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domingo, julho 25, 2021

CUBA, SI! Vida e Pátria... dos cubanos

 do quase-diário:

 24.07.2021

É certo que não posso ler tudo… mas tenho pena.

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 Andava a ser desafiado por insistente campanha promocional de uma biografia de Cardoso Pires, campanha ditirâmbica do clã Impresa-Expresso (cujos excessos o António Guerreiro tão justamente anotou no seu livro de recitações do Ipsilon do Público.

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 Que mais efeito (ou outros) não tivesse tido, tal campanha promocional (e parece que o livro não é mau…) levou-me a ler a crónica do autor na Revista do Expresso, pela qual, semana após semana, vinha passando como cão por vinha vindimada (não se pode ler tudo…).

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 Até porque o tema e título (Cuba, pátria e vida) me atraiu, embora a corruptela da heróica sigla pária ou morte me seja repulsiva e denunciadora... mas o certo é que não resisti.

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 O tão propalado autor excedeu-se no cumprimento da tarefa de participar numa outra campanha, a do actual ataque a Cuba de Biden na peugada da de Trump (243 medidas a agravarem o bloqueio de 62 anos).

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 Nesse triste texto detive-me nesta “pérola”:

… contra a desastrosa gestão que o governo tem feito da pandemia nos últimos tempos, autorizando voos provenientes da Rússia que, além de turistas russos e os seus rublos, levaram para a ilha privada da família Castro e dos seus delfins a temida variante Delta, responsável pelo aumento de casos de covid 19. ORO

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 (note-se que o governo a que BVA se refere é o cubano…)

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 Superando o asco provocado pela inqualificável agressão que representa designar um Estado soberano como ilha privada da família Castro (será que não se põe freio no destrambelho?!), fui ver dados.

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 De ontem:


 Com uma população ligeiramente acima de Portugal (pouco mais de 11 milhões), o confronto com os nossos números é impressionante:

Portugal

Total de casos

 

     950 000

Recuperados

 

    880 000

Óbitos

 

17 284

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 Se este é o confronto com números de países com próxima população, o confronto com outros países da área (o Brasil, por exemplo) seria ainda mais impressionante… isto para não falar pelas brigadas solidários que Cuba distribuiu pelo mundo (por exemplo, Itália)

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Dúvidas sobre fidelidade dos dados?

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 Wikipédia:

“(…) De acordo com o Índice de Desenvolvimento Humano, Cuba tem um elevado desenvolvimento humano e está classificada em oitavo lugar na América do Norte, e em 72º lugar mundialmente em 2019.[20] Também ocupa um lugar de destaque em algumas métricas de desempenho nacional, incluindo cuidados de saúde e educação.[21][22] É o único país do mundo a satisfazer as condições de desenvolvimento sustentável estabelecidas pela WWF.[23] De acordo com o Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, as políticas governamentais cubanas erradicaram em grande escala a fome e a pobreza.(…)”


WWF ?! Não, não é nenhum gabinete na Soeiro Pereira Gomes...
World Wide Fund for Nature

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 Bom… não posso ler tudo.

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 E tenho muito mais que fazer!

(...)


sábado, julho 24, 2021

CUBA, SI!

Biden “Deja vivir a Cuba”, claman más de 400 personalidades de EEUU y el mundo

 | 55 |  

Más de 400 exjefes de Estado, políticos, intelectuales, científicos, clérigos, artistas, músicos, líderes y activistas de todo el mundo pidieron a Joe Biden, presidente de Estados Unidos, que levante de inmediato las sanciones contra Cuba.

En carta pública, los firmantes expresan “que no hay razón para mantener la política de la Guerra fría que requirió que Estados Unidos tratara a Cuba como un enemigo existencial en lugar de un vecino. En vez de mantener el camino establecido por Trump en sus esfuerzos por deshacer la apertura del presidente Obama a Cuba, les pedimos que avancen. Reanudar la apertura e iniciar el proceso de poner fin al embargo, poner fin a la grave escasez de alimentos y medicinas, debe ser la máxima prioridad”.

En su petición señalaron que recientemente, el 23 de junio, la mayoría de los Estados miembros de Naciones Unidas votaron a favor de pedir al Gobierno estadounidense la eliminación de esta política.

Igualmente, denunciaron que resulta inconcebible, especialmente durante la situación generada por la COVID-19, bloquear intencionalmente las remesas y el uso de las instituciones financieras globales por parte de Cuba, dado que el acceso a dólares es necesario para la importación de alimentos y medicinas.

“Estamos con el pueblo cubano, escribió usted el 12 de julio. Si ese es el caso, le pedimos que firme inmediatamente una orden ejecutiva y anule las 243 medidas coercitivas de Trump”, demandaron los firmantes de la misiva.

Entre los que realizaron esta petición se encuentran los expresidentes Luiz Inácio Lula da Silva y Rafael Correa; el premio nobel de la Paz Adolfo Pérez Esquivel; el destacado lingüista Noam Chomsky; artistas como Danny Glover, Susan Sarandon, Jane Fonda, Oliver Stone, al igual que Chico Buarque, Silvio Rodríguez, Israel Rojas y Eduardo (Choco) Roca Salazar; líderes religiosos como Frei Betto, Reinerio Arce, el reverendo Raúl Suárez, la reverenda Dora Arce Valentín y escritores de talla universal como Miguel Barnet y Nancy Morejón.

La carta fue publicada este viernes por The New York Times como una anuncio pagado.

Esta carta abierta es la primera de una iniciativa conjunta entre The People's Forum, CODEPINK y la Coalición ANSWER para cambiar la política inmoral y miope del embargo hacia Cuba, y para proporcionar medicamentos y suministros médicos muy necesarios al pueblo cubano.

Iluminan a Union Square en Nueva York con mensajes contra el bloqueo



sexta-feira, julho 23, 2021

Uma notícia que nos alerta

 

Estados Unidos anunciam novas sanções a Cuba. “É apenas o início”

Ernesto Mastrascusa / EPA

Sanções dos Estados Unidos a Cuba têm como objetivo castigar “os indivíduos responsáveis pela opressão da população cubana”. Ministro dos Negócios Estrangeiros cubano, numa reação, fala em medidas “sem fundamento e caluniosas” e pede que os EUA se sancionem a si próprios pelos “atos de repressão diários e pela brutalidade policial que custou 1.021 vidas em 2020”.

A administração Biden anunciou ontem a aplicação de novas sanções ao regime cubano, as quais têm como alvo o ministro da Defesa e uma unidade especial de forças pertencente ao ministério do Interior por, segundo as autoridades norte-americanas, estarem diretamente envolvidos na violação de direitos humanos durante os recentes protestos contra o regime.

Num comunicado, Joe Biden afirma que as sanções são “apenas o início” de um esforço que tem em vista sancionar “os indivíduos responsáveis pela opressão da população cubana”. A tomada de posição surge numa altura em que a administração democrata estava já a ser pressionada por ativistas, congressistas e cubano-americanos.

Tal como era expectável, desde que tomou posse, Joe Biden tem apostado em políticas que revertem as decisões tomadas por Donald Trump ao longo dos últimos quatro anos, como as restrições ao comércio e às viagens e a outro tipo de aproximação, numa antítese do que tinha sido feito com Obama.

Durante a passagem pela Casa Branca, o 44.º presidente dos EUA restabeleceu as relações diplomáticas com Havana, em 2015, e foi o primeiro chefe de Estado norte-americano a visitar a ilha (em 2016) desde que Calvin Coolidge o fez em 1959.

No entanto, os mais recentes desenvolvimentos políticos e sociais no território obrigaram Biden a apostar numa abordagem distinta, já que representa a inviabilização de qualquer política que possa ser interpretada como uma cedência ao governo de Miguel Díaz-Canel.

Numa reação às sanções anunciadas em Washington, Bruno Rodríguez, ministro dos Negócios Estrangeiros cubano, caracterizou-as como “sem fundamento e caluniosas”. Na opinião do oficial, os EUA deveriam aplicar sanções a si próprios pelos “atos de repressão diários e pela brutalidade policial que custou 1.021 vidas em 2020”.

As medidas foram tomadas no âmbito do Global Magnisky Act, aprovado pelo Congresso em 2012 com o objetivo de perseguir os “perpetradores de violações sérias de diretos humanos e de corrupção em todo o mundo”, lembra o The Washington Post.

Quando os protestos se iniciaram, vários comunicados foram emitidos pelas agências governamentais norte-americanas. No caso do departamento de Estado, Antony Blinken afirmou que “a partir de 11 de julho, dezenas de milhares de cubanos (…) tomaram as ruas para exigirem pacificamente o respeito das suas liberdades fundamentais e um futuro melhor”.

A resposta que encontraram, segundo Blinken, foi uma “repressão violenta dos protestos, com a detenção de milhares de pessoas simplesmente por exercerem o direito humano da liberdade e de reunião pacífica”.

A questão cubana é especialmente cara para Joe Biden, que em novembro de 2020 não conseguiu os votos da população cubano-americana nas eleições presidenciais — dado que surpreendeu os analistas políticos.

Agora, os congressistas democratas que enfrentam o escrutínio eleitoral em 2022 pressionam Biden a agir mais veemente na defesa do povo cubano, de forma a melhorar as suas chances de reeleição numas eleições que prometem ser críticas para o futuro da presidência de Biden e do próprio partido democrata a longo prazo.

ARM, ZAP //



... e nos envergonha

 como seres humanos!

quinta-feira, julho 15, 2021

Ainda (e sempre!) CUBA, SIM!

  - Nº 2485 (2021/07/15)


Cuba defenderá a sua soberania 
face a intentos desestabilizadores

Internacional

O presidente Miguel Díaz-Canel reafirmou a determinação de Cuba de defender o seu direito à soberania e independência face aos intentos desestabilizadores promovidos a partir dos Estados Unidos da América.

O chefe do Estado de Cuba denunciou o incremento de uma campanha através das redes sociais, que pretende criar matrizes de opinião com o fim de desacreditar os esforços que faz a Revolução Cubana para garantir a saúde e a vida do povo. Numa conferência de imprensa, na segunda-feira, 12, Díaz-Canel referiu-se aos protestos realizados na véspera por grupos de pessoas em algumas cidades do país com os quais, disse, se pretende justificar a necessidade de uma «intervenção humanitária» estrangeira.

Disse que Cuba necessita de solidariedade, que jamais recusou, e da suspensão imediata das 243 medidas de reforço do bloqueio implementadas pelo ex-presidente Trump e mantidas pela administração de Joe Biden. Instou o presidente norte-americano a escutar o clamor mundial e a pôr fim ao bloqueio económico, comercial e financeiro imposto a Cuba desde há seis décadas.

Noutra intervenção, essa no domingo, 11, em Havana, para partilhar com o povo informações sobre as provocações orquestradas por elementos contra-revolucionários, organizados e financiados a partir dos EUA com propósitos desestabilizadores, o também primeiro secretário do Partido Comunista de Cuba considerou que «aos EUA tem perturbado muito, durante 60 anos, o exemplo da Revolução Cubana».

Evocou a complexa situação económica provocada pelo bloqueio, agravada pelo recrudescimento das medidas coercivas visando asfixiar a economia do país. Tais medidas restritivas cortaram as principais fontes de divisas – o turismo, as viagens de cubanos e americanos à ilha, as remessas dos emigrantes. Tudo isto acrescido do plano de desacreditação das brigadas médicas cubanas, já que através dessa colaboração o país obtém também o ingresso de divisas.

Esta situação, explicou, provocou falhas no abastecimento de alimentos, medicamentos, matérias-primas e consumíveis para poder desenvolver o processo económico e produtivo.

 

Defender a Revolução

No meio destas condições muito difíceis, chegou a pandemia de COVID-19, que afectou não só Cuba mas também os EUA e outros países economicamente mais poderosos. Estes, apesar das suas riquezas, «têm indicadores em relação ao enfrentamento da pandemia que mostram, em muitos casos, piores resultados que os de Cuba».

Foi com enormes dificuldades que Cuba enfrentou a pandemia, «partilhando entre todos o pouco que temos». E, mesmo assim, conseguindo criar cinco candidatos vacinais, um deles já reconhecido como vacina, «a primeira vacina da América Latina contra a COVID-19», evidenciou Díaz-Canel, lembrando que Cuba já está a vacinar a sua população, num processo que demora algum tempo.

No momento em que, tal como outros países, Cuba enfrenta um pico epidémico – de que sairá mais cedo do que tarde –, os que «sempre apoiaram o bloqueio, os que serviram como mercenários, lacaios do império yankee,«de maneira muito cobarde, subtil, oportunista, muito perversa» começam a aparecer com doutrinas de «intervenção humanitária», de «corredor humanitário», para promover a ideia de que o Governo cubano não é capaz de sair desta situação, como se estivessem interessados no bem-estar e na saúde do povo», e, manipulando as dificuldades, procuram organizar manifestações e distúrbios, denunciou o presidente.

Díaz-Canel enfatizou que «em Cuba as ruas são dos revolucionários» e que o Estado, o Governo revolucionário, guiado pelo Partido, têm toda a vontade política para discutir, para argumentar e para participar com o povo na solução dos problemas, mas «reconhecendo qual a verdadeira causa dos nossos problemas, sem nos deixarmos confundir».

Por isso, convocou todos os revolucionários do país, todos os comunistas, «a sair às ruas em qualquer lugar onde haja essas provocações, hoje, a partir de agora e em todos os dias». E reafirmou: «Os revolucionários e, na primeira linha, os comunistas, defendemos a Revolução acima de tudo. E, com essa convicção, estamos já nas ruas, não vamos permitir que ninguém manipule a situação, nem que ninguém possa defender um plano que não seja cubano, que não seja de bem-estar para os cubanos e que seja anexionista. Para isso convocamos os revolucionários, os comunistas de Cuba».


PCP apela à solidariedade
com a Revolução Cubana

O Partido Comunista Português expressou a sua solidariedade com Cuba, o Governo e o povo cubanos que, enfrentando uma situação exigente e complexa inseparável da intensificação da acção de ingerência e de agressão do imperialismo, se empenha de forma determinada no combate à epidemia, na defesa da sua soberania e independência e dos seus legítimos direitos, incluindo ao desenvolvimento.

Numa nota divulgada pelo seu Gabinete de Imprensa, no dia 12, o PCP valoriza os esforços e os avanços alcançados por Cuba no combate à epidemia no seu País e na solidariedade que prestou e presta a outros países e povos no âmbito da saúde pública, incluindo face à pandemia.

O PCP condena veementemente a política da actual administração norte-americana que não só insiste na continuidade do criminoso bloqueio económico, financeiro e comercial, com carácter extraterritorial, imposto há mais de 60 anos pelos EUA contra Cuba e o povo cubano, como mantém as medidas de cruel recrudescimento deste bloqueio implementadas pela Administração Trump, particularmente durante o período da pandemia, visando impedir o acesso a bens essenciais, como medicamentos e alimentos, assim como o desenvolvimento económico deste país caribenho.

O PCP denuncia a hipocrisia daqueles que, expressando uma enganadora preocupação com o povo cubano, ocultam deliberadamente a política de ingerência e de agressão dos EUA – incluindo a existência do bloqueio e os seus efeitos – que atenta violentamente contra a soberania e a independência de Cuba e os direitos do seu povo.

Denunciando e repudiando as acções de desestabilização e provocação que os EUA promovem, instrumentalizando cinicamente as nefastas consequências do bloqueio pelo qual são responsáveis, o PCP salienta o exemplo de coragem e dignidade de Cuba e do povo cubano e apela à solidariedade com a Revolução Cubana e à exigência do fim do bloqueio dos EUA contra Cuba, como foi reiterado pela Assembleia Geral das Nações Unidas no passado mês de Junho.

terça-feira, julho 13, 2021

O que se prepara, o que se tem de ter a força de evitar - as agressões a CUBA e não só

Desde 29 de Junho que não (a)posto nada aqui. E se vão acontecendo coisas que merecem (exigem) reflexão de todos nós!

Não que se tenha qualquer pretensão de ser indispensável, mas tem-se  a consciência da necessidade de TODOS NOS informarmos, para que nos possamos considerar cidadãos plenos. 

E há uma verdadeira luta social, de classe, com expressão cada vez mais decisiva na dita comunicação social, a que agora se juntam as chamadas redes sociais, que são veículos ideológicos de enorme (crescente) influência na consciencialização (ou desconciemcialização) dos cidadãos.

Se em 29 de Junho, aqui se deixou o apontamento anual sobre o verdadeiro (que deveria ser) escândalo da anual da votação na Assembleia Geral das Nações Unidas da moção contra o bloqueio a Cuba, que tem tido sempre a mesma expressão esmagadora de repúdio dessa medida do imperialismo estado-unidense - em 2021, foram 184 a favor do levantamento do bloqueio, 2 (Estados Unidos e Israel) contra  e 3 abstenções (Colombia, Ucrania e E.A.U.) -, ao poder retomar o contacto, é de novo esse bloqueio que suscita repúdio, até porque se descortina a intenção de o agravar com o apoio de uma campanha mediática. 

O bloqueio económico já tantas vezes - desde1992 - denunciado e esmagadoramente repudiado pelas "Nações Unidas", não só se mantém como aparece como apoio de uma escalada a que a comunicação social está a dar cobertura tanto mais criminosa quanto não recua perante mentira e contrafacção noticiosa aproveitando as consequências no povo cubano (e em povos vizinhos) desse cerco tanto mais criminoso quanto a crise sanitária amplia a necessidade de solidariedade. De que, aliás, Cuba dá provas evidentes e exemplares.

A conferência de imprensa de ontem do presidente do México foi uma prova, uma amostra como disse Lopez Obrador:

OuVer a partir do minuto 50:



domingo, novembro 17, 2019

Notícias do bloqueio a Cuba - AG das Nações Unidas


“Esta” não me larga há dois dias. A exigir publicação!
Muito justamente. Seja feita a nossa vontade, neste domingo:

Na Assembleia geral da ONU, 187 países votaram contra o bloqueio

Nações Unidas exigem fim do bloqueio a Cuba

Uma vez mais, o governo dos Estados Unidos ficou isolado da comunidade internacional, que voltou a rejeitar a sua política hostil a Cuba e exigiu na ONU o fim do bloqueio que mantém contra a ilha.


Cuba recebeu, a 7 de Novembro, um ostensivo apoio maioritário da Assembleia-geral das Nações Unidas com a aprovação do projecto de resolução «Necessidade de pôr fim ao bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba».
«Ficou uma vez mais demonstrado o indiscutível isolamento de Washington, as suas pressões brutais reflectem a bancarrota moral e a podridão do seu actual governo», assinalou o ministro cubano dos Negócios Estrangeiros, Bruno Rodríguez. A votação na Assembleia-geral da ONU foi «mais uma contundente vitória de Cuba, do seu heróico povo, é um triunfo da verdade e da justiça: 187 países votaram pelo fim do bloqueio», ressaltou.
O governo do presidente Jair Bolsonaro rompeu com a tradição diplomática do Brasil e alinhou obediente com os desígnios norte-americanos votando contra a resolução que pede o fim do bloqueio. Os outros países a opor-se à exigência mundial contra o bloqueio foram os EUA e, como já é habitual, Israel. Além disso, a Colômbia e a Ucrânia abstiveram-se. (…)

Desde 1992! Todos os anos!
Quantas questões! Sobre as "Nações Unidas", sobre o imperialismo, sobre a comunicação social.

domingo, março 04, 2018

O bloqueio à Venezuela


ONU apela ao fim do bloqueio financeiro da Venezuela
A ONU reconheceu hoje os efeitos do bloqueio financeiro e económico imposto pelos Estados Unidos
e que violam os direitos dos venezuelanos em alimentos e saúde.
Por quê?
 American Post - 28 de fevereiro de 2018 

Larry Devoe, secretário executivo do Conselho Nacional de Direitos Humanos para a Venezuela, pediu o fim da bloqueio financeiro e económico, imposto pelos Estados Unidos, que afeta o povo venezuelano nos direitos à alimentação e à saúde.
Devoe advertiu que as sanções do presidente Donal Trump fizeram com que a empresa internacional BSN Medical, especializada na comercialização de fornecimentos médicos, cancelasse a venda de medicamentos para tratar casos de malária no país.
Além disso, reiterou que as sanções económicas geraram a retenção de 1.650 milhões de dólares que o provedor de serviços financeiros da Euroclear destinou à aquisição de várias toneladas de alimentos. "O principal obstáculo para a Venezuela é a sanção. Esta questão não pode continuar a ser ignorada se realmente se quer contribuir com a solução da crise no nosso país ", insistiu.
Desta forma, o Secretário não negou que haja falta de medicamentos, pelo contrário, ele exortou o Conselho Nacional de Direitos Humanos a identificar a magnitude e as causas desse problema. Por exemplo, no último trimestre de 2017, uma remessa com mais de 300 mil doses de insulina foi "congelada" em um porto internacional para evitar que o produto chegue à Venezuela.
Naquela ocasião, o Citibank, instituição financeira dos Estados Unidos, recusou receber os fundos que o país sul-americano depositou para pagar a importação deste imenso envio de insulina, necessário para pacientes com diabetes. Como resultado, a insulina foi paralisada em um porto internacional por dias, apesar de existir recursos para adquirir a medicação.
Este é mais um exemplo dos efeitos do bloqueio financeiro e econômico que sufoca o povo venezuelano e que foram expostos à ONU.
O cerco contra a Venezuela não começou na gestão de Donal Trump. O bloqueio dos EUA é uma realidade desde que o ex-presidente Barack Obama emitiu um decreto em 9 de março de 2015, declarando a Venezuela como uma ameaça à segurança dos EUA. A ordem executiva também foi renovada em 2016. Trump veio à Presidência para reforçar o que Obama havia começado; precisamente na terça, 2 de março, ele renovou o Decreto declarando a Venezuela como uma "ameaça".
O bloqueio financeiro afeta diretamente, até hoje, os pagamentos internacionais que a Venezuela geralmente faz para obter bens e serviços. Por exemplo, em novembro de 2017, a Venezuela retornou 23 operações no sistema financeiro internacional avaliado em 39 milhões de dólares para a compra de alimentos e suprimentos básicos.
Do mesmo modo, as sanções económicas dos Estados Unidos impediram em grande parte o país sul-americano de obter o capital necessário. Desta forma, bancos e instituições financeiras não podem fazer negócios com empresas venezuelanas ou com entidades controladas por cidadãos venezuelanos.