar que esses dados substituam o conhecimento directo, vivido, da realidade.

Como muito se tem falado, nos últimos meses, de alguns países, pareceu oportuno vê-los através deste relatório. Os PIGS (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha) foram, há 20 anos, os "países da coesão", numa estratégia de atenuação dos desequilíbrios que o objectivo do mercado único (M.U.) iria provocar na "comunidades europeias". Mas o caminho do M.U. fez-se, a coesão económica e monetária esqueceu-se, avançou-se desembestadamente pela moeda única (euro e BCE), os desequilíbrios agravaram-se. Os países da coesão passaram a periféricos da zona euro, a PIGS, e junta-se-lhes o I de Itália, cuja parte sul é, desde o início do processo de integração, periférica: PIIGS.
De acordo com o indicador económico-monetário usado pelo PNUD, e componente do IDH, esses países estão entre os de muito  elevado desenvolvimento humano, e estão-no a partir da componente económico-monetário, em que ocupam entre o 26º e o 42º lugares, sub-agrupamento que é alargado pelas diferenças na componente não monetarizada, em que o leque passa de 4º a 46º, fazendo com que o IDH, embora mantendo a mesma ordem, vá de 7º a 41º, sempre com a Irlanda no lugar mais cimeiro e Portugal no mais traseiro.
Resolveu-se confrontar este sub-grupo com dois países que têm situações absolutamente antagónicas relativamente às duas componentes:
  • Qatar, que é o 1º na componente monetarizada e o 88º na componente saúde-educação, de que resulta o 37º (muito elevado desenvolvimento humano) no IDH composto
  • Cuba, que é o 103º na componente monetarizada e o 25º na componente saúde-educação (acima da Grécia e de Portugal, entre os países de muito elevado desenvolvimento humano), de que resulta, no IDH composto, o 51º lugar.
 Como se ilustra abaixo:

domingo, dezembro 11, 2011

IDH-2011 - 11 - mapa-mundo

Com um (leve) sentimento de regresso - que talvez se venha a abordar por aqui - continua-se a observar e a comentar o relatório do PNUD sobre o desenvolvimento humano, com o seu indicador IDH.
Agora, mostra-se um mapa do planeta, dele retirado, e que faculta uma visão do desequilíbrio mundial no que respeita a este indicador.
Seria possível confrontar este mapa, relativo ao relatório de 2011 com os anteriores, indo até 1980, mas esse confronto, apesar de possibilitar leituras interessantes, seria muito prejudicado pelo facto de só recentemente o indicador ter expressão universal, ou quase... por ainda alguns Estados, dos reconhecidos pelas Nações Unidas, por razões diferentes não terem dados disponíveis ou compatíveis, como no mais recente relatório ainda é o caso da Coreia do Norte, das Ilhas Marshall, do Mónaco, Nauru, S. Marino, Somália e Tuvalu.

sexta-feira, dezembro 09, 2011

IDH-2011 - 10 - "regiões"

Não se pense que se consideram estes relatórios do PNUD como fontes de indicadores sem mácula. Os IDH são indicadores que têm a virtude de ponderar os habituais indicadores económico-financeiros-monetarizados (PIBs, RNBs) com dados relativos à educação e à saúde aproximando-os do que justifica a sua designação: indicadores de desenvolvimento humano. Virtude que não é pequena, mas que não os torna virtuosos, ou indiscutíveis. São, como indicadores estatísticos, representações da realidade social extremamente complexa.
No agrupamento dos países, além divisão em quatro grupos com fronteiras e designações discutíveis (desenvolvimento humano muito elevado, desenvolvimento humano elevado, desenvolvimento humano médio e desenvolvimento humano baixo), também se faz a divisão pelo que é chamado  "regiões" em que se consideram as regiões de tipo geográfico
África sub-sahariana
América Latina e Caraíbas
Ásia de Leste e Pacífico
Ásia do Sul
Europa e Ásia Central
e duas outras, também chamadas regiões, mas sem fundamento visivelmente geográfico-espacial,
Estados árabes
OCDE
o que tem de ser considerado como muito significativo, ainda mais porque a tão falada "Europa" (dos 27 da U.E. ou dos 17 da U.E.M.) é desconhecida pelo PNUD.

quarta-feira, dezembro 07, 2011

IDH-2011 - 9 - "região" América Latina e Caraíbas

Uma outra visita habitual e sempre bem-vinda (obrigado, Jorge), mostrou interesse sobre alguns países da "região" América Latina e Caraíbas, enquanto IDH e suas componentes. Referia 8 países, e aqui lhe deixo algumas sintéticas informações, do manancial de dados que estes relatórios do PNUD facultam.
  • (desenvolvimento humano muito elevado) Chile – é 44º em IDH, 58º na componente económico-monetária e o 34º na componente não monetarizada (educação-saúde);
  • Argentina – 45º, 54º e 41º, respectivamente;
  • (desenvolvimento humano elevado) Uruguai – 48º, 60º e 49º, respectivamente;
  • Cuba – 51º, 103º e 25º (o primeiro da “região”), respectivamente;
  • México – 57º, 59º e 57º, respectivamente;
  • Venezuela – 73º, 71º e 80º, respectivamente;
  • Brasil – 84º, 77º e 92º, respectivamente;
  • Colombia – 87º, 83º e 89º, respectivamente.
Duas notas com toda a (possível) objectividade:


  1. A “região” PNUD-IDH é formada por 33 países, tem a média de 0,687 de IDH geral entre a o Chile com 0,805 e o Haiti com 0,454;
  2. Além dos 4 primeiros referidos (1º, 2º, 4º e 5º da região), ainda está entre estes, Barbados, com 47º lugar (desenvolvimento muito elevado), com o 44º na componente económico-monetária e o 53º em educação-saúde (não-monetarizado).
Estes são alguns dados sobre os lugares no chamado “ranking”, e a partir da “região”. No entanto, a divisão “regional” justifica uma outra nota, de que se fará um “post” que se estima elucidativo.

terça-feira, dezembro 06, 2011

IDH-2011 - 8 (Bielorrússia)

Um terceiro visitante solicitou informações sobre a Bielorrússia (Belarus). Antes de responder a um pedido "em carteira" sobre países da América Latina, publicam-se alguns dados sobre este país.
Ocupando o 65º lugar no IDH global, está no grupo considerado como de desenvolvimento humano elevado, acima da média do grupo, bem como da região Europa e Ásia Central e do Munco; tem, na componente económico-monetária, o 57º lugar, o que corresponde a um melhor posicionamento, e tem, na componente não-monetarizada, o 70ºlugar, o que corresponde a um pior posicionamento.
A Bielorrússia está entre a Líbia (64º em IDH e 64º nas duas componentes) e a Federação Russa (66º, 53º e 74º lugares, respectivamente).

Transcrevem-se (em inglês) mais alguns dados, entre os muitos que se podem consultar a partir do relatório de 2011 do PNUD  

Belarus

Human Development Index Rank 65

Health Life expectancy at birth (years) 70.3
Health index (life expectancy) 0.794
Education index (expected and mean years of schooling) 0.776
Income GNI per capita in PPP terms (constant 2005 international $) 13,439
Income index (GNI per capita) 0.702
Inequality-adjusted HDI 0.693
Demography Population, total both sexes (thousands) 9,559.4

IDH-2011 - 7

Havia a intenção de se cumprir um programa relativamente a este indicador de desenvolvimento humano e aos valores do relatório de 2011. Por isso mesmo se sublinharam alguns dos países a serem objecto de posterior tratamento. Claro que nunca para além do que se pode retirar de indicadores estatísticos.
Alguns comentários vieram alterar ligeiramente o programado. É verdade que foram poucos os comentários - nem muitos se esperavam relativamente a estes temas e tratamento - e, bem ao certo, apenas dois levaram a essa alteração. Foram suficientes. Põem questões. Terão resposta prioritária. Até porque a primeira visitante a suscitar observações (obrigado, Cristal) o faz sobre o país que estava à cabeça do programado. Portugal, evidentemente. Embora não como vai ser. Agora. 

Rapidamente, e em reacção directa, é verdade que "Portugal muito deve o seu índice à baixa mortalidade geral e infantil. Brevemente, a continuarmos pelo mesmo caminho, esses indicadores vão regredir, como já está a acontecer na mortalidade geral...". Disse-o quem sabe!  
E comprove-se com o facto de, no indicador a que se pode chamar económico-monetarizado (o referido RNB per capita) o seu lugar é o 42º, um lugar abaixo do IDH global, e na componente não-monetarizada (relativa a saúde e educação) o seu lugar é o 46º, descendo 5 lugares.
São 8 os países que ultrapassam Portugal no indicador não-monetarizado
Cuba (25º)
Chile (34º)
Letónia (35º)
Palaos (39º)
Argentina (41º)
Geórgia (42º)
Roménia (43º)
Croácia (45º)
e são apenas 3 os países que descem em relação a Portugal, ilustrando o facto do seu posicionamento entre os paísesde desenvolvimento humano muito elevado se dever exclusivamente à componente monetarizada, de que as respectivas populações pouco beneficiam:
Emiratos Árabes Unidos (54º)
Bahrein (59º)
Qatar ((88º)
Acrescente-se que no IDH geral, Portugal desceu um lugar do relatório do ano passado para este, por troca com a Lituânia, e em função do indicador de saúde-educação em que a Lituânia é o 38º, e não do indicador monetarizado em que é o 50º, bem abaixo de Portugal (42º).
A média anual de crescimento de IDH para Portugal desde 2000 é de 0,35 pontos, inferior  à média dos países de desenvolvimento muito elevado que estão abaixo de Portugal, 0,38 para o Barain, 0,87 para a Letónia, 0,65 para o Chile, 0,57 para Argentina e a Croácia, apenas havendo registo de IDH de Barbados desde 2005. 

segunda-feira, dezembro 05, 2011

IDH-2011 - 6

Esta é a última "tabela", dos países com desenvolvimento humano baixo, entre o 142º (Ilhas Salomão) e o 187º (Congo, Rep. Dem.), não sendo de mdo nenhum indiferente encontrar, entre eles, S. Tomé e Principe, Timor-Leste, Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, embora haja a convicção de que Angola em breve sairá deste grupo, como a componente económico-monetária o revela e a evolução que vem observando. Mas isso fica para próximos comentários.

IDH-2011 - 5

A terceira "tabela" que se publica, aliás retirada do anexo Indice de Desenvolvimento Humano e seus componentes do relatório de 2011 do PNUD, é a dos países de desenvolvimento humano médio e inclui 47 países entre o 95º (Jordania) e o 141º (Butão),onde se encontram países com a maior importância, como a China (101º) e a India (134º), de que importará relevar a evoluçãodo IDH, que está no anexo 2 do relatório.

IDH-2011 - 4

Havia a intenção de espaçar a edição destas tabelas, intercalando com outros "posts". No entanto, a somar-se à pressa de fazer observações, um comentário de uma visitante (que bom!... obrigado, Cristal) veio acelerar essa pressa. Por isso, vai "despachar-se" a publicação dos outros quadros para depressa  se deixarem algumas observações julgadas pertinentes e provocadas por estes tão interessantes relatórios.
O segundo grupo de países, que vai do 48º (Uruguai) ao 94º (Tunísia), é o dos de desenvolvimento humano elevado. Apenas se deixaria sublinhado que nele se inclui Cuba, que não fazia parte da lista dos IDH no relatório de 2010, e ocupando o 51º lugar (e adiante este lugar será largamente valorizado... mas tenha-se calma):

IDH-2011 - 3

Com a intenção de aproveitar o relatório anual do PNUD, vão agora incluir-se quatro "posts", tal como ordenados e "arrumados" em quatro grandes grupos de países. Depois, será feita a decomposição do IDH, no seu ordenamento, pelas suas componentes - a económica-monetarizada e a da saúde-educação não monetarizada -, relativamente a alguns países, e deixar-se-ão alguns comentários. Poderá ser uma "viagem" interessante, abrindo pistas para outras, eventgualmente à escolha de cada um.
A primeira lista é dos países etiquetados, em termos de IDH global, como de desenvolvimento humano muito elevado, onde se inclui Portugal com o 41º lugar. Mas os comentários ficam para mais adiante...     


(a designação dos países está, na maior parte dos casos,
em francês, por ter sido essa a versão trabalhada)

domingo, dezembro 04, 2011

IDH-2011 - 2

Uma vez que se estão a trabalhar os dados do relatório do PNUD, sobre o desenvolvimento humano, vão trazer-se, a este "blog", algumas informações que poderão ter interesse. E agradece-se o estímulo dos comentários.
Já foram deixadas três observações, a partir de uma primeira e rápida vista de olhos, que, agora, se vão procurar aprofundar.
São  187 os países que as Nações Unidas, através do seu programa, para o desenvolvimento, nos dáa conhecer, a partir de critérios estatísticos sobre dados recolhidos para este relatório, que se faz desde 1980 ainda se podendo juntar, para estre 2011, mais 6 países, cujos números estão incompletos.
Com esses dados.e com a afirmada intenção de ponderar os dados económico-monetários com dados da saúde e da educação, uma equipa, onde avultam, desde o início, nomes como o de Amartya Sen, elabora um relatório  anual com um anexo estatístico com muita informação.
Num quadro 1, ordenam-se os países por indice de desenvolvimento humeno e seus componentes  agrupando-os em 4 escalões:
  • Desenvolvimento Humano muito elevado - com 47 países, acima do indicador 0,793 (Barbados), com o máximo 0,943 (Noruega)
  • Desenvolvimento Humano elevado - também com 47 países, entre 0,783 (Uruguai) e 0,698 (Tunísia)
  • Desenvolvimento Humano Médio - com o mesmo número de 47 países, entre o 95º, com 0,698 (Jordânia), e o 141º, com 0,522 (Butão)
  • Desenvolvimento Humano Baixo -  com 46 países, entre 0,510 (Ilhas Salomão) e 0,286 (Congo)
Em sucessivos "posts" virá trazer-se, aqui, alguma informação que se estima interessante, actualizando a que ficou de anos anteriores.

sexta-feira, dezembro 02, 2011

O Indicador de Desenvolvimento Humano - 2011

Como todos os anos, acompanha-se a publicação do relatório do Programa das Nações Unidos para o Desenvolvimento (PNUD), que há 21 anos vem sendo editado à volta de um indicador-chave, o indicador de desenvolvimento humano (IDH), que procura corrigir os usados (e abusados) indicadores económicos e financeiros que dizem do estado das nações, com a introdução de indicadores de saúde e de educação (e outros), assim facultando uma mais "humana" caracterização do estado das 194 nacões que as Nações Unidas arrolam (e, às vezes - tantas! -, enrolam).
O relatório deste ano está aí, ou melhor: está aqui em cima da secretária, e dele extraio, para começar..., três observações.
  • Portugal mantém-se entre os 47 países de desenvolvimento humano muito elevado, em 41º lugar, mas desceu um lugar em relação ao relatório de 2010;
  • Cuba, que não estava no ordenamento de relatório do ano passado, por inexplicáveis razões, regressou, e em beleza: é o 51º, o 4º entre os países de desenvolvimento humano elevado, e é o país que mais sobe (52 lugares!) relativamente ao que seria o seu lugar se fosse medido em termos de rendimento nacional bruto por cabeça (RNBcapita), o que revela bem a importância, em Cuba, da saúde e da educação (o país que mais se aproxima nessa melhoria é a Nova Zelândia, que sobe 30 lugares, Portugal sobe 1 lugar, pois é o 42º em termos estritamente económico-financeiros);
  • China está colocada em 101º lugar, entre os países de desenvolvimento médio, merecendo destaque que, no último quinquénio, subiu 6 lugares no IDH, sobretudo em razão do crescimento económico.
Tanto mais para ver, estudar, comentar!
aceitam-se consultas...