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segunda-feira, setembro 26, 2022

Imagem do dia!


IMAGEM DO DIA


Um cidadão cubano vota numa escola de Havana, a 25 de Setembro de 2022. Até às 14 horas locais, mais de 5 milhões de leitores, 55% do universo elegível, já tinham votado no referendo sobre o novo Código de Família, cujo texto elimina qualquer vestígio de discriminação no âmbito familiar, reforçando significativamente os direitos das mulheres, da comunidade LGBTIQ+, dos idosos e das crianças 

CréditosYander Zamora / EPA

sábado, julho 09, 2022

Solidariedade internacional nas Nações Unidas

 AbrilAbril

Resolução de Cuba 

sobre «solidariedade internacional» 

aprovada pelo «resto do mundo»

O Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou, esta quinta-feira, a resolução 

«Direitos Humanos e Solidariedade Internacional». 

Os países da chamada «comunidade internacional» votaram contra.

Quadro da votação da resolução «Direitos Humanos e a Solidariedade Internacional», apresentada por Cuba 
Quadro da votação da resolução «Direitos Humanos e a Solidariedade Internacional», apresentada por Cuba Créditos/ Prensa Latina

Na resolução apresentada pela Ilha no decorrer da 50.ª sessão do organismo das Nações Unidas, com sede na cidade suíça de Genebra, afirma-se, por exemplo, que «a solidariedade internacional deve ser um princípio fundamental que sustenta o direito internacional contemporâneo».

O documento proposto por Cuba, intitulado «Direitos Humanos e a Solidariedade Internacional», também reconhece que «a solidariedade internacional é uma ferramenta poderosa para fazer frente às causas estruturais da pobreza, desigualdade e outros desafios mundiais».

Entre 47 delegações, 31 votaram a favor da resolução, uma absteve-se e 15 opuseram-se a ela.

Votaram contra Alemanha, Coreia do Sul, EUA, Finlândia, França, Ilhas Marshall, Japão, Lituânia, Luxemburgo, Montenegro, Países Baixos, Polónia, Reino Unido, República Checa, Ucrânia – os países do eixo NATO-EU, parceiros e as alinhadas Ilhas Marshall.

O México absteve-se. Votaram a favor Argentina, Arménia, Benim, Bolívia, Brasil, Camarões, Catar, Cazaquistão, China, Costa do Marfim, Cuba, Emirados Árabes Unidos, Eritreia, Gabão, Gâmbia, Honduras, Índia, Indonésia, Líbia, Malawi, Malásia, Mauritânia, Namíbia, Nepal, Paquistão, Paraguai, Senegal, Somália, Sudão, Uzbequistão e Venezuela.

O ministro cubano dos Negócios Estrangeiros destacou a aprovação na sua conta de Twitter.

Antes, de forma mais enfática, representantes cubanos nas Nações Unidas denunciaram a manipulação política das liberdades de religião e crenças, às quais alguns governos recorrem para condenar e punir a terceiros.

«Não reconhecemos a nenhum país o direito de se proclamar polícia ou garante da liberdade religiosa no mundo, nem de emitir certificados ou listas unilaterais», afirmaram os representantes do país caribenho, numa declaração citada pela Prensa Latina.

quarta-feira, março 02, 2022

A comunicação que temos

Enche-me o computador a comunicação de que a Assembleia Geral das Nações Unidas fez uma votação em que 141 dos 193 países membros votaram favoravelmente uma moção visando o fim da guerra na Ucrânia, pondo em parangonas que a votação foi HISTÓRICA (como cidadão votaria favoravelmente... depois de ler os seus termos)

Se essa votação foi histórica, que adjectivo dar a esta, de uma das mais de 20 já feitas contra o bloqueio dos Estados Unidos a Cuba, que teve 191 votos a favor contra 2, dos Estados Unidos e Israel


que relevo foi dado a esta(s) anuais e históricas votações 
na "nossa" comunicação social?!

quarta-feira, novembro 10, 2021

Informe-SE! - Solidariedade com Cuba - 4

Fim ao bloqueio dos EUA!
Cuba vencerá!


O bloqueio económico, comercial e financeiro imposto a Cuba pelos Estados Unidos da América é criminoso, ilegal e ilegítimo.

Imposto há mais de 60 anos e por diversas vezes agravado, o bloqueio procura atingir diretamente as condições de vida do povo cubano e direitos tão fundamentais como a saúde, a alimentação ou o desenvolvimento.

Só entre abril e dezembro de 2020, o bloqueio provocou à economia cubana prejuízos superiores a 3,5 mil milhões de dólares e, em plena pandemia, dificultou o acesso do povo cubano a medicamentos e equipamentos médicos e obrigou Cuba a comprar equipamentos e reagentes para a produção das suas próprias vacinas contra a COVID-19 a preços muito superiores aos praticados internacionalmente.

O bloqueio é uma forma particularmente cruel de agressão a que urge pôr cobro. É essa justa exigência que tem vindo a ser afirmada desde há três décadas pela grande maioria dos países do mundo, em sucessivas votações na Assembleia-geral das Nações Unidas: na última, este ano, 184 países votaram favoravelmente pelo levantamento do bloqueio, EUA e Israel votaram contra e apenas três países se abstiveram.

O bloqueio é um instrumento que os EUA utilizam na sua política de imposição de uma “mudança de regime” em Cuba, que derrote a Revolução cubana. Um política ilegal à luz do direito internacional, que passa também por uma sistemática ingerência e campanha de desinformação, por tentativas de desestabilização, de impedir a ação das brigadas médicas internacionais cubanas ou de limitar a solidariedade internacional a Cuba.

No dia 15 de novembro, às 18 horas, terá lugar um ato público de solidariedade com Cuba e o seu povo junto à Embaixada de Cuba em Portugal (Rua Pero da Covilhã, em Lisboa), onde se reafirmará a exigência do fim do bloqueio, se reclamará das autoridades portuguesas uma ação determinada em defesa da soberania e do direito do povo cubano ao desenvolvimento e se demonstrará uma vez mais que Cuba e o seu povo não estão sós.

Cuba, sempre solidária, necessita da nossa solidariedade. Não faltaremos!

As organizações promotoras

 

sábado, agosto 14, 2021

Bom senso contra o absurdo

  - Nº 2489 (2021/08/12)


Medalhas

Opinião

A tacanhez de argumentos e motivações para lá das desportivas que puxam para a polémica estéril o questionamento, não se sabe bem a quem, se o «ouro de Pichardo vale menos que o ouro de Rosa Mota», é isso mesmo, conversa barata.

Poder-se-ia deixar a coisa passar sem comentário ou situar a elucubração no estrito plano dos equilíbrios mentais que a suscitam. Assim não se fará porque a questão carece de um mínimo de sensatez e sobretudo de um apuro que a situe no plano da racionalidade.

A medalha de ouro de Pichardo, enquanto medalha, vale tanto quanto as de Rosa Mota, a de Nelson Évora, Fernanda Ribeiro ou Carlos Lopes valeram. Pichardo, enquanto atleta, não tem menos mérito desportivo que outros medalhados ou não medalhados. A medalha por ele obtida vale, em termos quantitativos, tanto para Portugal quanto todas as outras valeram. A questão é que neste caso não estamos a falar de um atleta fruto da política desportiva nacional mas da importação, por razões não desportivas, de alguém que outros formaram. E não se venha com a conversa da integração quando milhares que aqui trabalham estão por integrar e regularizar.

Mas não vale a pena iludir o óbvio. Não vale a pena tomar como boas as palavras do Ministro da Educação que, à boleia do feito desportivo de Pichardo, se apressou a apresentá-lo como resultado do investimento deste governo no desporto. E não vale a pena porque não é verdade. Parte importante, e talvez decisiva, da formação de Pichardo é alheia ao esforço de investimento nacional. E não vale a pena porque os números revelam que Portugal é dos países da União Europeia com mais baixo nível de investimento e número de praticantes. Facto que nega ao nosso País que os muitos atletas em potencial e talento nas várias modalidades que deveriam resultar da democratização da prática desportiva, a começar pelo desporto escolar, fiquem por revelar. Não será por acaso que países como Cuba, sujeito às condições de cerco e bloqueio, apresentem os resultados que se viram nos últimos jogos colocando esse país no lote das quinze nações com mais medalhas de ouro e entre as vinte com melhores resultados globais obtidos.

Jorge Cordeiro


deixa-se a lista dos Países "medalhados" 
(por ordem do nº de medalhas de ouro)
com uma referência às populações
 e deixa-se uma imagem de...
um aproveitamento "pulítico" de um caso forçado
(não de ferro mas de ouro forjado...).



domingo, julho 25, 2021

CUBA, SI! Vida e Pátria... dos cubanos

 do quase-diário:

 24.07.2021

É certo que não posso ler tudo… mas tenho pena.

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 Andava a ser desafiado por insistente campanha promocional de uma biografia de Cardoso Pires, campanha ditirâmbica do clã Impresa-Expresso (cujos excessos o António Guerreiro tão justamente anotou no seu livro de recitações do Ipsilon do Público.

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 Que mais efeito (ou outros) não tivesse tido, tal campanha promocional (e parece que o livro não é mau…) levou-me a ler a crónica do autor na Revista do Expresso, pela qual, semana após semana, vinha passando como cão por vinha vindimada (não se pode ler tudo…).

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 Até porque o tema e título (Cuba, pátria e vida) me atraiu, embora a corruptela da heróica sigla pária ou morte me seja repulsiva e denunciadora... mas o certo é que não resisti.

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 O tão propalado autor excedeu-se no cumprimento da tarefa de participar numa outra campanha, a do actual ataque a Cuba de Biden na peugada da de Trump (243 medidas a agravarem o bloqueio de 62 anos).

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 Nesse triste texto detive-me nesta “pérola”:

… contra a desastrosa gestão que o governo tem feito da pandemia nos últimos tempos, autorizando voos provenientes da Rússia que, além de turistas russos e os seus rublos, levaram para a ilha privada da família Castro e dos seus delfins a temida variante Delta, responsável pelo aumento de casos de covid 19. ORO

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 (note-se que o governo a que BVA se refere é o cubano…)

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 Superando o asco provocado pela inqualificável agressão que representa designar um Estado soberano como ilha privada da família Castro (será que não se põe freio no destrambelho?!), fui ver dados.

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 De ontem:


 Com uma população ligeiramente acima de Portugal (pouco mais de 11 milhões), o confronto com os nossos números é impressionante:

Portugal

Total de casos

 

     950 000

Recuperados

 

    880 000

Óbitos

 

17 284

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 Se este é o confronto com números de países com próxima população, o confronto com outros países da área (o Brasil, por exemplo) seria ainda mais impressionante… isto para não falar pelas brigadas solidários que Cuba distribuiu pelo mundo (por exemplo, Itália)

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Dúvidas sobre fidelidade dos dados?

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 Wikipédia:

“(…) De acordo com o Índice de Desenvolvimento Humano, Cuba tem um elevado desenvolvimento humano e está classificada em oitavo lugar na América do Norte, e em 72º lugar mundialmente em 2019.[20] Também ocupa um lugar de destaque em algumas métricas de desempenho nacional, incluindo cuidados de saúde e educação.[21][22] É o único país do mundo a satisfazer as condições de desenvolvimento sustentável estabelecidas pela WWF.[23] De acordo com o Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, as políticas governamentais cubanas erradicaram em grande escala a fome e a pobreza.(…)”


WWF ?! Não, não é nenhum gabinete na Soeiro Pereira Gomes...
World Wide Fund for Nature

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 Bom… não posso ler tudo.

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 E tenho muito mais que fazer!

(...)